Mesmo que os profissionais da saúde sejam obrigados, legalmente, a notificar casos de intoxicação por mercúrio, ainda não há uma categoria específica para esse tipo de questão no Sinan.
O estudo destaca que as populações indígenas e ribeirinhas estão entre as mais afetadas pela contaminação por mercúrio, com níveis alarmantes de exposição.
Segundo a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), estudo analisou água, peixes e sedimentos em 54 pontos ao longo de mais de 1.700 km do rio Madeira, avaliando 164 parâmetros do Conselho Nacional do Meio Ambiente.