Foto: Divulgação/Petrobras
O Governo do Amapá e a Petrobras confirmaram a retomada da perfuração exploratória na Margem Equatorial, no bloco FZA-M-59, após reunião realizada em Macaé (RJ) na última quarta-feira (18). A...
Janaína Freitas Calado, professora da Universidade do Estado do Amapá (UEAP), atua na interface entre ciência, educação ambiental e saberes tradicionais, com foco na foz do Amazonas.
Modelos mostram que um eventual vazamento de petróleo na Margem Equatorial alcançaria até 132 km em 72 horas, ameaçando diretamente espécies como a onça-pintada.
Políticos locais dizem que medida quer barrar exploração de petróleo. ICMBio informou que áreas de proteção buscam fortalecer comunidades pesqueiras artesanais e estão distantes dos blocos de petróleo na Margem Equatorial.
Próxima à linha do Equador, a região, segundo a Petrobras, possui "um potencial relevante", mas a exploração de petróleo gera impasse por possíveis riscos ambientais.