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Manaus 30º • Nublado
Terça, 11 Mai 2021

Manifestação 'Não Existe Estupro Culposo'' é realizado neste domingo, em Manaus

Visando a segurança das participantes, a organização do protesto pede o uso obrigatório de máscara, álcool em gel e respeitar o distanciamento

Reivindicação: indígenas ocupam e fecham prédio de distrito sanitário no Amapá

Cerca de 60 índios de aldeias localizadas no Amapá e Norte do Pará ocupam, desde terça-feira (4), o prédio do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei), localizado no bairro Trem, na Zona Sul de Macapá. Eles cobram melhorias na assistência em saúde. O grupo também propõe que uma indígena assuma a gestão do órgão.

Declarações inoportunas

As declarações do presidente da República sobre o Poder Legislativo, feitas no contexto das reformas e sob a influência das polêmicas que agitam o país, não podem ser consideradas suficientes para gerar uma crise entre poderes. É evidente que o presidente exagerou ao fazer insinuações sobre "caixa-preta" do Legislativo, e ao generalizar quando o definiu como um poder "que se considera intocável".

Servidores e alunos realizam protestos contra bloqueios de verbas para educação nas capitais da Amazônia

Com o convite para se unirem em prol da educação, e contra o bloqueio de 30% dos repasses de recursos à universidades e institutos federais anunciado pelo governo como contigenciamento, além da suspensão de bolsas de mestrado doutorado, professores e alunos se uniram e realizam protestos em várias capitais da Amazônia nesta quarta-feira (15).
Foto:Eliana Nascimento/Rede Amazônica

Em Manaus, os servidores e alunos estão em frente à Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e fecham além do acesso ao campus, duas pistas da avenida Rodrigo Otávio, zona Sul da cidade. Segundo os próprios manifestantes, cerca de cem pessoas realizam o ato.


Em Belém, o protesto une a Universidade Federal do Pará (Ufpa), a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e o Instituto Federal do Pará (Ifpa) para manifestação contra o bloqueio de recursos na edução. O ato acontece desde as 9h da manhã, na Praça da República, centro da capital. Segundo o sindicato de professores, são mais de 10 mil pessoas reunidas.


Foto: Reprodução/Twitter

Em Boa Vista, a manifestação acontece em frente a Universidade Federal de Roraima (UFRR), com técnicos, professos e estudantes fechando o portão principal da instituição. Participam do ato, o Instituto Federal de Roraima (IFRR), e parte da Universidade Estadual de Roraima (UERR).


Em São Luiz, os manifestantes, liderados pela Associação dos Professores da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), bloqueiam parte da avenida dos Portugueses.


Em Rio Branco, o protesto começou com um café da manhã em frente a entrada principal da Universidade Federal do Acre (Ufac), onde também os manifestantes bloqueiam o acesso ao campus.

Foto:Reprodução/Twitter

Em Palmas, estudantes protestam em frente ao portões de entrada da Universidade Federal do Tocantins (UFT), que amanheceu fechado na manhã desta quarta-feira (15), também contra o bloqueio dos recursos das instituições públicas de ensino.


Em Macapá, a manifestação é realizada no hall de entrada da Universidade Federal do Amapá (Unifap). No protesto tem professores, técnicos administrativos e alunos, que se organizaram com faixas, cartazes e caixas de som.


Foto:Carlos Alberto/Rede Amazônica


Bloqueio de Bolsas


Em abril, o Ministério da Educação anunciou o bloqueio de 30% nas verbas destinas a universidades e institutos federais. Além do anúncio do MEC, no início de maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado.


Segundo o MEC, o bloqueio feito é nas chamadas despesas discricionárias , ou seja, as consideradas não obrigatórias, como contas de água, luz, compra de material básico, contratação de terceirizados e realização de pesquisas. Ao todo, R$ 1,7 bilhões é o valor contigenciado das universidades e institutos.


O contigenciamento das despesas não obrigatórias, é um mecanismo para retardar ou deixar de executar parte da peça orçamentária devido à insuficiência de receitas e já ocorreu em outros governos, e que segundo a união é em função da queda na arrecadação, e o bloqueio poderá ser reavaliado posteriormente caso a arrecadação volte a subir.


Grupo de Lima reafirma apoio a Guaidó e pede solução pacífica

O Grupo de Lima reafirmou o pleno apoio às ações empreendidas nos últimos dias pelo autoproclamado presidente da Venezuela Juan Guaidó. Em nota, o grupo pediu o engajamento de países alinhados ao presidente Nicolás Maduro na busca de uma solução pacífica, que respeite a Constituição do país vizinho. O Grupo é formado por Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Venezuela. No caso da Venezuela, o grupo reconhece Guaidó como seu representante, e não Maduro.

Os países que participam do grupo também condenaram energicamente a repressão posta em prática pelo governo de Maduro que, segundo o grupo, deixou mortos e centenas de feridos e de pessoas detidas. O grupo deplorou a designação de Gustavo González Lópes para assumir o Serviço Bolivariano de Inteligência. Segundo o grupo, a nomeação simboliza a sistemática violação dos direitos humanos perpetrada pelo governo Maduro.

O comunicado exigiu o pleno respeito à vida, à integridade e à liberdade de todos os venezuelanos, como Guaidó e os líderes das forças políticas democráticas. O grupo também reivindicou o restabelecimento dos direitos políticos e constitucionais do vice-presidente da Assembleia Nacional, Edgar Zambrano, e de todos os membros dessa assembleia, além da liberação imediata dos presos políticos.

Os países do Grupo de Lima pediram que os membros da Força Armada Nacional Bolivariana cumpram com o mandato constitucional a serviço de sua nação e que o Tribunal Supremo de Justiça cesse o apoio e a cumplicidade com o “regime ilegítimo” de Maduro.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Reunião

O Grupo de Lima concordou em propor ao Grupo de Contato Internacional uma reunião urgente de ambos os grupos para buscar o retorno da democracia na Venezuela. Os países convidaram membros da comunidade internacional, inclusive países aliados ao regime de Maduro, como Rússia e Turquia, a “somar esforços” e favorecer o processo de transição democrática.

O grupo decidiu continuar em sessão permanente e realizar a próxima reunião na cidade da Guatemala. Os países do Grupo de Lima decidiram fazer as gestões necessárias para que Cuba participe de negociações para resolver a crise na Venezuela.

O comunicado ressaltou a realização, no próximo mês, de um seminário no Chile sobre transições democráticas com a participação de líderes democratas venezuelanos. Em julho, uma nova conferência em Lima, capital do Peru, terá a participação de todos os países que respaldam a recuperação democrática na Venezuela.

Os países do Grupo de Lima conclamaram a comunidade internacional e as Nações Unidas a aumentar a cooperação com os países de acolhida para dar conta do êxodo massivo de venezuelanos. Os governos decidiram cooperar com os mecanismos internacionais para a luta contra a corrupção, o narcotráfico e a lavagem de dinheiro para combater o que chamaram de fontes de enriquecimento por parte de membros do governo Maduro e de seus familiares e testas de ferro. 





Moradores de Rondônia voltam a fechar rodovias em protesto por transporte escolar

Moradores de Porto Velho, capital de Rondônia, voltaram a interditar vias da capital, na manhã desta segunda-feira (29), cobrando transporte escolar rural. Nesta segunda, foi bloqueada a BR-319 com a avenida Farquar.

BR-364 segue bloqueada por manifestantes pelo 2º dia consecutivo, em Rondônia

A BR-364, estrada que liga Porto Velho (RO) a Rio Branco (AC), segue bloqueada pelo segundo dia consecutivo, nesta quarta-feira (10), no quilômetro 1042, em Extrema, distrito da capital de Rondônia. Os manifestantes cobram a volta do transporte escolar rural.

Os manifestantes fecharam a estrada por volta das 5h dessa terça-feira (9), e informaram que não devem deixar o local enquanto não tiverem um posicionamento oficial da Prefeitura.

Foto: PRF/Divulgação
Os moradores pedem por transporte escolar, para que as crianças da zona rural possam iniciar o ano letivo de 2019, que já está atrasado, e por melhorias nas estradas vicinais da região, que estão em péssimas condições. Eles bloquearam a rodovia com troncos de árvores e pneus.

A prefeitura anunciou na terça-feira que a Secretaria de Educação vai enviar para o distrito 10 ônibus na próxima segunda-feira (15), no entanto, os manifestantes disseram que vão liberar a via apenas quando tiverem um posicionamento oficial. Apenas veículos pequenos e ambulâncias são liberados para passar pelo bloqueio.

Acesso ao Acre

A BR-364 é o principal acesso ao Acre. O bloqueio em Extrema, distante cerca de 360 quilômetros do centro da capital, dificulta não apenas o transporte de pessoas, mas o escoamento da produção local.

Desde a terça-feira, um longa fila de caminhões se formou nos dois sentidos. Os passageiros de ônibus interestaduais precisaram trocar de veículo para seguir viagem. Os principais prejudicados são os caminhoneiros que transportam carga viva.

Juan Guaidó e Nicolás Maduro convocam manifestações para sábado na Venezuela

O próximo sábado (9) será marcado por protestos na Venezuela. O presidente Nicolás Maduro e o autodeclarado presidente interino, Juan Guaidó, convocaram mobilizações para essa data. São manifestações com objetivos opostos: Maduro defende sua manutenção no poder, enquanto Guaidó quer assumir o governo.

Foto: Divulgação/ANSA

Maduro
informou que prepara para sexta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, “importantes anúncios” para as venezuelanas. Não adiantou quais são. Ele aproveitou para convidar seus apoiadores para o protesto de sábado.

Nesta terça-feira (5), Guaidó se reuniu com líderes sindicalistas e reiterou que no dia sábado (9) haverá manifestações em favor da restauração da democracia e da liberdade na Venezuela. Ao retornar ao país há três dias, ele liderou um protesto. Na ocasião, seus apoiadores saíram às ruas em Caracas e várias cidades do país.

Em meio a manifestações, Guaidó se declara presidente em exercício da Venezuela

Manifestantes saíram às ruas, nesta quarta-feira (23), de Caracas e das principais cidades da Venezuela no terceiro dia de protestos contra o presidente venezuelano, Nicolás Maduro. A convocação foi feita pelo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, o Parlamento do país, o deputado Juan Guaidó. Ele se declarou presidente da República em exercício e jurou em nome de Deus.

Apontado como principal líder da oposição, Guaidó fez o juramento comprometendo-se a assumir o poder interinamente e promover eleições gerais. O juramento foi feito durante um protesto contra o governo Maduro em Caracas.
 
 
 
"Hoje, 23 de janeiro de 2019, em minha condição de presidente da Assembleia Nacional, ante Deus todo-poderoso e a Venezuela, juro assumir formalmente as competências do Executivo nacional como presidente em exercício da Venezuela."

Antes do juramento, Guaidó reiterou a promessa de anistia aos militares que abandonarem Maduro e apelou para que fiquem “do lado do povo”. Segundo ele, é preciso reagir à “usurpação” do poder por parte do presidente da República, instaurar o governo de transição e eleições livres.

Protestos

Nas ruas, organizações não governamentais, como Observatório Venezuelano de Conitividade Social (OVCS), denunciam violência e confrontos entre manifestantes e forças policiais. Segundo a OVCS, um adolescentes de 16 anos foi baleado em um dos protestos.
 
 
 
"Condenamos o assassinato do jovem Alixon Pizani [16] por ferimentos a bala durante uma manifestação em Catia, Caracas", informou o OVCS em sua conta no Twitter.

Ontem houve vários protestos contra Maduro nas ruas de Caracas e região. Imagens divulgadas pelas entidades civis organizadas mostram embates entre manifestantes e agentes do Estado, barricadas nas ruas e uso de coquetel Molotov.

ONU

O porta-voz da Organização das Nações Unidas (ONU), Farhan Haq, disse hoje que a entidade acompanha de perto os desdobramentos da crise na Venezuela e as manifestações. Ele disse que a entidade rechaça qualquer tipo de violência e aguarda pelo avanço de negociações.

Trump reconhece Guaidó como presidente

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu, nesta quarta-feira (23), Juan Guaidó como presidente em exercício da Venezuela. A declaração foi divulgada pela Casa Branca na sua conta no Twitter de forma objetiva.
 
No Twitter da Casa Branca foi publicado que o “Presidente Donald Trump reconheceu oficialmente o presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Juan Guaidó, como o presidente interino da Venezuela.”

Cerca de 30 minutos depois, em sua conta oficial, o presidente norte-americano escreveu que “os cidadãos da Venezuela sofreram muito tempo nas mãos do regime ilegítimo de Maduro” e depois confirmou que reconheceu Guaidó como presidente interino do país sul-americano.

Sesai aciona PF e Funai contra protesto de índios na Terra Yanomami

O Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y) acionou nesta terça-feira (18) a Polícia Federal e a Funai contra o protesto de índios que mantém aeronaves e servidores retidos na Terra Indígena Yanomami (TIY), em Roraima. As informações são do G1 Roraima. 

Rousicler de Jesus Oliveira, coordenador do Dse-y que compõe a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), informou que a PF e a Funai foram avisadas para intervir pela liberação dos 15 servidores e três aeronaves que estão retidos na região de Surucucu, em Alto Alegre, Norte do estado.

"Estivemos na Advocacia Geral da União (AGU) ontem e hoje fomos a PF e Funai conforme orientação da própria AGU", detalhou, acrescentando que uma liderança indígena e um funcionário do Dse-y foram enviados à região. "Os servidores estão todos bem".


 Foto: Júnior Yanomami/Arquivo Pessoal

O protesto, feito por 15 comunidades de índios yanomami, começou no domingo (16) após a morte de duas crianças indígenas na região em 10 dias. Eles cobram melhorias no atendimento médico às comunidades e também a exoneração de Rousicler de Jesus do cargo de coordenador do Dse-Y.

Os aviões apreendidos são contratados pela Sesai para transportar equipes de saúde e medicamentos para as comunidades. As aeronaves estão retidas em uma pista de pouso usada para descarregar e fazer a distribuição dos serviços. Já os servidores estão em um quartel e polos base de atendimento.

De acordo com o presidente da Hwenama Associação dos Povos Yanomami de Roraima, Junior Hekurari Yanomami, que está na região, os servidores não são ameaçados ou mantidos reféns e também não há danos materiais às aeronaves. "Não há pilotos aqui, apenas aviões".

Após duas horas, termina greve dos rodoviários no Centro de Manaus

Motoristas pararam 250 ônibus ao longo do Terminal 1, na avenida Constantino Nery, no Centro, e nas ruas adjacentes, na tarde desta quinta-feira, (12). O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), nem as empresas foram notificados sobre o movimento que durou entre 14h e 16h20. As empresas ainda estão calculando o número de pessoas prejudicadas.


Foto: Orlando Júnior/Rede Amazônica

Durante a paralisação, dois ônibus, sendo um da empresa Via Verde e outro da empresa Eucatur foram depredados. A paralisação ocorreu em ônibus das 107 linhas que vem ao Centro de Manaus. Nas demais regiões da cidade o transporte operou normalmente.

Na manhã desta quinta-feira, representantes do Sindicato dos Rodoviários se reuniram na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT) para tratar do pagamento do salário da categoria. As empresas pagaram 50% do salário hoje, e o restante ficou acertado para a próxima terça-feira, (17).

"As empresas efetuaram o pagamento da metade do salário hoje e ajustaram o pagamento para a próxima terça. As empresas estão buscando o reestabelecimento de fluxo de caixa suficiente para que todos os compromissos sejam quitados", informa o assessor jurídico do Sinetram, Fernando Borges.

Membros da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia realizam manifestação

Membros da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia (LCP-RO) realizam uma manifestação desde às 4h da manhã desta quarta-feira (20) em frente à sede do Incra, em Porto Velho. Eles cobram a posse de terras que o Incra havia prometido em 2016. 

Produtos brasileiros são impedidos de entrar na Bolívia por manifestantes

Produtos brasileiros oriundos de exportação não entram em território boliviano há quase um mês. O bloqueio é na fronteira entre Guajará-Mirim (RO) e Guayaramerín (Bolívia), causado por uma manifestação de barqueiros de duas associações do país vizinho. Eles estão acampados no local desde o dia 14 de maio.

Após acordo, greve dos rodoviários de Manaus chega ao fim

Os sindicatos dos Trabalhadores de Transporte Rodoviário de Manaus (STTRM) e das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram) chegaram a um acordo na tarde desta segunda-feira, (4), cessando a greve de ônibus que já durava sete dias, em Manaus.


A negociação foi mediada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT-AM), Procuradoria Geral do Município (PGM) e Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados do Município de Manaus (AGEMAN). 


Foto: Divulgação

O encontro entre os sindicatos aconteceu na sede do MPT, localizado na rua Mário Ypiranga, 2479 - Flores. Segundo o documento, os rodoviários receberão um reajuste salarial de 5,5%. Na manhã desta segunda-feira, os usuários do transporte coletivo da cidade, protestaram de forma violenta. Durante a manifestação, vários ônibus foram depredados no Terminal de Integração 4. 


Manifestação


Na manhã desta segunda-feira (4), vários usuários protestaram, após os motoristas terem paralisado seus itinerários em terminais de integração da cidade, onde os rodoviários reivindicam reajuste salarial. Os passageiros desses coletivos, que foram orientados a descerem nos terminais, pelos próprios motoristas, resolveram quebrar os ônibus, em protesto.

Segundo o Segundo o Sindicato do Sinetram, saíram pela madrugada 834 veículos, e por volta das 7h da manhã já eram 4 terminais de bairro parados: Conjunto Augusto Montenegro, bairro da Paz, Vila Marinho, além do Terminal de Integração 4.

Duas pessoas são presas durante manifestação em terminal de ônibus em Manaus

A Polícia prendeu duas pessoas durante a manifestação no Terminal de Integração 4, na Zona Leste de Manaus (AM), na manhã desta segunda-feira (4). Apedrejamento dos ônibus acontece no sétimo dia de greve dos rodoviários. População também ateou fogo em um dos veículos. 

Sindicato de transporte coletivo em Manaus mantém reivindicações mesmo sem greve

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Coletivos de Manaus (AM) mantém as reivindicações mesmo após desistir de greve, que seria realizada nesta quarta-feira (23). Motoristas do transporte especial fizeram protesto. Com a colaboração de Ana Maria Reis.

Manifestantes bloqueiam BR-364 em Nova Mutum, em Rondônia

Manifestantes de Nova Mutum, em Rondônia, bloquearam a BR-364 na madrugada desta quinta-feira (17). Eles reivindicam retorno de transporte escolar e melhorias na educação.

Manifestantes que fecharam avenida em Manaus devem responder por apologia ao crime

Uma manifestação que fechou a Avenida André Araújo, em frente ao Fórum Ministro Henoc Reis, em Manaus (AM), nesta quarta-feira (9), pedia o retorno de chefe de uma facção criminosa para cumprir pena no Amazonas. 
As cerca de 30 pessoas que participaram devem responder por apologia ao crime.

Após a manifestação, a Secretaria de Segurança Pública fez uma operação no Conjunto Viver Melhor. A reportagem é de Roberta Bindá e narração de Ana Maria Reis. Ouça:

Governo do Amazonas faz contra proposta de reajuste salarial para professores

O Governo do Amazonas realizou uma contra proposta de reajuste salarial para os professores. Eles oferecem aumento de 14,57%, mas não agradaram a categoria. Educadores estão em greve há mais de três semanas.

Deputados estaduais em RO se comprometem a buscar proposta para educação

Em sessão plenária da Assembleia Legislativa, realizada nesta terça-feira (27), foi lido o compromisso assinado por 13 deputados estaduais que se comprometem a trancar a pauta na assembleia para forçar o governo de Rondônia a apresentar proposta aos trabalhadores em educação. Os professores estão em greve há 36 dias.