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Quinta, 13 Mai 2021

Mangueirão se prepara para mais um clássico na Série C entre Remo e Paysandu

Seel está finalizando ajustes para a partida, assegurando todas as medidas de prevenção contra a propagação do novo coronavírus

Primeiro Re-Pa de 2018 acontece neste domingo, em Belém

Neste domingo (28) será realizado no Estádio Olímpico Mangueirão, em Belém do Pará, o primeiro Re-Pa do ano, dentro do Campeonato Paraense (Parazão). Paysandu e Remo se enfrentam na 4ª rodada do Parazão 2018.

clássico Rei da Amazônia como é conhecido o jogo, contabiliza neste domingo, a partida de número 742 ao longo de pouco mais de 100 anos de existência dos clubes. Em 2016 foi sancionada a lei estadual 8.358 que elevou o Re-Pa a patrimônio imaterial do Estado do Pará, assim como o Círio de Nazaré e Carimbó. 
Foto: Divulgação / Agência Pará
Paysandu lidera o Grupo A1 com 3 vitórias e 9 pontos, e o Remo lidera o Grupo A2 com 2 vitórias e 6 pontos. A expectativa é de que pelo menos 30 mil torcedores estejam no estádio para acompanhar o jogo que começa às 16h (hora local).

Remo e Sampaio Corrêa: esquema de segurança é reforçado

A Polícia Militar vai reforçar a segurança dos torcedores que irão acompanhar a partida entre Clube do Remo e Sampaio Corrêa, neste sábado sábado (2), no Estádio Olímpico do Pará – Mangueirão, pelo Campeonato Brasileiro da Terceira Divisão. Ao todo, 364 militares irão trabalhar no evento esportivo, com o apoio do Comando de Missões Especiais, do Regimento de Polícia Montada (RPMont) e do Comando de Policiamento Ambiental (CPA).


A Polícia Civil vai manter uma delegacia no prédio do Departamento de Trânsito do Estado (Detran), para atender ocorrências previstas no Estatuto do Torcedor. Casos mais graves serão encaminhados para a Delegacia da Marambaia. Para ocorrências envolvendo menores, devem ser acionados o Juizado de Menores e o Conselho Tutelar, órgãos que foram convocados a compor o esquema de segurança.



Foto: Thiago Gomes/Agência Pará


O Tenente Coronel Alexandre Mascarenhas, comandante do Batalhão de Polícia de Eventos, informou que câmeras posicionadas estrategicamente em pontos internos e externos ao estádio serão monitoradas pelo Centro de Comando e Controle, auxiliando o policiamento.


A reunião que definiu as ações de segurança foi realizada no Batalhão de Polícia de Eventos e também contou com a presença de representantes da Promotoria de Justiça do Estado, Federação Paraense de Futebol (FPF), Corpo de Bombeiros, Detran, Semob, Guarda Municipal, Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel) e Diretoria de Segurança do Clube do Remo. Manter a ordem do trânsito no entorno do estádio e combater a venda clandestina de ingressos também fazem parte do trabalho que será executado a partir do início da tarde de sábado.


A expectativa é que o jogo entre paraenses e maranhenses receba um número considerável de torcedores. De acordo com Laury Segundo, diretor de segurança do Clube do Remo, a expectativa é que os 35 mil ingressos disponibilizados para a venda sejam comercializados. “Para esse jogo contra o Sampaio, que é um jogo de carga máxima, nós vamos colocar 260 seguranças nas áreas interna e externa”, informou Laury.

Final da Copa Verde promove sustentabilidade em Belém

Final da Copa Verde, entre Luverdense (MT) e Paysandu (PA), acontece nesta terça-feira no estádio Mangueirão, em Belém. Foto:Divulgação/MMA
A Copa Verde, campeonato pioneiro em sustentabilidade, encerra nesta terça-feira (16/05), em Belém, com o gerenciamento completo dos resíduos sólidos dos jogos e outras ações ambientais.

A final será no estádio Mangueirão em Belém (PA), entre os times Luverdense (MT) e Paysandu (PA) e contará com a presença de autoridades. Segundo o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, o apoio do MMA à Copa Verde é uma forma de ampliar o alcance das agendas ambientais junto à população, principalmente, jovens, por meio de ações de educação ambiental. A programação de encerramento do campeonato inclui oficinas de futebol e de consumo consciente para crianças.

Recicláveis

Catadores de cooperativas de materiais recicláveis irão coletar o material consumido e descartado pelos torcedores durante a partida. Até o momento, foi recolhida uma tonelada de recicláveis, entres filmes coloridos, papelão, garrafas PET, latinhas e copos plásticos. A iniciativa baseia-se na premissa de desenvolvimento sustentável e economia solidária da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Parte do público dos jogos que já aconteceram doou materiais recicláveis em troca de três mil ingressos para os jogos. Dos 35 mil ingressos para a final de terça-feira, 10 mil serão confeccionados em papel-semente que, jogado em terra fértil, poderá brotar e se transformar em árvores.


O campeonato sustentável, que está em sua quarta edição, foi considerado a primeira competição carbono zero do futebol mundial. O gás carbônico (CO2) emitido com a realização dos jogos será compensado com o plantio de 1,4 mil mudas nativas em estados da Amazônia Legal.Durante a final, serão distribuídos 1,5 mil copos (Meu Eco Copo) a mulheres e crianças, em homenagem ao Dia da Mães. 

Finais da Copa Verde terão gestão de resíduos

A final da Copa Verde, marcada para o dia 17 de maio, terá o gerenciamento completo dos resíduos sólidos nos dois jogos de encerramento. A decisão ocorrerá em Belém entre os times Luverdense e Paysandu e contará com a atuação de catadores para a coleta do material consumido e descartado pelos torcedores durante a partida. A gestão também ocorrerá no jogo anterior, no dia 3 de maio, em Mato Grosso.
Foto:Divulgação/MMA
Os estádios que sediarão as duas partidas finais da competição foram definidos nesta segunda-feira (24/04) após sorteio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ambas serão disputadas entre o Luverdense e o Paysandu e o melhor ganhará o título de campeão do torneio. O jogo do dia 17 será no Mangueirão, em Belém (PA). Já o primeiro duelo entre as equipes será no local escolhido pelo Luverdense (MT).
Estádio do Mangueirão, em Belém (PA) será um dos palcos das finais da Copa Verde (Foto:Reprodução)
O último jogo da Copa Verde terá, ainda, a cerimônia de premiação do Concurso de Redação e Vídeos da Copa Verde, do qual participam alunos de escolas públicas de ensino fundamental de Belém (PA), de Mato Grosso e do Distrito Federal. Os vencedores ganharão passagens, estadia e alimentação para o evento, além de uma camisa da seleção brasileira autografada e de passagens para participar da fase cidadã do 8º Fórum Mundial da Água, que será realizado em Brasília em março de 2018.

A gestão dos resíduos também ocorreu na semifinal da Copa Verde realizada em Belém, no dia 15 de abril. Ao todo, 40 catadores participaram da coleta dos resíduos, que estão em fase de separação, classificação e pesagem para a destinação adequada. Além disso, a organização do torneio conseguiu recolher 1 tonelada em garrafas pets que foram trocadas por ingressos em uma partida anterior realizada no fim de março.

Sustentabilidade

A Copa Verde é o primeiro torneio a englobar a atividades voltadas para a sustentabilidade. Entre elas, está a compensação do gás carbônico emitido com a realização dos jogos por meio do plantio de 1.122 mudas nativas, o que a caracteriza como a competição carbono zero do futebol mundial.

As novidades deste ano incluem o projeto Meu Copo Eco, em que os torcedores que comprarem o utensílio nos estádios poderão entregá-lo e ter o dinheiro de volta, ao final dos jogos. Outra atração é a comercialização dos ingressos em papel semente, o que permitirá o acesso aos jogos e, posteriormente seu aproveitamento para plantio.Em sua quarta edição, a Copa Verde deste ano reuniu 18 equipes das regiões Norte e Centro-Oeste e do estado do Espírito Santo. O vencedor receberá dois troféus: um tradicional e um “vivo” - uma muda de árvore do bioma do vencedor para ser plantada na sede do clube. Além disso, ingressará diretamente nas oitavas de final da Copa do Brasil de 2018.

Remo e Santos (AP) fazem o Jogo pelas Águas nesta quinta-feira, no Mangueirão

A programação especial do Mês das Águas vai unir conscientização ambiental com a maior paixão dos brasileiros, o futebol. Nesta quinta-feira (30/3), Remo e Santos (AP) se enfrentam no estádio Mangueirão, em Belém (PA), às 19 horas, em partida válida pelas quartas de final da Copa Verde. O chamado Jogo pelas Águas é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA) em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e visa conscientizar a população sobre a necessidade de preservação dos recursos hídricos. “Já somos parceiros da Copa Verde, que é a primeira competição de futebol a usar o conceito de sustentabilidade no Brasil. Queremos, agora, aproveitar todo o seu alcance para conscientizar a população sobre a necessidade de preservação dos recursos hídricos, como forma de garantir a quantidade e a qualidade da água para esta e as futuras gerações”, declarou Sarney Filho, ministro do Meio Ambiente.Antes da partida, será feito um minuto de silêncio para alertar sobre a crise hídrica mundial. Os jogadores entrarão em campo carregando faixa com os dizeres “A água é essencial à vida. Não desperdice!” – e acompanhados do Vermelhão, arara vermelha eleita mascote da Copa Verde, e do Labareda, o tamanduá-bandeira que é mascote do Prevfogo, iniciativa do Ibama para combater incêndios florestais.
O estádio do Mangueirão, em Belém, será o palco do Jogo pelas Águas, entre Remo e Santos-AP (Foto:Reprodução/Agência Pará)
ConcursoAntes da bola rolar, o ministro Sarney Filho fará o lançamento do concurso de redação e de vídeo da Copa Verde. O tema deste ano são os “rios voadores”, fenômeno responsável por massas de valor d`água, que circulam na atmosfera carregadas por correntes de ar, e que contribuem para a formação de chuva. Poderão participar do concurso alunos de escolas públicas do Distrito Federal, Mato Grosso e Belém (PA). As redações e os vídeos (gravados em aparelhos de celular) deverão ser entregues na sede das escolas até o dia 26 de abril. Os vencedores serão conhecidos no dia 8 de maio e ganharão passagens, estadia e alimentação para a final da Copa Verde, dia 17 de maio, em local a definir. Na solenidade, o ministro fará a troca simbólica de garrafa pet por ingresso. Ao todo, três mil torcedores adquiriram ingressos por meio desta iniciativa. O secretário-executivo do Ministério, Marcelo Cruz, também destaca a importância de preservação dos recursos hídricos. “Devemos acabar com a falsa ideia de que a água é um recurso natural inesgotável. Hoje, diferentes regiões do país já sofrem com a escassez hídrica e isso vem se agravando ano a ano. A Copa Verde é uma excelente oportunidade para alertarmos a população sobre a necessidade de mudarmos os nossos padrões de consumo e passarmos, de fato, a preservar esse bem tão valioso”.CompetiçãoEm sua quarta edição, a Copa Verde reúne 18 equipes das regiões Norte e Centro-Oeste e do estado do Espírito Santo. É a primeira competição a adotar o conceito de sustentabilidade e é considerada a competição carbono zero do futebol mundial – o CO2 (gás carbônico) emitido com a realização dos jogos foi compensado por meio do plantio de 1.122 mudas nativas.O vencedor do torneio receberá dois troféus: um tradicional e um “vivo” - uma muda de árvore do bioma do vencedor para ser plantada na sede do clube. Além disso, ingressará diretamente nas oitavas de final da Copa do Brasil de 2018. O Santos (AP) se classificou às quartas de final ao derrotar o Fast Clube, enquanto que o Remo eliminou a equipe do Atlético Acreano. O vencedor do confronto garante vaga à semifinal da competição.Jogo pelas Águas: Remo e Santos (AP) pela Copa VerdeQuando: dia 30 de março Local: estádio Mangueirão, em Belém (PA)Horário: 19 horas

Disputa entre Remo e Paysandu altera carnaval de rua em Belém

A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) mobilizará cerca de mil agentes, a maioria da Polícia Militar, para garantir a segurança antes, durante e depois do jogo entre Remo e Paysandu, o tradicional Re-Pa, no próximo domingo (12), no Estádio Olímpico do Pará Edgar Proença, o 'Mangueirão'. Foram colocados à venda 35 mil ingressos.

Em função do clássico do futebol paraense, que exige a mobilização de um grande efetivo dos órgãos de segurança, não haverá no domingo a programação de pré-carnaval na Região Metropolitana de Belém. A decisão foi reforçada na última quarta-feira (8), em reunião na sede da Segup com representantes dos blocos de carnaval que participam da programação na Cidade Velha. Não haverá mudança no sábado (11), quando o carnaval de rua ocorrerá na Cidade Velha e em outros pontos da Região Metropolitana.

Foto: Rodolfo Oliveira/Agência Pará

Segundo o secretário adjunto de Gestão Operacional da Segup, coronel Hilton Benigno, há necessidade de deslocar policiamento para o jogo, pois é um evento que recebe um grande número de pessoas. Outra parte do efetivo policial atuará nas ações de segurança em toda a RMB.

“Como seriam dois grandes eventos no mesmo dia, pré-carnaval e Re-Pa, definimos no ano passado, durante reunião com entidades e associações carnavalescas, que no dia do jogo não haveria programação de carnaval na capital”, reiterou o coronel Hilton Benigno. “O trabalho integrado de segurança garantiu a tranquilidade aos brincantes nos três primeiros finais de semana de carnaval. Temos obtido resultados positivos”, informou.

“Já havíamos sido avisados de que não haveria carnaval nesta data em decorrência do jogo. Entendemos que o Re-Pa demanda efetivo dos órgãos de segurança. Como será apenas um dia, entendemos a decisão”, explicou o coordenador de Infraestrutura da Liga dos Blocos da Cidade Velha, Carlos Belo.

No sábado, no Bairro da Cidade Velha atuarão 364 agentes do Sistema de Segurança Pública, divididos em dois turnos, sendo 240 policiais militares, do Comando de Policiamento da Capital (CPC), e 124 agentes de órgãos que integram a Segup, entre os quais Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Departamento de Trânsito do Estado (Detran).


Clube do Remo goleia Cametá no Banparazão

O Clube do Remo goleou o Cametá por 5 a 0 em partida válida pela primeira rodada do Campeonato Paraense Banpará 2017. O jogo foi realizado na tarde deste domingo, (29), às 16h, no Estádio Olímpico do Pará – Mangueirão.

A vitória do Clube do Remo abriu as atividades do Mangueirão em 2017. O Clube do Remo goleou o Cametá com gols de Fininho (pênalti), Edgar (2), Jaime e Flamel. Mais de 13 mil torcedores estiveram presentes ao estádio, que entre outros serviços, ofereceu um sistema moderno de catracas eletrônicas instalado em todas as bilheterias do estádio. Quem chegou cedo, não teve problemas para cruzar a catraca. “Aprovado o sistema, muito bom”, disse o autônomo Antônio Carlos.


Foto: Thiago Gomes/Ag.Pará

O casal de torcedores Maria Souza e André Pereira, também gostou da modernidade. “É muito rápido, gostei da tecnologia”, disse a moça. Outros dois torcedores Mauro Lima e o filho dele, Mauro Lima Junior, também não tiveram problemas para acessar o estádio. “Foi muito rápido”, disse o estudante. Os portões foram abertos às 14h.

A central de manutenção do Mangueirão registrou alguns incidentes nas catracas com torcedores se queixando de sofrer descarga elétrica. Os casos foram identificados no setor A-2, que foi isolado imediatamente. O médico de plantão no Mangueirão, Jayme Bastos disse que um torcedor foi atendido no local, porém, o caso não foi grave.

Também não foram registrados incidentes de maior proporção na reabertura do Mangueirão. Homens da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros atuaram no esquema de segurança. O trânsito, apesar da chuva, foi tranquilo, tendo maior concentração nas áreas próximas ao estádio.


Outros jogos
No complemento da rodada, o Águia de Marabá venceu o São Raimundo, de Santarém, pelo placar de 1 a 0, com gol de falta de Bilau. Já o outro time de Santarém, o São Francisco, perdeu no Colosso do Tapajós para o Pinheirense. Endy e Biolay garantiram o resultado positivo para o General da Vila ainda no 1° tempo. Fábio Paulista descontou para o time santareno.

Mangueirão é liberado para jogos do Campeonato Paraense

O Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, está pronto para receber os jogos do Campeonato Paraense 2017, o Banaparazão. Após mais uma vistoria, realizada na manhã desta quarta-feira, 25, por representantes da Polícia Militar e o do Ministério Público, a Federação Paraense de Futebol (FPF) confirmou a liberação do estádio, com capacidade para receber 35 mil torcedores.

O Mangueirão será reaberto no  domingo, (29), para o jogo entre Clube do Remo e Cametá, válido pela segunda rodada do Campeonato Paraense de 2017.

A vistoria desta quarta-feira serviu para averiguar os últimos detalhes relacionados ao sistema de monitoramento e áreas de segurança das bordas das arquibancadas. Segundo o Tenente Coronel Oeiras, que comandou a vistoria, a análise teve objetivos bem específicos. “Basicamente, como já conhecemos a estrutura do Mangueirão, vamos focar agora na área de monitoramento da bilheteria. O laudo anterior já destacava as pendências do monitoramento, então agora vamos diretamente nesse ponto, que inclui a área do estacionamento e bilheteria”, explicou.
Foto: Thiago Gomes/Agência Pará

Segundo o representante do Ministério Público, Domingos Savio Alves de Campos, o objetivo era garantir segurança e conforto ao torcedor: “O Ministério Público, como fiscal da lei, e como determina o Estatuto do Torcedor, se faz presente para ver as condições do estádio Mangueirão”.

De acordo com Claudia Moura, diretora do Estádio Olímpico do Pará (EOP), estes últimos detalhes da preparação do Mangueirão já estão sendo sanados. “Está tudo em andamento. As pendências são mínimas e são só de complementação, de efetivação do trabalho já iniciado. Nada de pendências maiores. Tudo o que foi pedido está sendo apresentado. São alguns detalhes, pouca coisa que falta para o estádio ficar 100% pronto para domingo”, informou.

Os laudos técnicos foram realizados pela Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Vigilância Sanitária Municipal. As comissões de vistoria estiveram no estádio nos dias 17 e 25 de janeiro (Polícia Militar); dia 19 (Vigilância Sanitária, da Secretaria Municipal de Saúde) e dia 20 (Corpo de Bombeiros). 



Sistema de catracas eletrônicas é um dos mais modernos do país


Para garantir mais segurança e conforto para quem frequenta o Estádio Olímpico do Pará, um novo sistema de catracas eletrônicas foi instalado nos últimos dias. O equipamento é o mesmo utilizado nas arenas construídas para Copa do Mundo de 2014.

A estreia das novas catracas será no jogo do próximo domingo, entre Clube do Remo e Cametá. O novo sistema opera com dois softwares desenvolvidos pela empresa Imply, com sede no Rio Grande do Sul. Setenta e duas catracas já foram instaladas, cobrindo todas as bilheterias de acesso ao estádio. Os últimos testes dos equipamentos foram feitos na última terça-feira (24).


O novo sistema bloqueia qualquer tipo de tentativa de uso de bilhetes falsificados. O representante e técnico da empresa que está em Belém acompanhando as últimas montagens, Gregori Martins, disse que o equipamento funciona da mesma forma que o vale-transporte digital ou a carteirinha de meia-passagem dos coletivos, ou seja, basta que o torcedor deposite o bilhete no campo de leitura da máquina para liberar a catraca. O torcedor gastará apenas sete segundos no procedimento.

As bilheterias de maior concentração de público receberam 10 catracas, sendo que nos portões B-1 e A-1 foram instaladas catracas para acesso das pessoas com deficiência. A entrada dos sócios torcedores também mudou. Os que são do Clube do Remo terão acesso pelos portões B-3 e A-2; já os torcedores do Paysandu vão entrar pelos portões B-2 e A-3.

A empresa fabricante dos softwares das catracas eletrônicas tem tradição no ramo. Segundo explicou Gregori Martins, a Imply também desenvolve e fabrica componentes eletrônicos para placares e painéis utilizados em estádios e ginásios. O mesmo sistema é utilizado na arena do Grêmio (RS), Maracanã (RJ), arena das Dunas (RN) e nas demais arenas construídas no Brasil para Copa do Mundo de 2014. O uso desses softwares coloca o Mangueirão no mesmo nível das praças esportivas de padrão internacional.

Belém 401 anos: Mangueirão, templo de uma paixão

A chegada, o cheiro de churrasquinho, a reunião com os amigos, a preocupação de conseguir o melhor lugar na arquibancada, o nervosismo durante o jogo, a alegria ou tristeza, pela perda ou pela conquista. Este é o roteiro comum na vida de quem curte uma partida de futebol no Mangueirão. E no mesmo mês em que se comemora o aniversário de Belém, acontece o pontapé inicial do Campeonato Paraense de Futebol: recria-se, assim, a atmosfera que dá contornos a um dos mais procurados lugares públicos de entretenimento da capital: o Estádio Olímpico do Pará. 

Mas só o roteiro comum da subida às arquibancadas em dia de clássico do futebol paraense não dá conta do significado completo do Mangueirão. O estádio, esse lugar onde a fé e a paixão do torcedor paraense pelos seus clubes são estampadas em múltiplos tons extravasados - dos azuis turbilhões da fé futebolística e suas mil bandeiras ao silencioso verde aveludado do gramado sacro -, também se faz templo onde abrigam-se afetos.


Foto: Thiago Gomes/Ag.Pará

Um entre os muitos asseclas desses ritos é o pedagogo Gabriel Neves. Frequentador assíduo do Mangueirão, ele teve a primeira experiência na arena ainda aos 6 anos. Foi levado pelo pai para assistir a uma partida. “O Mangueirão faz parte da minha história desde pequeno. Está nas minhas mais antigas lembranças. Íamos para as cadeiras quando ainda eram de ferro. Tive grandes experiências aqui. Presenciei RE-PAs inesquecíveis”, regala-se.

“O Mangueirão é o templo do futebol do Pará e da Amazônia. É moderno, tem estrutura olímpica. É um dos principais estádios do Norte e Nordeste do País. Eu acompanhei toda a sua evolução. Por isso é uma satisfação saber que temos um dos melhores palcos para a prática do futebol”, pondera o ex-jogador Raimundo Mesquita.


Ele, que no passado foi ídolo de torcedores de Remo, Paysandu e Tuna, nos anos 1970 e 1980, hoje atua como agrônomo da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel). Sua principal missão é como o desfecho de uma grande história de amor pelo futebol e pela maior arena paraense: Mesquita é atualmente o principal responsável pelo zelo necessário ao gramado do estádio. É quem está à frente das ações de manutenção (da adubagem às últimas benfeitorias garantidas pelo governo do Estado para o início do Parazão 2017), para que a bola continue rolando maravilhosamente redonda e siga imantando paixões e desmedidos gritos de gol.

Entrar com o pé direito. Sentir o cheiro da grama verde pisada e perceber a textura dela debaixo das chuteiras, ou com as palmas dos pés... correr de uma área a outra, e balançar as redes: o ex-jogador Raimundo Mesquita sabe como ninguém o que é entrar nesse palco. “Eu tive a felicidade de jogar no estádio quando ainda era chamado de 'Bandolão'. É uma satisfação perceber que estamos dando condições para os jogadores de exercer um bom futebol. No meu tempo era mais precário”, conta.  
Foto: Thiago Gomes/Ag.Pará

Do colosso do Bengui ao Mangueirinho

Inaugurado em 3 de março de 1978, com apenas um lado da arquibancada, o Mangueirão recebeu o nome de Estádio Alacid Nunes. A partir dos anos 2.000, a arena passou por uma ampla reforma. Os dois projetos, tanto da primeira quanto da segunda reforma, foram assinados pelo engenheiro e arquiteto paraense Alcyr Meira. Em 1º de maio de 2002, o Mangueirão foi reinaugurado como Estádio Olímpico do Pará Jornalista Edgar Proença, em homenagem ao grande profissional da crônica esportiva paraense. 

Recentemente, em dezembro, mais uma vez a arena ganhou nova pintura e manutenção elétrica e hidráulica. Novos assentos com cobertura também foram instalados, para dar mais conforto aos jogadores reservas, a jornalistas e a outros profissionais que atuam na cobertura esportiva. Os portões também ganharam catracas eletrônicas.

O gramado mereceu atenção especial: além da manutenção do sistema de irrigação, ganhou descompactação, nivelamento, calagem e adubação especial. Tudo para que o Parazão de 2017 possa acontecer com a estrutura que merece.

A história de cuidados e investimentos públicos constantes dedicados à arena - que tanto fala à alma dos paraenses - é um resumo do grande afeto que Belém guarda pelo desporto. Tanto é assim que o coração de aço, concreto e gramado que pulsa no Bengui deu à luz outro espaço poliesportivo: a Arena Guilherme Paraense - cujo nome homenageia o belenense que foi o primeiro brasileiro a ganhar um ouro olímpico.

Inaugurada em outubro do ano passado, a arena tem capacidade para 12 mil pessoas e conta com uma estrutura moderna, com sistemas de acessibilidade e refrigeração, que proporcionam um espaço confortável ao público.

A Arena Guilherme Paraense, listada hoje entre os mais importantes ginásios do Brasil, já recebeu alguns eventos importantes: o Torneio Quatro Nações de Handebol Feminino, e a partida da Superliga de Vôlei Masculina entre Brasil Kirin e Sesi-SP.

Pelo visto, seguirá cumprindo e ampliando a missão do velho Colosso do Bengui, com o qual compõe hoje o grande complexo poliesportivo planejado para a Augusto Montenegro: abrigar em Belém os ritos, a fé e as grandes passagens da história de amor dos paraenses pelo esporte.  

Mangueirão passa por revitalização para atender calendário esportivo de 2017

O gramado do Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, em Belém, passa por uma revitalização. Os serviços começaram na manhã desta quinta-feira (22) e voltados para o calendário esportivo de 2017, que prevê jogos pelo Parazão, Brasileiros das séries B e C, Copa Verde e Copa do Brasil.

Segundo a diretora do Mangueirão, professora Cláudia Moura, o trabalho inclui descompactação, nivelamento, calagem, adubação com três fatores diferenciados de produtos químicos e manutenção do sistema de irrigação. Em seguida, o gramado passará por um processo de repouso e observação. O trabalho deverá ser concluído até 25 de janeiro, quando o local ficará à disposição da Federação Paraense de Futebol (FPF) e Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para a realização de jogos oficiais. 
Foto: Divulgação/Seel

"A Secretaria de Esporte e Lazer [Seel] se coloca à disposição das entidades organizadoras e coordenadoras do futebol brasileiro, em especial o Campeonato Paraense 2017, para atendê-los da melhor maneira possível. Por isso, estamos cuidando do gramado e todos os demais setores do Mangueirão com o propósito de deixá-lo em consonância com o Estatuto do Torcedor e dar mais conforto ao público e aos jogadores", disse a diretora Cláudia Moura.

Além do gramado, o Mangueirão também recebe serviços de pinturas e manutenção nas partes elétricas e hidráulicas. Novos assentos com cobertura também já foram instalados para dar mais conforto ao quadro de jogadores reservas, jornalistas e demais profissionais que atuam à beira do gramado.

Outra novidade é o sistema de catracas eletrônicas. Os equipamentos foram instalados nas bilheterias de acesso ao Mangueirão, que já possui rede de internet, sistema de monitoramento eletrônico, estacionamento com capacidade para centenas de veículos; o que dá mais segurança ao público que adquire o bilhete do estacionamento juntamente com o ingresso do jogo.

Para realização dos jogos, a diretoria do Mangueirão conta com uma rede de colaboradores que atua nas áreas de policiamento, trânsito, limpeza e conservação, elétrica e hidráulica, monitoramento eletrônico, imprensa, atendimento à saúde com dois ambulatórios e ambulâncias, vigilância sanitária, Juizado da Infância e Juventude e Associação dos Ambulantes do Mangueirão. "Temos esse compromisso com a sociedade e com os torcedores paraenses. O Mangueirão é um patrimônio da nossa cultura arquitetônica, social, templo de torcidas maravilhosas, então, precisamos cuidar para que esse espaço continue aberto e funcionando como ponto de lazer e diversão de todos", destacou Cláudia Moura.

O Mangueirão também é ponto de visitação pública. Quem quiser conhecer o estádio pode mandar e-mail para a Assessoria de Imprensa da Seel ([email protected]) ou pelo telefone 3201-2300.