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Domingo, 09 Mai 2021

Força Estadual fecha dois garimpos clandestinos em Itaituba (PA)

No primeiro garimpo foram encontrados e apreendidos duas motosserras, um revólver calibre 38 acompanhado de 05 munições do mesmo calibre, uma espingarda calibre 16 e 03 munições do mesmo calibre

Parque Nacional da Amazônia aposta no turismo sustentável; saiba como visitar

Criado em 1974, o Parque Nacional da Amazônia leva o nome do bioma que torna o Brasil líder em biodiversidade. Foi o 15º Parque Nacional a ser criado no país e o primeiro a ser criado no bioma amazônico. Também foi o primeiro a ser aberto para visitação e atualmente é o segundo que mais recebe visitantes. No ano passado, o parque nacional recebeu mais de 3 mil visitas e continua crescendo.

O Parque Nacional da Amazônia dispõe de oito trilhas e vários outros encantos que atraem turistas locais, que vem em busca de diversão com banhos nas praias dos rios; e de fora, como observadores de pássaros e esportes de aventura. Entretanto, de acordo com a responsável pelo uso público da Unidade Especial Avançada (UNA), que gere o parque, Lívia Haubert Ferreira Coelho, a UC ainda tem um potencial ainda maior para crescer. Nos últimos meses, a UNA tem passado por capacitações contínuas na área de uso público e já apresenta resultados.  
Foto:Divulgação/ICMBio
No mês passado, por exemplo, Lívia Haubert participou de uma visita técnica aos Estados Unidos. A comissão brasileira, que contava com representantes da Coordenação Geral de Uso Público (CGEUP), visitou parques e florestais nacionais americanas geridas pelo Serviço Florestal Americano e pelo Serviço Nacional de Parques. Lá, eles conheceram metodologias de contagem de visitantes e pretendem implementar uma adaptação à realidade das UCs brasileiras.

Chamada de Rol de Oportunidades de Visitação de Unidade de Conservação (ROVUC), a metodologia consiste em simplificar o plano de uso público das UCs. “O ROVUC será um instrumento mais para o planejamento que de diagnóstico levando em conta a dinamicidade das unidades e a continuidade da gestão”, avalia Lívia.

Também dentro do Projeto “Parceria para a Conservação da Amazônia”, no final de junho passado, a UNA sediou a segunda edição do curso de Planejamento de Uso Público. O curso foi realizado com participação de instrutores norte-americanos do Serviço Florestal dos Estados com experiências em áreas protegidas nos estados de Montana e Carolina do Sul. Dentre os conteúdos apresentados estão escala de planejamento, monitoramento dos planos, trabalho com as incertezas, como construir os planejamentos de maneira participativa e diversificação de visitantes, visando as oportunidades.

Com o curso, gestores de UCs puderam pensar criticamente sobre manejo e planejamento de diversos usos em áreas protegidas brasileiras, ficar atentos às possibilidades de diálogo para desenvolver competências e consequentemente maior confiança na tomada de decisões.

O Parque Nacional da Amazônia foi palco da parte prática do curso. “Com base nestas experiências, iniciamos o processo de revisão do plano de uso público da unidade”, conta Lívia.   
Foto: Divulgação/ICMBio
Potencial turístico

O Parque Nacional da Amazônia possui um grande potencial turístico. Suas corredeiras e praias de rios são bastante utilizadas pelo público local para atividades de lazer. Trilhas com cerca de 20 km de extensão e a relativa facilidade de observação da fauna local (o Parque Nacional possui mais de 10 espécies de primatas, alguns deles sob risco de extinção). O local também é procurado por peregrinos que rumam à Capelinha de São José da Mata, rota seguida pelos fieis há quase cinquenta anos.

O estímulo ao turismo sustentável de maneira ordenada fortalece a economia local, proporciona diversificação e promove autonomia financeira, especialmente para jovens que estão prestes a entrar no mercado de trabalho.

É o caso de Kennedy Alves de Oliveira, de 19 anos. Morador de Itaituba, ele fez parte da primeira turma do ensino médio técnico em Turismo da cidade. Logo depois, ele finalizou o curso de condutor de visitantes para atuar no Parque Nacional da Amazônia.

Agora Kennedy integra o projeto Motivação para o Sucesso de Gestão em Unidades de Conservação (MOSUC). “Este curso abriu portas para mim no mercado de trabalho que não possui muitas opções para os jovens”, diz. Kennedy conta que a capacitação como condutor o auxilia muito em sua formação como futuro biólogo, especialmente na área de ecoturismo, que domina o interesse do jovem.

Além das trilhas e observação de aves, Lívia conta também que as capacitações abriram horizontes novos para atividades para turistas. Uma delas é o boiacross, um esporte propício para ser realizado nas corredeiras do Rio Tapajós. Consiste num equipamento semelhante a uma câmara de pneu de caminhão onde o participante desce as corredeiras, munido, é claro, de material de proteção.

Os primeiros testes devem ser feitos no próximo mês junto à associação de turismo local com os comunitários. "O investimento inicial é de cerca de 400 reais, bem menor do que de outros esportes como o stand up paddle ou o rafting”, afirma Lívia. Durante o período de testes, será verificada a necessidade de outros investimentos e a viabilidade turística para esse esporte.  
Caverna Maroaga | Foto: Fabricio Ferreira Silva / Acervo Pessoal
As capacitações influenciaram no processo de tomada de decisões pela equipe responsável pelo uso público. “Atualmente conhecemos melhor o nosso visitante; sabemos que o observador de aves, por exemplo, costuma passar longos dias no Parque a fim de catalogar a maior diversidade possível de aves. Essas características nos fizeram perceber que precisávamos alterar a forma como fazíamos o monitoramento da visitação”, conta Lívia.

A unidade possui, atualmente 4 áreas de camping. O pernoite no parque é praticado por cerca de um terço dos visitantes, por isso, a UNA trabalha com afinco na estruturação do parque para receber os visitantes com maior comodidade.

Bases

Recentemente, foi finalizada a reforma de uma das duas bases da unidade, a base do Uruá, onde estão os atrativos mais procurados pelos visitantes. A habitação datava da década de setenta e passou por uma reforma profunda com troca dos pisos, do banheiro e do deque do mirante, danificado pelos cupins. A casa está mais arejada, recebeu uma cobertura de manta térmica, possui agora uma varanda com espaço para redes e está muito mais segura.

Em breve, a unidade vai ganhar quatro placas de painéis solares que devem substituir a energia elétrica atualmente vinda de um gerador, o que deve economizar recursos para os cofres públicos. Garantindo energia elétrica, água e melhorando a infraestrutura, Lívia acredita que a unidade vai proporcionar uma melhor experiência para servidores e pesquisadores que precisem utilizar as bases para pernoitar.

“A visitação é uma maneira positiva de integrar a comunidade com a gestão dos parques nacionais, pois podemos mostrar às pessoas a importância da participação delas no processo de gestão e preservação das UCs, como nos conselhos, nas concessões dentre outros processos”, conclui Lívia.  
Foto: Divulgação/ICMBio

Onde fica o Parque?

O Parque Nacional da Amazônia, Unidade de Conservação de Proteção Integral, foi criado em fevereiro de 1974, pelo Decreto n° 73.683, como parte do Programa de Integração Nacional (PIN), logo após a construção da Rodovia Transamazônica, BR-230.

Localiza-se no oeste do Pará, às margens do rio Tapajós, e faz parte do mosaico de Unidades de Conservação da BR-163. O parque é responsável pela proteção de inúmeras nascentes de contribuintes dos rios Tapajós e Amazonas, além de ser habitat de várias espécies ameaçadas de extinção, como a onça pintada, anta e arara juba, animais avistados com certa freqüência no interior da UC.

Há no interior da unidade infraestrutura básica para receber o turista. É possível fazer algumas trilhas sinalizadas no interior da floresta, onde se pode avistar inúmeras espécies de aves. No verão (agosto a dezembro), com a baixa do rio, formam-se os bancos de areia que, junto as águas claras do rio Tapajós, convidam-te para um banho. Do mirante se tem uma bela vista das corredeiras e pedreiras que se afloram no período de seca.

As pessoas que desejarem visitar o parque devem levar alimentação, pois existe a possibilidade de cozinhar, repelente de insetos, protetor solar, botas/tênis para caminhada, chapéu para sol e roupas adequadas. Não existe nenhum ponto de venda nas proximidades, devendo o visitante fazer suas compras nos supermercados em Itaituba. A água potável também é precária, portanto o visitante deve levar água mineral para beber. 
Foto: Divulgação/ICMBio
Como chegar?

Via Aérea: Para visitar o Parna da Amazônia deve-se tomar um avião até a cidade de Itaituba, que é atendida pela empresa aérea Azul.

Via Rodoviária: O acesso a Itaituba também é possível por meio da Rodovia Transamazônica, BR-230, que atravessa a cidade. De Santarém, pode-se tomar um ônibus ou ir de carro pela BR-163 até Rurópolis e no entroncamento seguir a BR-230 até Itaituba.

Via Fluvial: Optando-se pela via fluvial, pode-se ir de navio ou lancha, que saem diariamente da cidade de Santarém para Itaituba.

Acesso do município de Itaituba ao Parque Nacional da Amazônia: Partindo-se de Itaituba sentido Jacarecanga, pela Rodovia Transamazônica, chega-se à primeira base do parque, às margens do igarapé Tracoá, a aproximadamente 53 km do centro da cidade.

A segunda base, próxima ao igarapé Uruá, está a 12 km da primeira, também pela BR-230. Como a rodovia não é asfaltada, o acesso fica mais difícil nos meses chuvosos - de janeiro a maio. Chega-se à unidade também por via fluvial, pelo rio Tapajós, que oferece condições de navegabilidade durante todo o ano, mas deve-se escolher um piloto experiente, que conheça bem a região, devido a travessia das corredeiras, principalmente nos meses mais secos - de agosto a dezembro.

Onde se hospedar?

A cidade de Itaituba oferece uma rede hoteleira razoável, com diárias que variam de R$ 45,00 a R$ 150,00.

No parque existem dois alojamentos na base do Uruá. Um dos alojamentos dispõe de banheiro, cozinha com fogão, dois quartos com camas e redes. Nesse alojamento possui utensílios de cozinha que podem ser utilizados pelos visitantes. O outro alojamento dispõe somente de vão amplo, varanda e sanitário, devendo os visitantes dormirem em redes. O parque não possui energia elétrica, e conta apenas com motor e gerador, que é ligado por algumas horas do dia.

Também existe a possibilidade de acampar, embora não exista infraestrutura propícia para tal, com banheiros, lavanderia, mesas etc.

A base do Uruá também dispõe de um mirante com três sanitários, onde as pessoas também costumam dormir.

Ingressos

Atualmente não são cobrados ingressos aos visitantes, mas é necessário a retirada da Guia de Visitação na sede do ICMBio em Itaituba.

Mais informações pelo telefone (93) 3518-4519.
 

Avião monomotor cai deixando 5 mortos em Itaituba no Pará

Na tarde deste domingo (22), caiu um avião monomotor na cidade de Itaituba, sudoeste do Pará, deixando 5 mortos, como informou o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
      
Foto: Reprodução / Facebook
Segundo a Polícia Militar do Município, a aeronave do tipo Cesna 210, estava participando de uma programação especial alusiva ao Dia do Aviador, que é comemorado hoje (23), e fazia uma apresentação, quando caiu em uma área urbana próxima ao aeroporto da cidade.
Os corpos das cinco vítimas que estavam a bordo e foram levados para o Centro de Perícias de Altamira (PA), já foram identificados. São elas:Diego Patrick Kroetz Alves Rezende, pilotoWeverton Marinho Pereira, co-pilotoJosenilde Silva Oliveira, passageiraRosalina Metilde Santos Werlang, passageiraRoberlania Dantas Marinho, passageiraGARIMPONo último dia 11 de outubro, um avião também caiu em uma área de garimpo, que está a 370 km do município de Itaituba (PA), causando a morte do piloto e deixando um passageiro em estado grave.

Audiências Públicas vão discutir empreendimentos na região do Tapajós

Audiências Públicas para discutir o projeto de Estação de Transbordo de Cargas – ETC Terminal LDC Tapajós – da empresa Louis Dreyfus Company – estão sendo realizadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) nesta terça (4) e quarta-feira (5), nos municípios de Itaituba e Rurópolis, região Tapajós ,no Pará. Outra audiência será realizada no dia 6, também no município de Rurópolis, sobre o Complexo Hidrelétrico Cupari Braços Leste e Oeste e Linhas de Transmissão Associadas – da empresa Cienge Engenharia.

Os eventos têm como objetivo informar às comunidades do entorno dos projetos sobre o Terminal Portuário e o Complexo Hidrelétrico e seus potenciais impactos ambientais e sociais, bem como possibilitar a discussão e o debate sobre os Estudos de Impacto Ambiental e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA-Rima), para subsidiar os pareceres técnicos a serem emitidos pela Semas no licenciamento ambiental.
Foto: Reprodução
Estarão presentes gestores e equipe técnica da Semas, representantes das prefeituras e câmaras municipais, do Ministério Público e da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa), e ainda integrantes das empresas responsáveis pelos empreendimentos e da consultoria Ambientare. O evento é aberto ao público, que terá a oportunidade de manifestações orais e escritas, com dúvidas e sugestões a serem consideradas na análise dos projetos.

Anteriormente, no mês de agosto, a Semas realizou uma série de reuniões prévias com as comunidades de Santarenzinho, Campo Verde, Divinópolis, São José, Águas Lindas, Novo Horizonte e Pebolândia – localizadas na área de influência direta ou indireta dos empreendimentos – para que tomassem conhecimento dos impactos socioambientais que poderão ser gerados com as construções, além de potenciais benefícios.

Após as audiências públicas, considerando o que foi levantado nas reuniões prévias, a análise dos projetos serão submetidas ao Conselho Estadual de Meio Ambiente (Coema), para avaliações sobre a deliberação da licença prévia, que aprova a localização e viabilidade socioambiental dos empreendimentos.

Projetos

A Estação de Transbordo de Carga (ETC) Terminal LDC Tapajós receberá a carga de grãos (soja e milho) vinda das principais regiões produtoras do Centro-Oeste do Brasil por via rodoviária. Os grãos serão armazenados em silos, para posterior embarque nas barcaças ancoradas em um píer flutuante, que navegarão pelos rios Tapajós, Amazonas e Pará, até o município de Barcarena, onde será feita a transferência da carga para navios que levarão o produto para os principais mercados consumidores mundiais.

A movimentação de cargas no Terminal estima um volume máximo de transporte de 9.552.000 de toneladas por ano. O Estudo de Impacto Ambiental da empresa afirma que serão ofertados cerca de 700 empregos diretos durante a primeira fase de instalação do empreendimento e 300 para a segunda fase, com previsão de mais de mil empregos indiretos durante as duas fases. Além disso, o projeto prevê ainda um trabalho de coleta seletiva do lixo produzido no Terminal e a realização de diversos programas, como o de Educação Ambiental.

O Complexo Hidrelétrico Cupari Braços Leste e Oeste será instalado na Bacia hidrográfica do rio Cupari e fornecerá energia local e regional por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN). De acordo com o EIA-Rima, o empreendimento abastecerá 100 mil residências ou 300 mil habitantes, a partir de um conjunto de três pequenas centrais hidrelétricas e uma usina hidrelétrica. Uma linha de transmissão coletará a energia e a conduzirá até a subestação de Rurópolis, conectada ao SIN.

A previsão da empresa é que as obras de funcionamento do Complexo gerem, durante a instalação, mais de dois mil empregos diretos e indiretos. O projeto prevê ainda a realização de programas, entre eles, o de Capacitação e Seleção de Mão de Obra Local, o de Resgate do Patrimônio Histórico e Arqueológico e o de Comunicação Social.

Arco Norte impulsiona setor naval do Amazonas

O escoamento de grãos por meio de uma rota que inicia no porto de Miritituba, no município de Itaituba, e, segue até Barcarena, no Estado do Pará, trecho que compreende o Arco Norte, continua impulsionando a produção naval amazonense. Segundo o Sindicato da Indústria da Construção Naval, Náutica, Offshore e Reparos do Amazonas (Sindnaval-AM), boa parte dos pedidos recebidos pelas empresas da capital devem atender ao transporte de grãos.

O sindicato afirma que neste ano houve redução no volume de demandas de embarcações, mas mesmo assim, o setor prevê encerrar o ano com crescimento estimado entre 10% e 12% em relação ao faturamento contabilizado em 2015. De acordo com o presidente do Sindnaval-AM, Matheus Araújo, o setor naval, assim como os demais segmentos brasileiros, foi atingido pela crise econômica.

Ele explica que o volume produtivo registrado neste ano é inferior ao obtido no mesmo período do último ano e adiantou que mesmo assim a estimativa é de que o setor encerre o ano com crescimento que pode chegar a até 12% em comparação ao faturamento de 2015.

“Estamos reagindo bem, mesmo em meio às dificuldades econômicas. Não estamos produzindo o volume que deveríamos, mas estamos mantendo a média. Os contratos atendem às construções de embarcações para o transporte de grãos por meio do Arco Norte, construção de navios para transportar cargas e também passageiros”, disse Araújo.

O diretor administrativo do estaleiro Erin (Estaleiro Rio Negro Ltda.), Bruno Xavier, relata que os contratos recebidos pela empresa vão atender às rotas do Arco Norte (escoamento de grãos pelos portos do Amazonas, Bahia, Maranhão e Pará). Segundo ele, atualmente o estaleiro trabalha na construção de 16 barcaças e sete empurradores que devem ser entregues até 2017.

Porém, Xavier comenta que por dificuldades de acesso a constituições de garantias financeiras a empresa perdeu novos contratos. Até este mês, a empresa contabilizou redução de 40% no volume de contratos em comparação a igual período de 2015. “A demanda é grande. Porém, há dificuldades para acesso à garantia exigida pelos clientes. Muitos estaleiros fecharam as portas na região Sudeste o que fez com que as seguradoras colocassem restrições para a liberação de seguros, garantias e isso dificulta a viabilização de projetos.

A liberação de financiamentos acontece em processos mais lentos e criteriosos”, relata. “Buscamos parcerias com fundos de investimentos para atender aos clientes”, completa.

Sindicato tenta revitalizar setor

Segundo o Sindnaval, no município de Novo Airão, as dificuldades estão mais expressivas por conta da dificuldade no acesso à madeira extraída de forma legal, ou seja, certificada. Matheus Araújo explica que por falta da matéria-prima, utilizada no processo de fabricação das embarcações, sete estaleiros e mais seis ‘carreiras’ de reparos de embarcações estão com as atividades paralisadas. A indústria, no município, emprega 1,5 mil pessoas. O setor fatura anualmente cerca de R$10 milhões e neste ano Araújo afirma que esse resultado deve chegar a apenas R$2,5 milhões.

“Estamos em busca da revitalização do setor no município por meio de acordos com o governo do Estado. Os estaleiros precisam da madeira para construir e os profissionais também podem atuar no segmento moveleiro. Criamos uma representação do sindicato no município que viabilize os pleitos junto ao governo”, comentou.