Governo Federal realizou operações de expulsão de invasores do território entre 2024 e 2025, mas atividades ilegais continuam, apontam indígenas Munduruku. Análise de imagens de satélite mostram ao menos dez novas áreas de garimpo ilegal na região.
De acordo com o documento, o avanço do garimpo somado ao crítico cenário climático, segundo os pesquisadores, agravam os riscos aos territórios, à saúde e aos modos de vida indígenas.
Ação judicial requer também a implantação de um programa regional de monitoramento com abrangência nos estados do Amazonas, Rondônia e Roraima, segundo proposta do MPF.
Espetáculo teatral, 'Erenilda' é inspirado em mulheres do antigo Garimpo de Araras aborda violência, sobrevivência e impactos da exploração dos territórios amazônicos.
Permissão de cooperativa declarou a retirada de 4,5 kg de ouro da área e movimentou mais de R$ 2 milhões na venda do mineral, mas monitoramento remoto e sobrevoo não encontraram atividade garimpeira.