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Sábado, 08 Mai 2021

Doze municípios do Amazonas entram para lista de Estado de Atenção

No Amazonas, 12 municípios entraram para a lista de 'Estado de Atenção' em função da enchente dos rios nas calhas do Purus e Juruá, que aumentou em função das chuvas na região. A Defesa Civil do Amazonas acompanhada a situação por meio do centro de monitoramento e alerta do órgão.

Quarta família é desalojada em Porto Velho em função do nível do Rio Madeira

Mais uma família foi retirada de casa no Bairro São Sebastião II, em Porto Velho (RO), devido ao avanço do Rio Madeira nesta terça-feira (20). O nível do rio atingiu 16,06 metros. Segundo a Defesa Civil municipal esta é a quarta família desalojada pela cheia em menos de uma semana. 

Quarta família é desalojada em Porto Velho em função do nível do Rio Madeira

Mais uma família foi retirada de casa no Bairro São Sebastião II, em Porto Velho (RO), devido ao avanço do Rio Madeira nesta terça-feira (20). O nível do rio atingiu 16,06 metros. Segundo a Defesa Civil municipal esta é a quarta família desalojada pela cheia em menos de uma semana. 

Aplicativo para alertar sobre níveis dos rios é lançado no Acre

As primeiras famílias afetadas pela enchente do Rio Acre, em Rio Branco (AC), deram entrada no Parque de Exposições Wildy Viana, nesta segunda-feira (19). 
O manancial marcou 14,23 metros na medição das 9h desta terça-feira (20). Para ajudar, a prefeitura de Rio Branco lançou ainda nesta segunda, o aplicativo 'Nível do Rio', que monitora a situação dos rios Acre, Iaco e Madeira. 

Rio Acre ultrapassa cota de transbordo em Rio Branco

O Rio Acre ultrapassou a cota de transbordo de 14 metros em Rio Branco (AC) nesta segunda-feira (19). Com 14,12 metros a enchente do rio atingiu três bairros da capital acriana. Segundo a Defesa Civil, o aumento foi 86 centímetros entre este domingo (18) e hoje. 

Força-tarefa presta assistência a famílias afetadas pelas enchentes no Pará

As equipes da Defesa Civil do Estado, em parceria com as defesas civis municipais e Exército, continuam atuando nas áreas afetadas pelas cheias na região sudeste do Pará. Durante toda esta sexta-feira (16), os agentes trabalharam na retirada das famílias atingidas pela enchente para locais seguros, entregaram mantimentos e também emitiram alertas para o caso de novas ocorrências. Além disso, o monitoramento de todas as áreas vem sendo feito 24 horas na sala de situação, localizada na sede do Corpo de Bombeiros de Belém, onde satélites mostram as áreas afetadas e onde são acionados os órgãos sobre as ações necessárias.

As famílias desabrigadas já começaram a receber o benefício eventual por meio das secretarias Estadual e Municipal de Assistência Social. Ao todo, sete municípios já decretaram situação de emergência: Marabá, Eldorado do Carajás, Cumaru do Norte, Rio Maria, Bannach, Xinguara e Água Azul do Norte.
Foto: Reprodução/Ag. Pará

O subcomandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Augusto Lima, explica que as secretarias de Estado vêm trabalhando conjuntamente para atender a população afetada. “Estamos monitorando tudo da sala de situação. A partir daí, todo o trabalho preventivo, de resposta e reconstrução, é feito com as informações que chegam. Em caso de eventos adversos, todo o sistema de resposta é acionado, sendo ele municipal, estadual ou até mesmo da União. Somos os responsáveis por avisar todos dos problemas e iniciar as ações”, detalha. A Secretaria de Transportes (Setran) é responsável por recuperar o tráfego em locais afetados. Cinco estradas paraenses foram atingidas com as chuvas. O trabalho está concentrado para manter tráfego fluindo.

No sul e sudeste paraense, a Defesa Civil do Estado atua com o apoio dos efetivos do Corpo de Bombeiros de Marabá, Redenção, Parauapebas e Canaã dos Carajás. Em cada unidade, 12 bombeiros por cada plantão integram a equipe de socorro. Na sala de situação, em Belém, seis técnicos orientam as prefeituras com apoio de representantes da Polícia Militar, Setran, secretarias de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster) e de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop) e Secretaria Extraordinária de Municípios Sustentáveis (Semsu).

Previsão

A Coordenação de Meteorologia e Hidrologia da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) prevê que chuvas deverão dar uma trégua nos próximos dois dias na região afetada pelas enchentes. Os prognósticos para os próximos sete dias apontam redução das chuvas, porém a orientação é para que as famílias ainda não voltem para casa. O rio Tocantins, em Marabá, que apresenta a situação mais preocupante, baixou 11 centímetros até esta sexta-feira.

“Com a redução das chuvas, o nível do rio Itacaiúnas, em Marabá, por exemplo, deve ficar estacionado em dez metros até que as chuvas nas cabeceiras do rio cessem. Tudo isso tem sido ocasionado pelo fenômeno La Niña, que agiu de forma intensa na região central do Brasil e atingiu as principais bacias hidrográficas do Tocantins e do Araguaia, aumentando o nível dos rio nas cidades de Marabá, Parauapebas e Conceição do Araguaia”, explica o coordenador de Meteorologia e Hidrologia da Semas, Saulo Carvalho.

Segundo Saulo, há três anos não chovia tanto nas regiões afetadas. “Tivemos uma diminuição entre 2015 e 2017. Esse ano o cenário mudou. Vieram as chuvas acima do esperado. Vale lembrar que dentro de uma série história dos últimos 50 anos, em apenas nove os rios não atingiram a cota de alerta (correspondente a dez metros)”, esclarece.

Além da sala de situação, o Centro Integrado de Monitoramento Ambiental (Cimam) auxilia no monitoramento do tempo e do clima no Pará, fornecendo informações para outros órgãos que atuam nessa força tarefa. “Essas informações ajudam a diminuir os prejuízos, munindo os órgãos parceiros de informações do monitoramento de desastres naturais hídricos e mantendo contato direto com a Defesa Civil para antecipar os eventos e a mitigação dos impactos nas regiões afetadas”.

Municípios afetados pelas chuvas no Pará: Quatipuru, Rio Maria, Tucuruí, Eldorado dos Carajás, Parauapebas, Santa Maria das Barreiras, Trairão, Água Azul do Norte, Bannach, Cumaru do Norte, Jacareacanga, Marabá, Oriximiná, Rio Maria e Xinguara.

Municípios que decretaram situação de emergência: Marabá, Eldorado do Carajás, Cumaru do Norte, Rio Maria, Bannach, Xinguara e Água Azul do Norte.

No Amazonas, produtores de farinha na calha do Rio Madeira aceleram produção

O nível do Rio Madeira, no Amazonas, sobe diariamente, em média, entre quatro e cinco centímetros na região entre os municípios de Manicoré e Novo Aripuanã. O nível do rio já ultrapassou a do ano passado neste período e com a antecipação da cheia, os agricultores estão preocupados com a produção da farinha de mandioca. A reportagem é de Walter Filho com narração de Ana Maria Reis.

Rio Acre atinge 13,08 metros e preocupa autoridades em Rio Branco

Nas últimas duas semanas choveu 60% a mais do que o esperado em Rio Branco (AC) este mês. O acumulado de chuvas previsto era de 280 milímetros, mas já chegou à 277,6 milímetros. Com isso, o nível do Rio Acre subiu para 13,08 metros. A cota de alerta é de 13,50 metros e a de transbordo é de 14 metros. Este nível preocupa autoridades da capital e alerta já foi emitido pela Defesa Civil e pelo Corpo de Bombeiros.

Defesa Civil no Acre está em alerta com enchente do Rio Acre

A Defesa Civil no Acre e o Corpo de Bombeiros estão em alerta com a enchente do Rio Acre. A cota de alerta é de 13,50 metros e já atingiu, nesta quarta-feira (14), cota de 12,32 metros. Com as chuvas que iniciaram na noite de terça-feira (13) em Rio Branco, atividades do Carnaval foram encerradas mais cedo. Mais de 140 ocorrências, como desabamentos, foram registradas nesta madrugada.

Enchente em Guajará-Mirim em 2018 não será na proporção de 2014, aponta Defesa Civil

O nível do Rio Mamoré na fronteira de Guajará-Mirim em Rondônia, com a Bolívia,  estava 9,94 metros até esta quarta-feira (24). A Defesa Civil destacou que a enchente pode acontecer, mas não na proporção de 2014, quando desabrigou pelo menos 500 famílias.

Monitoramento do Rio Madeira em Rondônia é intensificado pela Defesa Civil do Acre

A Defesa Civil do Acre realiza vistorias ao Rio Madeira no Distrito de Abunã, em Rondônia, em um trecho da BR-364, que liga os dois Estados. Em 2014 a área alagou e levou à cheia história, com o isolamento do Acre por via terrestre. O acompanhamento faz parte de uma série de ações para elaborar estratégias para uma possível cheia. Segundo Carlos Batista, coordenador da Defesa Civil acriana, o Rio Madeira mantém o mesmo nível há dias e a situação não é preocupante.

Nível do Rio Acre diminui em Rio Branco após duas semanas

Apesar da enchente rápida nas duas últimas semanas, o Rio Acre, em Rio Branco (AC), apresentou vazante. O manancial alcançou 12,26 metros nesta segunda-feira (22). Boxes construídos pela prefeitura e governo seguem montados para abrigo de famílias. Já o Rio Madeira, na região do Abunã, que chegou `20,74 m, preocupa as autoridades. 

Decisão judicial determina remoção de ribeirinhos do Distrito de Abunã, em Rondônia

Uma decisão judicial da 4ª Vara Federal de Brasília, de 12 de dezembro de 2017, determina que a remoção de todos os ribeirinhos do Distrito de Abunã, em Rondônia. A decisão é do juiz Itagiba Catta Preta Neto e realocação deve ser feita até dia 11 de abril. Justificativa dada pelo juiz é a enchente na região.

Comunidades no Amazonas recebem treinamento para lidar com desastres naturais

Diversas comunidades no Amazonas recebem treinamento para se preparar e lidar com desastres naturais. O objetivo é reduzir os impactos causados pelos fenômenos da enchente e vazante dos rios na região. O secretário adjunto da Defesa Civil do Amazonas, Hermógenes Rabelo, explica que em muitos casos a própria população ribeirinha pode ajudar.

Defesa Civil de Rio Branco alerta que nível do Rio Acre deve voltar a subir esta semana

Uma nova elevação das águas do Rio Acre pode ocorrer na capital acriana, Rio Branco, nesta semana. A informação é da Defesa Civil Municipal. Em Rio Branco, o volume do manancial saiu de 12,48 metros na manhã desta terça-feira (16) para 12,39 metros às 15h, mas mesmo com a leve vazante, a defesa lembra que ainda há a influência das chuvas na enchente.

Marinha e Defesa Civil acompanham nível do Rio Mamoré em Guajará-Mirim

A Marinha do Brasil, em Guajará-Mirim (RO), tem acompanhado diariamente o nível do rio Mamoré, na fronteira com a Bolívia. Último registro da régua fluviométrica marcava 9,48 metros, nesta semana, e a marcação da cota de segurança é de 11,5 metros. Quando atinge esta cota  é situação de alerta máximo, com risco de haver inundações.

Chuvas preocupam no período da enchente do Rio Negro em Manaus

As chuvas em Manaus (AM) neste início de ano já deixam a população em alerta em relação ao nível dos rios. Até o momento, a subida é normal para o período, mas ainda assim há preocupação com o Rio Negro, que sobe de oito a 10 centímetros por dia.

Rio Madeira é monitorado para prevenir cheia no Acre

Os Bombeiros e a Defesa Civil do Acre têm monitorado o Rio Madeira em Rondônia para acompanhar o comportamento do rio e pensar ações para a enchente deste ano. Em 2014, o Rio Madeira registrou cheia histórica e o Acre ficou isolado por via terrestre.

Enchente do rio Negro muda rotina de trabalhadores em Manaus

Com o fim da vazante do Rio Negro em Manaus (AM) em 6 de outubro, quando o nível do rio chegou à 17,34 metros, a enchente já começa a refletir na rotina dos trabalhadores, principalmente na área da orla da Manaus Moderna, no Centro. Nesta quarta-feira (22), de acordo com dados do Porto de Manaus, o rio subiu cinco centímetros e já chegou à 18,92 metros. Em 2016, na mesma data, o nível registrado foi de 17,83 metros.

Rio Negro sobe mais de 90 centímetros e passa de 18,70 metros em Manaus

O nível do Rio Negro ultrapassou a marca dos 18,70 metros no Porto de Manaus na sexta-feira (17). A elevação já pode sinalizar o fim da vazante, segundo informações Serviço Geológico do Brasil (CPRM). A cota de inundação do Rio Negro em Manaus é de 29 metros.