A pesquisa fornece dados técnicos para identificar regiões com maior potencial de recuperação ambiental e apoiar definição de prioridades no Plano de Recuperação da Vegetação Nativa do Pará.
A nova espécie de fungo foi identificada, em 2023, na casca de uma espécie madeireira nativa da Amazônia. Testes realizados desde então indicam dupla funcionalidade.
A técnica contribui para fortalecer a identidade territorial e cultural dos cafés indígenas amazônicos, ampliando o acesso a mercados de cafés especiais.
A pesquisa comparou ainda a piscicultura com outras atividades agrícolas, como pecuária bovina, suinocultura e avicultura, e mostrou que é possível produzir a mesma quantidade de proteína usando menos área.
O estudo reforça que a piscicultura com espécies nativas ajuda a combater uma das principais críticas às atividades produtivas na região: a necessidade de expansão de terra e a sua associação com o desmatamento.