Sidebar Menu

Manaus 30º • Nublado
Terça, 11 Mai 2021

SEC realiza nova audição para o Grupo Vocal dos Corpos Artísticos

A fim de melhor atender às necessidades em apresentações do Grupo Vocal dos Corpos Artísticos (GVCA), a Secretaria de Estado de Cultura (SEC) realizará, no próximo dia 19, uma nova audição externa para aumentar o número de coralistas. A seleção acontecerá no Centro Cultural Palácio da Justiça, localizado na avenida Eduardo Ribeiro, 901, no Centro, das 14h às 17h. A inscrição é gratuita.
 


São 44 vagas disponíveis, sendo 8 para soprano, 14 para contralto, 11 para tenor e 11 para baixo. As inscrições serão realizadas no dia e local da audição, conforme ordem de chegada. Para participar, o candidato deve ter idade mínima de 18 anos e levar cópia do RG.


Foto: Divulgação


A avaliação consistirá em uma entrevista para pré-seleção dos candidatos, teste vocal/vocalises e execução de uma peça de livre escolha, erudito ou popular (o candidato deverá levar três cópias para os membros da banca). Serão avaliados: afinação; presença e postura; desenvoltura e interpretação.


A banca será formada por Otávio Simões, regente titular do Coral do Amazonas; Jhonny Meurer Carvalho, regente titular do Grupo Vocal dos Corpos Artísticos; e Juremir Vieira, preparador vocal do Coral do Amazonas e do GVCA.


O resultado será divulgado no dia 21 de outubro, por meio das redes sociais oficiais da SEC. Os selecionados deverão comparecer aos ensaios do GVCA que acontecem terça, quinta e sábado, das 14h às 17h, no Centro Cultural Palácio da Justiça.

Coral Infantil do Liceu Claudio Santoro abre 30 vagas em Manaus

Iniciam, a partir desta segunda-feira (1), as inscrições para a audição externa do Coral Infantil do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro. A audição acontece no dia 10 de abril, das 14h às 17h, na sede do Liceu, localizado no Sambódromo, Zona Centro-Oeste.


As inscrições são gratuitas e poderão ser realizadas das 8h às 12h e das 13h às 17h, no Bloco F do Sambódromo. O candidato deve ter entre 7 e 12 anos, apresentar RG ou Certidão de Nascimento, comprovante escolar e estar acompanhado de um responsável legal.

Foto: Divulgação
 
Vagas e audição
Ao todo, serão ofertadas 30 vagas. Durante a audição, o candidato deverá apresentar um repertório de livre escolha que será julgado por uma mesa formada pelo regente do Coral, Isaías Monteiro; a soprano Dhijana Nobre e o pianista Dorivan Leite.


A nota base para a qualificação é a partir de 6. Quem não obter a nota, mas tiver conhecimento suficiente para aprovação irá para o cadastro reserva e será chamado conforme desistência dos candidatos. O resultado será divulgado em até dois dias e a secretaria do Liceu entrará em contato com o candidato para a realização da matrícula.


De acordo com Isaías Monteiro, regente do Coral, os pais contam que as crianças, após assistirem às apresentações do Coral Infantil, demonstram interesse em participar do grupo.


“Estamos com uma expectativa grande em relação aos alunos novos. Sempre que termina uma apresentação muitas pessoas nos procuram para saber mais sobre o Coral, ou como fazer para ingressar. Sempre pedimos para que se preparem para este momento, que é a audição”, ressalta.


Ainda segundo o regente do Coral, a maioria dos pais conta que os filhos se desenvolvem mais socialmente após iniciar as aulas. “Nós recebemos feedback muito positivo dos pais. Algumas crianças, que eram tímidas, melhoram bastante a comunicação e a timidez após o Coral. Esse é um dos benefícios que o canto oferece”, explica Isaías Monteiro.

Os Corais da Amazônia estão protegidos por mais um período, diz Greenpeace

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) retirou blocos de exploração na bacia da foz do Amazonas da 15ª Rodada de Licitação de Petróleo e Gás, que acontece em 2018. A oferta de blocos foi postergada para 2019.
Ao longo deste ano, ONGs como o Greenpeace mostraram os riscos associados a projetos de petróleo na região, juntamente com a comunidade científica, comunidades locais e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). A decisão é uma grande notícia para os Corais da Amazônia e impede, pelo menos por mais um ano, que novas empresas tentem explorar petróleo na região.     
Foto: Divulgação / Greenpeace
Em 29 de agosto deste ano, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) da francesa Total já havia sido rejeitado pelo Ibama devido a preocupações relacionadas aos riscos e possíveis impactos de um derramamento de óleo nos corais, em espécies ameaçadas de extinção ou ainda nem descobertas que lá habitam, em países próximos, e em comunidades que dependem da saúde do oceano para viver. A Total e a britânica BP admitiram em seus estudos que há até 30% de chances de que o petróleo atinja o recife de corais em caso de derramamento de óleo. A Total ainda tem uma última chance para obter a licença com a apresentação de um novo estudo de impacto.
LicitaçõesAs Rodadas de Licitações são leilões por meio dos quais o governo concede o direito de explorar e produzir petróleo e gás natural no Brasil. Foi na 11ª rodada, em 2013, que a Total e a BP obtiveram seus blocos para perfurar petróleo perto dos Corais da Amazônia. Depois disso, iniciou-se o processo de licenciamento ambiental, que inclui o EIA  e audiências públicas com as comunidades locais - as audiências públicas da BP estão sendo realizadas neste mês, nos dias 9, 11 e 13, em Belém (PA), Macapá e no Oiapoque, no Amapá.    
Foto: Divulgação / Greenpeace
A retirada da oferta de novos blocos na bacia da foz do Amazonas foi devido à demora no processo de licenciamento ambiental pelas empresas do setor.  “Até agora a Total e a BP não foram capazes de apresentar estudos de impacto ambiental adequados para justificar a viabilidade de seus projetos, pois não conseguiram provar que a perfuração perto dos corais não representará um grande risco para este bioma incrível e inexplorado. Qualquer petrolífera que tentar perfurar a região enfrentará os mesmos problemas”, afirma Thiago Almeida, especialista em energia do Greenpeace Brasil.Recife de Corais da AmazôniaSão 9,5 mil quilômetros quadrados de formações, que incluem esponjas gigantes com mais de 2 metros de comprimento e algas calcárias, chamadas de rodolitos.     
Foto: Divulgação / Greenpeace
O recife de corais foi apresentado em abril de 2016, com a publicação de um artigo por um grupo de cientistas. Eles consideraram os corais da Amazônia como um novo bioma marinho, que vai do Brasil até a Guiana Francesa. E estão ainda aprofundando os estudos sobre isso e sobre as novas espécies encontradas ali.Conforme o artigo, é um recife de corais escondido em uma região onde ninguém imaginaria ser possível. Quase nenhuma luz chega até ele porque na superfície do mar está uma água barrenta trazida pelo Rio Amazonas. Por isso, encontrar um recife com vida marinha rica e diversificada era pouco provável.

Greenpeace divulga mais imagens inéditas dos corais da Amazônia

Imagens dos corais da Amazônia captadas neste sábado (28), do submarino lançado do navio Esperanza, na costa do Amapá. Foto: Divulgação/Greenpeace
O Greenpeace divulgou nesta segunda-feira (30) mais imagens inéditas dos corais da Amazônia, formação de recifes com 9.500 quilômetros quadrados (km²) na costa do Amapá, entre o Maranhão e a Guiana Francesa. As fotos mostram mais detalhes sobre a vida submarina encontrada por cientistas no local. As primeiras imagens foram divulgadas neste sábado (28), quando a expedição teve início.
Imagens dos corais da Amazônia captadas neste sábado (28), do submarino lançado do navio Esperanza, na costa do Amapá. Foto: Divulgação/Greenpeace
O submarino de dois lugares, tripulado pelo piloto John Hocevar, da campanha de Oceanos do Greenpeace Estados Unidos, e pelo professor de Biologia Marinha Ronaldo Francini Filho, da Universidade Federal da Paraíba, em duas horas de mergulho, localizou um paredão de carbonato de cálcio a 220 metros de profundidade e a mais de 100 km da costa brasileira.
Imagens dos corais da Amazônia captadas neste sábado (28), do submarino lançado do navio Esperanza, na costa do Amapá. Foto: Divulgação/Greenpeace
No recife, foram observados corais, esponjas e rodolitos (algas calcárias), peixes como o atum e a cioba e peixes herbívoros, o que comprova a presença de algas, apesar da pouca luz do sol que chega até lá. “Ali existe um ecossistema bem diverso. Em boa parte do recife, o chão é cheio de vida. Estou me sentindo como alguém que volta de outro planeta”, conta Ronaldo. O mais surpreendente para o cientista foi ver alguns peixes-borboletas que segundo ele, podem ser de uma nova espécie.
Imagens dos corais da Amazônia captadas neste sábado (28), do submarino lançado do navio Esperanza, na costa do Amapá. Foto: Divulgação/Greenpeace
Para Thiago Almeida, da campanha de Energia do Greenpeace Brasil, as imagens mostram o que está em risco caso empresas explorem petróleo na região. “Ainda pouco conhecemos esse ecossistema e um vazamento poderia ser desastroso. Um dos blocos de petróleo está a apenas oito quilômetros do recife. Devemos defender toda a região da bacia da foz do rio Amazonas da ganância corporativa que coloca o lucro à frente do meio ambiente. Os processos de licenciamento ambiental já estão a caminho", afirma.
Imagens dos corais da Amazônia captadas neste sábado (28), do submarino lançado do navio Esperanza, na costa do Amapá. Foto: Divulgação/Greenpeace
De 23 de janeiro a 10 de fevereiro, uma equipe do Greenpeace e de cientistas estará na costa do Amapá, a bordo do maior navio da organização, o Esperanza, para registrar as primeiras imagens deste novo bioma, cuja descoberta foi anunciada ao mundo apenas no ano passado. A expedição faz parte da campanha 'Defenda os Corais da Amazônia', que pede que as empresas Total e BP cancelem seus planos de explorar petróleo na Foz do Amazonas. 
Imagens dos corais da Amazônia captadas neste sábado (28), do submarino lançado do navio Esperanza, na costa do Amapá. Foto: Divulgação/Greenpeace  
Imagens dos corais da Amazônia captadas neste sábado (28), do submarino lançado do navio Esperanza, na costa do Amapá. Foto: Divulgação/Greenpeace  
Imagens dos corais da Amazônia captadas neste sábado (28), do submarino lançado do navio Esperanza, na costa do Amapá. Foto: Divulgação/Greenpeace