O que funciona para o Brasil, evidentemente é válido para a Amazônia. E, desta forma, como excluir a rodovia BR-319 e o sistema rodofluvial regional desse contexto?
A bioeconomia que o mundo diz querer da Amazônia só faz sentido se produzir um resultado básico: dignidade e renda para quem mora e vive na floresta e da floresta.
Rodovias e ferrovias são essenciais para o desenvolvimento socioeconômico, atuando como principais modais de transporte para cargas e passageiros na maioria dos países, conectando regiões.
Raposo Tavares permanece, assim, entre o mito e a sombra. Um personagem que ajudou a mapear o Brasil, mas também expôs as cicatrizes da colonização em território ancestral ameríndio.
Obras de pavimentação na BR-319. Foto: Reprodução/DNIT
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2026, sancionada pelo presidente da República, fixou o Orçamento total da...