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Sábado, 08 Mai 2021

Cosanpa abre inscrições para curso gratuito a moradores de Castanhal

Para este curso serão disponibilizadas 20 vagas. O período de inscrições será do dia 17 a 20 de novembro, de 8h às 11h30.

Emater discute fortalecimento da produção de pimenta do reino no Pará

Um dos objetivos é desenvolver os serviços utilizando a metodologia participativa, no contexto da Política Nacional de Ater (Pnater).

Mangueirão está preparado para receber as semifinais do Parazão 2020

Como parte do protocolo de segurança, nesta terça-feira, 50 profissionais envolvidos na organização e operacionalização do jogo foram submetidos ao teste rápido para detecção de Covid-19

Fundo Amazônia: Nova usina de castanha em Beruri deve produzir 200 toneladas/ano

Castanha do Brasil, castanha da Amazônia... seja qual for o nome, a castanha é uma das principais e mais rentáveis cadeias produtivas do Estado, com forte impacto na economia. Comunidades e associações de extrativistas por todo o Amazonas contribuem para fazer dela um importante arranjo produtivo, recebendo inclusive incentivos por meio de parcerias entre poder público, institutos e a Fundação Amazonas Sustentável (FAS). É o que acontece em Beruri, a 173 quilômetros de Manaus, tanto na sede como em comunidades na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Piagaçú-Purus e em terras indígenas.

Polícia descobre túnel usado para desviar energia em Castanhal (PA)

O esquema de desvio de energia elétrica era feito numa indústria de fabricação de polpas de frutas, localizada na rodovia PA-136, em Castanhal, nordeste do estado. O túnel escondia três cabos de alta-tensão que eram usados na ligação clandestina.
Há cerca de 30 dias, a Polícia Civil monitorava junto à Celpa – Centrais Elétricas do Pará o consumo de energia da "Amazon Polpas", que atua principalmente com a exportação de açaí. A concessionária constatou a existência de desvio de energia elétrica, pois o consumo registrado não era compatível com o porte da empresa.
Segundo a Polícia Civil, a ligação clandestina era ativada todos os dias, sempre à noite, por volta de sete horas, e ficava ligada até as cinco horas da manhã do dia seguinte. Aos finais de semana, a energia elétrica era desviada desde o início da noite de sábado até o final da madrugada de segunda-feira.
Foto: Divulgação / PC PA
Estimativas da Celpa são de que a indústria deixava de pagar, em média, 100 mil reais por mês.
O proprietário será responsabilizado judicialmente por furto qualificado, além de ser multado e ter o fornecimento de energia da indústria interrompido até a regularização.