Sidebar Menu

Manaus 30º • Nublado
Segunda, 10 Mai 2021

‘Bella Causa’ estimula doações de itens básicos na Copa Rede Amazônica de Futsal 2020

Comprometida com a causa social, a 22ª edição da Copa Rede Amazônica de Futsal começa nesta terça-feira (7), com quatro jogos na rodada de abertura. A partir das 18h30, a Arena Amadeu Teixeira, em Manaus, receberá o desfile dos participantes e apresentação da Campanha Bella Causa, que tem o objetivo de dar visibilidade à luta contra a violência e abuso sexual sofrido por crianças na região Norte. 

Foto: Rômulo Almeida/Rede Amazônica
"A Copa Rede Amazônica de Futsal é um evento tradicional do Grupo, e que hoje é um projeto da Fundação Rede Amazônica (FRAM) com cunho social. Além da condição social do esporte, a Copa está aplicando algumas atividades durante o campeonato, como a arrecadação de itens de donativos", conta Marcya Lira, secretária geral da FRAM.


A campanha Bella Causa dentro da Copa Rede Amazônica de Futsal começou no momento das inscrições, onde as equipes precisaram doar leite e um brinquedo para garantir a participação no campeonato.


"Tudo arrecado no momento das inscrições já está separado para doação. O leite será doado para uma instituição que atende idosos e os brinquedos vão para a Casa da Criança", conta Márcya.


Ainda segundo a secretária geral, a proposta do campeonato esse ano é transformá-lo em um evento socialmente responsável. "Durante os jogos nas quadras haverão frases de impactos, porque queremos apresentar a proposta da campanha Bella Causa, como um movimento que apoia a proteção à criança da região. Vamos falar muito claramente sobre a exploração sexual, para quem estiver presente ou acompanhar as transmissões por nossos veículos de comunicação", conta.


Foto: William Costa/Portal Amazônia
Torcidas



Uma novidade para as torcidas é o Prêmio Bella Causa, que reconhecerá a torcida que mais estiver engajada na doação de itens de higiene e limpeza para a campanha.


"Durante todo o campeonato, as torcidas vão poder levar itens de higiene e limpeza, como papel-higiênico, creme dental, colônia, pente, lenço umedecido, desodorante, shampoo, escova de dente, hidratante, filtro solar, fralda e outros. Ao final do campeonato, a torcida que levar o maior número de itens receberá o prêmio da campanha", disse Marcya.


A organização também receberá doações de pessoas que queiram contribuir com a Bella Causa. Basta levar, durante o horários das partidas, os itens de higiene ao Ginásio do Clube do Trabalhador – SESI, no Coroado, onde acontecerão os jogos da competição. Os jogos da roda de abertura e encerramento, na Arena Amadeu Teixeira. Um representante da equipe de organização estará recebendo os donativos.


O Melhor da Rodada



Com os times em campo e tudo sendo registrado pelas torcidas, o programa 'Melhor da Rodada ' será a oportunidade que os jogadores terão de se ver na televisão. O Canal Amazon Sat, comprometido com a campanha Bella Causa e a região amazônica, além de grande incentivador do esporte na Amazônia, levará ao ar um programa descontraído, com informações da rodada da semana.


"É um programa produzido aqui pelo canal Amazon Sat, que trata dos bastidores da Copa Rede Amazônica de Futsal 2020. Então, com muita descontração e informação, falando sobre os destaques da rodada da semana, além de entrevistas com os atletas, treinadores e um resumão dos jogos. Estamos produzindo um programa como se fosse uma grande resenha da rodada", conta o gerente de programação e conteúdo do Amazon Sat, Anderson Mendes. 


Foto: Reprodução/Amazon Sat
Apresentado pelo radialista Ronaldo Lima, o 'Melhor da Rodada' começa no domingo (12) e segue no ar aos domingos, a partir das 11h (horário de Manaus), na tela do Amazon Sat, até o final da competição. Os horários alternativos serão aos domingo, 19h e quintas-feiras, as 9h e 17h.


Para acompanhar os resultados da Copa, acesse: coparamdefutsal.com.br.

Ponta Negra recebe Caminhada pelo Fim da Violência contra a Mulher, neste domingo

O Grupo Mulheres do Brasil, por meio do seu Comitê de Combate à Violência contra a Mulher convoca toda a sociedade a se unir por uma causa que diz respeito a todo mundo: o fim da violência contra a mulher. E é com esse intuito que será realizada neste domingo (8), no Brasil inteiro e também no exterior, a 3ª Caminhada pelo Fim da Violência contra a Mulher. Em Manaus, a mobilização começa às 9h, e acontecerá no complexo turístico da Ponta Negra, na Zona Oeste.

Bella Causa: parceria entre Fundação Rede Amazônica e Samsung entrega kits ao TJAM

A campanha Bella Causa, que tem o objetivo de dar visibilidade à luta contra a violência e abuso sexual sofrido por mulheres na região Norte, é uma das ações desenvolvidas pela Fundação Rede Amazônica (FRAM), e, nesta quinta-feira (10), deu um passo importante de apoio à causa. Em parceria com a Samsung SDS, foram deixados kits lúdicos na Sala do Anjo do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), por onde passam as crianças e adolescentes vítimas de abuso, durante a escuta.

Foto:William Costa/Portal Amazônia

A ação mobilizou funcionários da Samsung SDS (braço da empresa que trabalha transporte e logística), que durante semanas arrecadaram materiais de pintura, desenho e massinhas de modelar para criação dos kits lúdicos, que foram deixados para distribuição no TJAM. Vanessa Tenório, analista de Recursos Humanos (RH), ressalta que a empresa está engajada e preocupada com causas sociais.


"A empresa [Samsung] está sempre preocupada com responsabilidade social, é o papel dela também, e nós estamos sempre com ações socais em datas como o Dia das Crianças e Natal, e essa parceria com a FRAM veio no momento certo. Abraçamos a causa, e hoje entregamos os kits", disse.



Para a secretária da FRAM, Márcya Lira, o momento não é só de deixar o registro com a entrega dos kits, mas


"É com muita satisfação que realizamos mais essa ação. Estamos, como um Grupo Rede Amazônica, preocupados com essa Bella Causa, que deve ser uma pauta diária, para falarmos da importância de não nos calarmos, e nos comprometemos, a partir dos nossos veículos de comunicação, e além de darmos voz, quando nos unimos impactamos na vida das pessoas", disse.
Foto:William Costa/Portal Amazônia

A juíza Articlina Oliveira Guimarães, titular da 2.ª Vara Especializada em Crimes Contra a Dignidade Sexual de Crianças e Adolescentes, e responsável pela 'Sala Anjo' do TJAM, ressaltou que a oportunidade de parceria com a FRAM e Samsung dará mais visibilidade à causa.


"É de fundamental importância, essa parceria com a FRAM, por exemplo, vai fazer com o que um tema tão importante seja divulgado, e que a informação chegue às pessoas. Muitas vezes as vítimas são vítimas porque seus familiares não estão com olhar atento para pessoas da família, e lá estão os maiores índices de abuso", conta.


Sobre a realidade dos abusos, a juíza ainda ressalta que há mudanças drásticas de comportamento e a sexualidade passa a ser mais exposta nas atitudes da criança.


"Especialmente a violência sexual, a criança muda drasticamente de comportamento, primeiro ela fica muito quieta, não quer estudar, não tem ânimo, entra em depressão, dá sinal de atitudes sexuais. Crianças de 7 ou 8 anos, geralmente não se toca, e aquela que está sendo vítima de abuso, normalmente, começa a se tocar e achar sexo natural, ela fala sobre isso com naturalidade. Os pais precisam estar atentos à esses sintomas, e não desacreditar das crianças", ressalta a juíza.

Foto:William Costa/Portal Amazônia

A juíza disse ainda, durante sua fala ao plenário, que em 2018, através do 'Disque 100', foram mais de 17 mil registros de ocorrência, e em Manaus, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, foram 809 casos no mesmo ano.


"O TJAM tem um olhar muito especial para essa questão, tanto que são duas Varas Especializadas julgando esses casos, com mais de 1.100 processos julgados de 2018 até setembro deste ano, e ainda assim, nossa demanda ainda é altíssima”, pontua Articlina.


A Sala do Anjo é um espaço reservado à escuta e depoimento de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de crimes contra a dignidade sexual.

Foto:William Costa/Portal Amazônia

Bella Causa


Para dar visibilidade a luta contra a violência e abuso sexual sofrido pelas mulheres, a Fundação Rede Amazônica criou o projeto 'Bella Causa'. A ideia é desenvolver uma rede de apoio que possa identificar e ajudar unidades institucionais (abrigos com meninas de até 18 anos) nos seis estados da Região Norte com presença do Grupo Rede Amazônica.


Além disso, cada Estado contará com uma rede de embaixadoras que apoiarão a causa através de ações como palestras, exposições, bazar e campanhas de divulgação. Em Manaus, por exemplo, a embaixadora escolhida foi a jornalista Mazé Mourão. Já a primeira instituição que participará do 'Bella Causa' será a Casa Mamãe Margarida, que atende jovens mulheres em situação de vulnerabilidade social.


FRAM


A Fundação Rede Amazônica é o braço institucional do Grupo Rede Amazônica, comprometida com a integração e desenvolvimento da Amazônia, com a missão de capacitar pessoas, articular parcerias e contribuir para o desenvolvimento social, ambiental e científico-tecnológico da região.



Bella Causa: Fundação Rede Amazônica promove programação especial na Casa Mamãe Margarida


A equipe do projeto Bella Causa, da Fundação Rede Amazônica, promoveu, na manhã desta segunda-feira (30), um encontro cultura na Casa Mamãe Margarida. A programação contou com uma oficina da dança, palestras e a presença da apresentadora do Paneiro, Jacque Santos. A ação foi em parceria com o Corpo de Dança do Amazonas (CDA).

A programação cultural teve o objetivo de integrar as meninas que são atendidas pela instituição com a arte. De acordo com a analista da Fundação Rede Amazônica, Rafaelle Campos, as histórias relatadas pelas internas da Mamãe Margarida são tristes, mas o 'Bella Causa' pretende mudar esse quadro. “Queremos incentivar essas meninas que já passaram por traumas difíceis, mostrar que não se pode desistir sem lutar e que existem finais felizes”, contou.
Foto: Divulgação
A apresentadora e cantora Jacque Santos ficou emocionada durante a visita. Ela bateu um papo com as internas da instituição e pôde conhecer a realidade delas. “Fiquei tocada. A gente viu a alegria das meninas, ficaram contentes com a nossa visita. A maior gratidão foi ver o brilho nos olhos das meninas. Com certeza vou voltar outras vezes, quero fazer parte da mudança de vida delas”, garantiu.

Além da programação cultural, a Casa também recebeu a Placa do Bella Causa, ressaltando, assim, o compromisso e parceria com a Fundação Rede Amazônica. "Entregar a placa para a diretoria do Mamãe Margarida foi uma das grandes emoções que tive esse ano. Temos certeza que esse é apenas o começo do Bella Causa. Vamos desenvolver outras ações para que as garotas se sintam acolhidas", afirmou a madrinha do Bella Causa, Mazé Mourão.

Serviço

A Casa Mamãe Margarida fica na Rua Penetração II, nº 27, bairro São José Operário, zona leste de Manaus. Para ser voluntário e fazer doações para a instituição, basta entrar em contato no número: (92) 3248-2331 (em horário comercial), ou mandar e-mail para [email protected]


Mais que uma ação


A Bella Causa tem o objetivo de despertar a sociedade para os problemas sociais que envolvem meninas e adolescentes da região, como o abuso e a exploração sexual, apoiando ações, projetos e instituições, como a Casa Mamãe Margarida, que atende meninas em situação de risco.

FRAM

A Fundação Rede Amazônica é o braço institucional do Grupo Rede Amazônica, comprometida com a integração e desenvolvimento da Amazônia, com a missão de capacitar pessoas, articular parcerias e contribuir para o desenvolvimento social, ambiental e científico-tecnológico da região.

Campanha Bella Causa, da Fundação Rede Amazônica, ganha comercial televisivo; assista ao vídeo

A Fundação Rede Amazônica (FRAM) lançou nesta semana, em Manaus, o comercial de TV da Campanha Bella Causa, que tem o objetivo de dar visibilidade à luta contra a violência e abuso sexual sofrido por mulheres na região Norte. A iniciativa pretende desenvolver uma rede de apoio que possa identificar e ajudar unidades institucionais nos estado do Amazonas, Amapá, Roraima, Rondônia, Acre e Pará, onde o Grupo Rede Amazônica (GRAM) tem atuação.

Foto:William Costa/Portal Amazônia


A jornalista Mazé Mourão é uma das embaixadoras da Bella Causa, e já articula parcerias que possam ajudar na Campanha.



"Não é uma causa que vai acabar depois de amanhã, é uma causa perene que a gente vai continuar trabalhando por muito tempo. E já tenho conversado com algumas pessoas, entre eles, empresários,  que demostram o interesse em participar com a gente", conta Mazé.



A Bella Causa está apoiando, nesse primeiro momento, a Casa Mamãe Margarida, que atende crianças e adolescentes mulheres em situação de vulnerabilidade social. A presidente da FRAM, Cláudia Daou Paixão e Silva ressalta que a campanha tem a proposta de defender as meninas.

"Nós abraçamos essa causa, e a instituição escolhida foi a Casa Mamãe Margarida, em Manaus, para defendermos essas meninas, e é nossa obrigação defendê-las", disse.



Os vídeos da Campanha Bella Causa já estão sendo exibidos nas emissoras do GRAM, além do Amazon Sat.



Confira:



   

Violência sexual contra as meninas da Amazônia: uma realidade que ainda assusta

Mais de 49 mil casos de crimes contra mulheres foram registrados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), entre janeiro a junho de 2019, na capital amazonense, enquanto, no mesmo período de 2018, foram 42 mil. Desse número, apenas 13 mil foram denunciados para as autoridades. Em entrevista ao Portal Amazônia, a titular da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM), Débora Mafra, fez um balanço sobre os direitos que as mulheres ganharam nos últimos anos.


De acordo com Mafra, a violência doméstica era tratada como outro crime qualquer, ou seja, a vítima não tinha apoio das autoridades. Mas as coisas mudaram quando a Lei Maria da Penha entrou em vigor, em 2006. Nesta quarta-feira (7), a lei completa 13 anos de sancionada.

“Antigamente, ser submissa era uma regra para as mulheres, tanto que as mães aconselhavam as filhas para que obedecessem seus esposos. E quando elas eram abusadas e realizavam a denúncia, o marido pagava duas certas básicas e retornava para casa, ou seja, não existia proteção nenhuma”, explicou.
Foto: Reprodução/Shutterstock

Natural de Osasco (SP), Débora mora no Amazonas há 27 anos, e desde 2001 integra a Polícia Civil do Estado. Durante os anos de profissão, ela afirma que viu vários tipos de violência contra mulheres. “Em alguns casos, a violência é extrema, por esse motivo, que, em 2015, foi sancionada a Lei do Feminicídio. Graças a Deus que as mulheres não estão mais sofrendo caladas, e, o principal, contam com o apoio das autoridades competentes. Por exemplo, agora disponibilizamos o serviço de acompanhar a mulher para pegar seus pertences, ou, em outros casos, o próprio marido sai da casa, e é obrigado a manter uma distância da vitima”, disse.


Outro tipo de crime comum é o abuso contra menores de idade, mais comum em lugares afastados das grandes metrópoles. “Desde pequena, a mulher é amparada pela Lei Maria da Penha, então, se você souber de alguma criança ou adolescente que é aliciada ou sofre abuso sexual, você pode denunciar. O primeiro passo é a denúncia, e, de acordo com o caso, as autoridades vão tomar as medidas devidas. Não podemos deixar as crianças à mercê de tanta violência”, pediu a delegada.

Lei Maria da Penha e Feminicídio


Durante a entrevista ao Portal Amazônia, a delegada Débora Mafra destacou a Lei nº 11.340/2006, também conhecida como Lei Maria da Penha. Mas você sabe a história por trás dela? Bom, a personagem responsável por essa evolução no tratamento aos casos de violências domésticas é a farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes que foi vítima de abusos durante 23 anos.

Em 1983, o marido tentou assassiná-la por duas vezes. Na primeira vez, com um tiro de arma de fogo, deixando Maria da Penha paraplégica. Na segunda, ele tentou matá-la por eletrocussão e afogamento. Após essa tentativa de homicídio, a farmacêutica tomou coragem e o denunciou. O marido de Maria da Penha foi punido somente após 19 anos.
Foto: Reprodução/Shutterstock
 
Já a Lei do Feminicídio foi sancionada pela ex-presidenta Dilma Rousseff em 2015, e colocou a morte de mulheres no rol de crimes hediondos e diminuiu a tolerância nesses casos.Na opinião da delegada Débora, essa iniciativa transformou e salvou a vida de muitas mulheres, principalmente, na região Norte, onde muitos casos eram registrados.
“A violência contra a mulher não é apenas física, pode ser psicológica, de patrimônio (quando seus pertences são destruídos) e sexual. Hoje em dia, o acesso a esse tipo de informação é mais rápido, por esse motivo, é necessário denunciar”, destacou.

Bella Causa


Para dar visibilidade a luta contra a violência e abuso sexual sofrido pelas mulheres, a Fundação Rede Amazônica criou o projeto 'Bella Causa'. A ideia é desenvolver uma rede de apoio que possa identificar e ajudar unidades institucionais (abrigos com meninas de até 18 anos) nos seis estados da Região Norte com presença do Grupo Rede Amazônica.
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
 
Além disso, cada Estado contará com uma rede de embaixadoras que apoiarão a causa através de ações como palestras, exposições, bazar e campanhas de divulgação. Em Manaus, por exemplo, a embaixadora escolhida foi a jornalista Mazé Mourão. Já a primeira instituição que participará do 'Bella Causa' será a Casa Mamãe Margarida, que atende jovens mulheres em situação de vulnerabilidade social.

A secretária-geral da Fundação Rede Amazônica, Márcya Lira, explicou ao Portal Amazônia que os números de vítimas de abusos  na Amazônia é assustador. “Nós fizemos um levantamento e o resultado é impactante, em um primeiro momento, a nossa equipe mostrou esses números para as primeiras participantes do Bella Causa. A proposta dos nossos encontros é que eles aconteçam com uma periodicidade envolvendo públicos distintos, desde mulheres da alta sociedade, passando pelas comunidades, e que possam ser voz ativa pela causa”, disse.