Espécies que podem viver por séculos concentram carbono, abrigam biodiversidade e são essenciais para a estabilidade da floresta, mas enfrentam ameaças crescentes.
Floresta Estadual do Paru, no Pará, que abriga a quarta maior árvore do mundo, foi a segunda unidade de conservação mais ameaçada pelo desmatamento no último trimestre de 2025.
Em toda a bacia amazônica, gases de efeito estufa levam a um crescimento acelerado da vegetação de maior estatura. Árvores gigantes são encontradas na região, como no Amapá e no Pará.
Missão técnica reúne instituições parceiras para estruturar base operacional e diretrizes de gestão do Parque Estadual das Árvores Gigantes da Amazônia.
Tecnologia LiDAR mapeou árvores com mais de 60 metros de altura, que representam cerca de 0.001% do total de árvores. Roraima e Amapá lideram concentração.
Os pesquisadores que participaram da descoberta das árvores gigantes iniciaram imediatamente estudos para entender melhor as condições que levaram ao seu crescimento e todo seu potencial.
Ministério Público propõe tombar sete árvores com mais de 80 metros no Amapá e criar área de preservação permanente para frear avanço do garimpo ilegal.