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Segunda, 10 Mai 2021

STJ diz que Justiça Federal deve apurar crime ligado a apagão no Amapá

O apagão no Amapá provocou diversos transtornos à população, incluindo a interrupção também no fornecimento de água

Procon do Amapá multa empresas de energia elétrica responsáveis por apagão

Multas aplicadas totalizam R$ 450 mil e as empresas serão notificadas da decisão. Depois disso, terão 15 dias para exercerem o direto de defesa

Prorrogada MP que isenta consumidores do Amapá do pagamento de energia

Amapá enfrentou o primeiro apagão e uma crise no fornecimento de energia elétrica, depois que um incêndio atingiu a principal subestação de energia do estado

Treze cidades do Amapá voltaram a ficar sem energia elétrica

A empresa concessionária do serviço público informou que o problema foi rapidamente sanado e o fornecimento restabelecido

Um mês após apagão, Macapá volta a ficar sem luz

Problema afetou zona norte da capital do Amapá.

Curto-circuito em transformador pode ter causado apagão no Amapá

O incêndio do dia 3 de novembro destruiu o transformador que levava luz à maior parte da população do Amapá.  

Amazonas corre o mesmo risco do Amapá com os apagões, alerta deputado

O alerta, feito da tribuna virtual da Assembleia Legislativa doAmazonas (Aleam), veio após a explosão do transformador em Amapá, que há 17 dias deixa o estado às escuras.

Apagão no Amapá: jovem ganha festa temática com bolo divertido inspirado no blecaute

Jovem de 23 anos foi surpreendida com decoração inusitada sobre o problema que atinge o estado há 2 semanas. 'É sério, só que nada impede do amapaense fazer uma graça', diz.


Aneel apresentará em 10 dias relatório sobre apagão no Amapá

Durante a audiência, o presidente da Aneel ,André Pepitone, disse que nenhum sistema elétrico é infalível, mas classificou como "inadmissível" o que aconteceu no Amapá.

Restabelecimento total de energia no Amapá deve ocorrer semana que vem

Das 16 cidades do estado, apenas três – Oiapoque, Laranjal do Jari e Vitória do Jari – não foram atingidas pelo apagão e mantiveram a energia, pois são abastecidas por sistemas independentes

Governador decreta estado de emergência no Amapá por causa de apagão

Incêndio em subestação de energia deixa 13 dos 16 municípios do estado sem energia elétrica desde a noite de terça-feira (3)

Problema no Linhão de Tucuruí causa apagão em vários bairros de Manaus

Os relatos de desabastecimento tiveram início às 14h30. Bairros como Parque 10, Praça 14, Cidade Nova, Chapada, Santo Agostinho, São Jorge, Ponta Negra e outros

Novo apagão na Venezuela deixa 15 estados sem energia elétrica

Um novo apagão foi registrado em pelo menos 15 estados da Venezuela, afetando diversas cidades do interior do país, informou o jornal
"El Nacional" nesta segunda-feira (25).

Segundo a publicação, o blecaute teria afetado os seguintes estados: Barinas, Mérida, Vargas, Sucre, Anzoátegui, Aragua, Carabobo, Falcón, Miranda, Nueva Esparta, Lara, Portuguesa, Cojedes, Zulia e Táchira.

Nas redes sociais, os usuários relataram que a falta de energia foi registrada a partir das 13h20 (horário local) e afetou regiões como Antímano, El Recreo, San Bernardino El Paraíso, San Martín, Altagracia, Caricuao, Miraflores, Chacao, Los Palos Grandes, La Urbina, Los Ruíces, Bello Monte, Santa Fe, La Alameda, Colinas de Valle Arriba, Los Cortijos, Santa Mónica e El Marqués.
Foto: Divulgação/Ansa
Devido ao apagão, os serviços de metrô e semáforos estão com o funcionamento paralisados, incluindo as redes de telefonia e internet. Em sua conta no Twitter, o deputado de oposição ao governo de Nicolás Maduro, José Guerra, publicou nomes das regiões em que o fornecimento de energia foi interrompido. "O povo exige eletricidade. Basta de abuso", escreveu.

Já o regime de Maduro denunciou que a falta de energia elétrica foi provocada por um novo "ataque" contra o sistema elétrico nacional. Em comunicado divulgado na TV estatal, o ministro da Comunicação da Venezuela, Jorge Rodríguez, disse que o ataque foi contra a central hidroelétrica de Guri, no estado de Bolívar, no sul do país. Mas que o governo já está trabalhando para garantir o fornecimento de energia.

Este novo apagão é registrado depois de quase 20 dias do blecaute mais longo da história do país, que paralisou a Venezuela por um semana.
Na ocasião, 22 dos 23 estados da nação foram atingidos.

Governo da China oferece ajuda para encerrar apagão na Venezuela

O governo da China ofereceu ajuda ao regime de Nicolás Maduro para restabelecer o fornecimento de energia elétrica na Venezuela, que vive, desde a última quinta-feira (7), o maior apagão de sua história.

A eletricidade já voltou em muitas partes do país, mas algumas zonas de Caracas e da região que faz fronteira com a Colômbia ainda enfrentam dificuldades. "A China espera que a Venezuela possa descobrir as razões do problema o quanto antes e reativar o fornecimento elétrico e a ordem social", declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lu Kang, nesta quarta-feira (13).

Segundo ele, Pequim está disposta a fornecer "ajuda e suporte técnico" para restabelecer o fornecimento elétrico na Venezuela.

De acordo com Maduro, o apagão foi provocado por um "ataque cibernético" iniciado nos Estados Unidos, enquanto o autoproclamado presidente Juan Guaidó culpa a falta de investimentos do governo.

O procurador-geral Tarek William Saab, fiel ao chavismo, abriu um inquérito contra Guaidó por suposta responsabilidade no blecaute. Apesar disso, Maduro garantiu querer manter um "diálogo" com o governo americano.
 

Procurador abre inquérito contra Guaidó por blecaute na Venezuela

O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, fiel ao regime de Nicolás Maduro, abriu um inquérito contra o autoproclamado presidente Juan Guaidó por suposta responsabilidade no blecaute que atinge o país desde a última quinta-feira (7).

Segundo Saab, um indício da participação de Guaidó na "sabotagem elétrica" seria uma mensagem postada no Twitter logo após o início do apagão, na qual o líder da oposição dizia que a luz voltaria somente com "o fim da usurpação".

O inquérito se junta a outro já aberto contra o autoproclamado presidente por supostas irregularidades financeiras. O procurador-geral também disse que Guaidó violou as medidas cautelares que impediam sua saída da Venezuela, ao entrar clandestinamente na Colômbia.

De acordo com o Ministério das Comunicações da Venezuela, o fornecimento de energia elétrica já foi restabelecido "em quase todo o território nacional".

Em resposta ao inquérito, o Departamento de Estado dos EUA disse nesta terça-feira (12) que reagirá "imediatamente" caso Guaidó seja preso. "Todas as opções estão na mesa", ameaçou a Casa Branca. 

Pelo menos 17 pessoas morreram devido ao apagão, que já dura 5 dias, na Venezuela

Organizações não governamentais (ONG) que atuam na Venezuela informam sobre o agravamento do estado de saúde dos pacientes em meio ao blecaute que afeta a maior parte do país há cinco dias. De acordo com comunicado divulgado no Twitter pela ONG Medicos Por La Salud, 17 pacientes morreram em nove hospitais.

A Coalizão de Organizações pelo Direito à Saúde e à Vida (Codevida) informou, também pelo Twitter, que a poluição da água, falta de higiene e de alimentos se tornaram problemas de saúde pública em Carabobo, afetando sobretudo crianças, mulheres e idosos.

Segundo a Codevida, os pacientes psiquiátricos também sofrem com as dificuldades que atingem o país. Pelos dados da organização, os atendimentos em psiquiatria caíram de 23 mil para 3.500.
Grupo de Lima

Em comunicado, o Brasil e mais 10 países que integram o Grupo de Lima se solidarizaram com os venezuelanos afetados pelo apagão que atinge o país desde o dia 7. No documento, os governos dos 11 países reiteram apoio a Juan Guaidó, autodeclarado presidente da Venezuela, em defesa de novas eleições, sem interferência externa e da atuação da Assembleia Nacional.

No texto, o Grupo de Lima diz que a responsabilidade pelo colapso do sistema elétrico venezuelano é do “regime ilegítimo de [Nicolás] Maduro”. “Ratificamos nosso compromisso com o povo venezuelano em sua busca por uma solução para a crise que afeta seu país”, diz o comunicado divulgado na noite deste domingo (10).

O documento informa que somente um governo legítimo, surgido de eleições livres e democráticas, poderá realizar a reconstrução das instituições, da infraestrutura e da economia do país, de que os venezuelanos necessitam para recuperar sua dignidade, o exercício das liberdades civis e o respeito de seus direitos humanos, após anos de negligência e negação.

O comunicado é assinado pelos governos da Argentina, do Brasil, Canadá, da Colômbia, Costa Rica, do Chile, da Guatemala, de Honduras, do Panamá, Paraguai e Peru.

No documento, o Grupo de Lima alerta sobre as mortes de pacientes em hospitais e clínicas em decorrência da falta de abastecimento elétrico. “Esta situação não faz senão confirmar a existência e a magnitude da crise humanitária que o regime de Maduro se nega a reconhecer”, acrescenta o texto.

Após apagão, governo fecha escolas e dispensa trabalhadores na Venezuela

O governo de Nicolás Maduro suspendeu nesta sexta-feira (8) todas as atividades em escritórios e escolas do país após uma grande falta de energia atingir boa parte do território venezuelano.

Nesta quinta-feira (7), diversos jornais e usuários de redes sociais relataram falta de energia em várias cidades do país. De acordo com a imprensa local, pelo menos 21 bairros de Caracas e 15 dos 23 estados foram afetados.  
Foto: Divulgação/Ansa
Maduro denunciou que o blecaute é parte da "guerra elétrica" anunciada e dirigida pelo imperialismo dos Estados Unidos contra o povo.

A empresa estatal de energia Corpoelec, por sua vez, alegou em sua conta no Twitter que o apagão foi ocasionado devido a uma sabotagem na usina hidrelétrica de Guri, localizada no leste da Venezuela. "Sabotaram a geração em Guri...Isso faz parte da guerra elétrica contra o Estado. Não vamos permitir isso! Estamos trabalhando para recuperar o serviço", escreveu a companhia.

A luz foi cortada na capital venezuelana por volta das 16h50 (horário local). Após quase oito horas de blecaute, alguns pontos da região leste de Caracas já voltaram a ter energia. No entanto, boa parte do país ainda permanece no escuro.

A falta de eletricidade na Venezuela é frequente, principalmente porque a economia está em colapso em decorrência da crise política, econômica e humanitária que atinge a nação.

ONU

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos anunciou nesta sexta-feira (8) que enviará uma delegação com cinco pessoas à Venezuela para analisar a crise humanitária no país. A visita está prevista para acontecer entre 11 e 22 de março.

Esta será uma missão preliminar para preparar uma possível visita da alta comissária, a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet. O objetivo é que a chilena tenha acesso irrestrito a todas as pessoas e lugares.

Apagão deixa Amazonas e Amapá sem energia elétrica

Um blecaute atingiu os Estados do Amazonas e Amapá na noite desta quinta-feira (18). Por meio de nota, tanto a Eletrobras Distribuição do Amazonas, quanto a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), informaram que o motivo foi a perda de carga na linha de transmissão Xingu-Juripari, que atende os Estados. 

Em Manaus, vários bairros foram afetados e muitas pessoas reclamaram através das redes sociais. A nota da Eletrobras afirmou que espera a posição do Operador Nacional do Sistema (ONS). "A Distribuidora informa também que suas equipes já foram posicionadas de forma estratégica visando recompor o sistema no menor período de tempo, tão logo o Linhão de Tucuruí retorne com o fornecimento de energia", diz o comunicado.

Entre os bairros afetados pela queda de energia estão: São Jorge, Santo Antônio, Ponta Negra, Cidade Nova, Nossa Senhora das Graças, Japiim, São Lázaro, Alvorada, São José, Parque Dez de Novembro, Adrianópolis, Aleixo, Parque das Laranjeiras, São Raimundo, Tancredo Neves, Manoa, Coroado, Praça 14 de Janeiro, entre outros.

Foto: Reprodução/Shutterstock

Problemas

No Amapá, além da capital, Macapá, relatos informam que o blecaute atingiu os municípios de Santana, Ferreira Gomes, Tartarugalzinho, Calçoene, Serra do Navio e Pedra Branca do Amapari. Já o município de Oiapoque não foi afetado pelo apagão por ter sistema de fornecimento de energia isolado.

Assim como a Eletrobras, a CEA informou que manteve as equipes focadas na resolução do problema, e entrou em contato com o ONS. 

Apagão atinge Rio Branco e mais oito cidades no Acre

A Eletrobras Distribuição Acre informou que a interrupção no fornecimento de energia elétrica ocorrida na manhã desta sexta-feira (20) em nove cidades do estado foi provocada por um problema temporário na subestação Rio Branco.

O apagão atingiu a capital Rio Branco e as cidades de Sena Madureira, Bujari, Plácido de Castro, Acrelândia, Capixaba, Senador Guiomard, Porto Acre e Xapuri, das 10h09min às 11h10min.

Segundo nota da empresa publicada no Facebook, as causas estão sendo investigadas pelas equipes da Diretoria de Operação.


Foto: Reprodução/Shutterstock

Apagão no Norte e Nordeste foi causado por falha em disjuntor no Pará, diz ONS

A queda no fornecimento de energia para as regiões Norte e Nordeste foi causada por falha em um disjuntor na Subestação Xingu, no Pará, responsável pela distribuição da maior parte da carga gerada pela Usina de Belo Monte para a Região Sudeste. A informação foi divulgada na noite desta quarta-feira (21), pelo diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata Ferreira.

Segundo nota do ONS, o problema se iniciou às 15h48, e em todas as capitais do Norte e Nordeste ocorreu interrupção do suprimento de energia elétrica. De acordo com Ferreira, mais de 70 milhões de pessoas foram afetadas. As causas da falha no disjuntor estão sendo investigadas, mas o ONS descartou sobrecarga no sistema, fatores climáticos ou queimadas.

Com o desligamento do disjuntor, "houve um excesso de geração" para a Região Norte. Isso disparou uma proteção automática em todo o sistema, separando a região Norte da Nordeste e as duas do resto do país.

De acordo com Ferreira, o religamento do sistema teve de ser feito aos poucos, para garantir segurança no processo, evitando que nova queda.

O diretor-geral do ONS disse que o problema também afetou outras regiões do país, mas sem maior gravidade. "No Sistema Sul-Sudeste, nós tivemos uma pequena perturbação, que foi a atuação do primeiro estágio do esquema regional do alívio de carga, e rapidamente houve a recomposição das cargas. Praticamente, na Região Sudeste, não tivemos maiores repercussões."

Uma reunião entre todas as empresas diretamente responsáveis pelo sistema afetado será realizada na sexta-feira (23) ou na segunda-feira (26), segundo o ONS, quando serão detalhados os fatores que contribuíram para a falha no disjuntor.