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Quinta, 13 Mai 2021

Após redução provocada por pandemia, voos para o Acre são ampliados

Com suspensão das atividades e o efeito quarentena, quem precisou regressar ao estado teve que se adaptar aos dois voos semanais

Anac abre concurso com vagas para estados da Amazônia; confira

Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) está com inscrições abertas para o processo seletivo de Examinadores de pilotos de helicópteros e de aeronaves de Asa Fixa. Ao todo, são 61 vagas distribuídas em várias cidades do Brasil.

Entre as capitais da Amazônia, há vagas disponíveis para: Belém (PA); Cuiabá (MT); Manaus (AM); e Palmas (TO). Para participar, os candidatos devem ter licença de piloto de linha aérea de avião ou licença de piloto de linha aérea de helicóptero.

Os interessados podem se inscrever até às 18h do dia 11 de dezembro, mediante preenchimento do formulário disponível no edital ou no site da ANAC. Após esta etapa, o formulário deverá ser enviado para o e-mail [email protected]

As vagas são para realizar exames de proficiência de pilotos, de acordo com os critérios da IS nº 00-002, dentro das prerrogativas e aeródromos especificados para a área de credenciamento em que tenha sido aprovado.

O processo seletivo consiste em avaliação de títulos, com pontuação medida conforme a soma dos títulos que comprovarem. Os aprovados serão convocados para o curso de formação, que é realizado na sede da ANAC, em Brasília (DF), com duração de 40 horas divididas em cinco dias úteis.

No final do curso, os classificados devem fazer uma avaliação por escrito sobre os temas apresentados em aula. De acordo com a pontuação, os candidatos serão convocados para realização do Treinamento Prático em Serviço - On The Job Training (OJT).

A remuneração financeira será conforme especificação disponível no edital, que é de R$ 300 a R$ 500 por voo, dependendo do tipo de exame de proficiência. O processo seletivo tem duração de dois anos. 

Liminar suspende cobrança por bagagem despachada

A Justiça Federal em São Paulo concedeu hoje (13) liminar contra a norma que autoriza as companhias aéreas a cobrar pelo despacho de bagagens. A decisão da 22ª Vara Cível atende pedido do Ministério Público Federal (MPF) contra a resolução 400, de 13 de dezembro de 2016, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que permite as novas taxas a partir de amanhã (14).
O MPF argumenta que “a cobrança fere os direitos do consumidor e levará à piora dos serviços mais baratos prestados pelas empresas” (Foto:José Cruz/Agência Brasil)
Na ação, o MPF argumentou que “a cobrança fere os direitos do consumidor e levará à piora dos serviços mais baratos prestados pelas empresas”.

Atualmente os passageiros têm direito de despachar itens com até 23 quilos em voos nacionais e dois volumes de até 32 quilos cada, em viagens internacionais, sem pagar taxas extras. Na cabine, os consumidores podem levar bagagens que não ultrapassem 5 quilos.

O Artigo 13 da nova resolução da Anac elimina a franquia mínima de bagagem despachada, alertou o MPF. O valor pago pela passagem incluiria apenas a franquia da bagagem de mão de 10 quilos, peso que pode ser reduzido “por motivo de segurança ou de capacidade da aeronave”.

O órgão argumenta que a Anac fez a mudança sem analisar a estrutura do mercado brasileiro nem o impacto da medida sobre os passageiros com menor poder aquisitivo. Além disso, uma perícia realizada pelo MPF concluiu que “o objetivo das novas regras é ampliar o lucro das companhias, que reduzirão a qualidade dos serviços de menor custo, já embutidos no valor das passagens, e aperfeiçoarão os pacotes mais caros para estimular os consumidores a comprá-los”.

Liminar suspende cobrança por bagagem despachada

A Justiça Federal em São Paulo concedeu hoje (13) liminar contra a norma que autoriza as companhias aéreas a cobrar pelo despacho de bagagens. A decisão da 22ª Vara Cível atende pedido do Ministério Público Federal (MPF) contra a resolução 400, de 13 de dezembro de 2016, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que permite as novas taxas a partir de amanhã (14).

Foto:José Cruz/Agência Brasil
Na ação, o MPF argumentou que “a cobrança fere os direitos do consumidor e levará à piora dos serviços mais baratos prestados pelas empresas”.

Atualmente os passageiros têm direito de despachar itens com até 23 quilos em voos nacionais e dois volumes de até 32 quilos cada, em viagens internacionais, sem pagar taxas extras. Na cabine, os consumidores podem levar bagagens que não ultrapassem 5 quilos.

O Artigo 13 da nova resolução da Anac elimina a franquia mínima de bagagem despachada, alertou o MPF. O valor pago pela passagem incluiria apenas a franquia da bagagem de mão de 10 quilos, peso que pode ser reduzido “por motivo de segurança ou de capacidade da aeronave”.

O órgão argumenta que a Anac fez a mudança sem analisar a estrutura do mercado brasileiro nem o impacto da medida sobre os passageiros com menor poder aquisitivo. Além disso, uma perícia realizada pelo MPF concluiu que “o objetivo das novas regras é ampliar o lucro das companhias, que reduzirão a qualidade dos serviços de menor custo, já embutidos no valor das passagens, e aperfeiçoarão os pacotes mais caros para estimular os consumidores a comprá-los”.

Liminar suspende cobrança por bagagem despachada

A Justiça Federal em São Paulo concedeu hoje (13) liminar contra a norma que autoriza as companhias aéreas a cobrar pelo despacho de bagagens. A decisão da 22ª Vara Cível atende pedido do Ministério Público Federal (MPF) contra a resolução 400, de 13 de dezembro de 2016, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que permite as novas taxas a partir de amanhã (14).

Foto:José Cruz/Agência Brasil
Na ação, o MPF argumentou que “a cobrança fere os direitos do consumidor e levará à piora dos serviços mais baratos prestados pelas empresas”.

Atualmente os passageiros têm direito de despachar itens com até 23 quilos em voos nacionais e dois volumes de até 32 quilos cada, em viagens internacionais, sem pagar taxas extras. Na cabine, os consumidores podem levar bagagens que não ultrapassem 5 quilos.

O Artigo 13 da nova resolução da Anac elimina a franquia mínima de bagagem despachada, alertou o MPF. O valor pago pela passagem incluiria apenas a franquia da bagagem de mão de 10 quilos, peso que pode ser reduzido “por motivo de segurança ou de capacidade da aeronave”.

O órgão argumenta que a Anac fez a mudança sem analisar a estrutura do mercado brasileiro nem o impacto da medida sobre os passageiros com menor poder aquisitivo. Além disso, uma perícia realizada pelo MPF concluiu que “o objetivo das novas regras é ampliar o lucro das companhias, que reduzirão a qualidade dos serviços de menor custo, já embutidos no valor das passagens, e aperfeiçoarão os pacotes mais caros para estimular os consumidores a comprá-los”.

Operações no aeroporto de Parintins, no AM, estão suspensas pela Anac

Foto: Reprodução/Rede Amazônica
MANAUS - Todas as atividades do Aeroporto Júlio Belém, em Parintins, foram suspensas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) nesta segunda-feira (3). O aeroporto, do município localizado a 369 km de Manaus, não poderá receber pousos e decolagens até que falhas na estrutura sejam solucionadas.