O objetivo do Prospera Sociobio é selecionar seis redes amazônicas para a criação de Núcleos de Desenvolvimento da Sociobioeconomia, espaços estratégicos para fortalecer iniciativas locais.
A bioeconomia que o mundo diz querer da Amazônia só faz sentido se produzir um resultado básico: dignidade e renda para quem mora e vive na floresta e da floresta.
Durante atividade de pesquisa na Reserva Adolpho Ducke, em Manaus (AM), pesquisadores se depararam com a espécie de fungo Cordyceps caloceroides infectando aranha.
Para o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), a queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado é considerada um avanço, mas ainda insuficiente para a proteção dos dois biomas.
A técnica contribui para fortalecer a identidade territorial e cultural dos cafés indígenas amazônicos, ampliando o acesso a mercados de cafés especiais.