O Brasil ocupa a 2ª colocação do ranking de países da América com a maior geração de resíduo eletrônico, com 2.400 de quantidade total, em milhões de quilos.
Medidas incluem proteção dos sítios arqueológicos conhecidos como geoglifos e cadastramento de 400 áreas no estado. Fiscalização contou com apoio do MPAC.
Uma das formas de reduzir os impactos ambientais provocados pelo descarte incorreto de resíduos eletrônicos é por meio da conscientização da população sobre a maneira adequada de destinar esse material.
O livro é o resultado de uma investigação científica que integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental, segundo a professora Renata de O. Freitas.
O acordo prevê a utilização da tecnologia desenvolvida pela Sedam para fortalecer a gestão ambiental, ampliar a transparência das ações públicas e aprimorar o planejamento territorial.