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Manaus 30º • Nublado
Terça, 11 Mai 2021

FAB encontra corpos de ocupantes de helicóptero desaparecido no Amazonas

O helicóptero H-60 Black Hawk da Força Aérea Brasileira (FAB) identificou na tarde desta sexta-feira (10) os destroços da aeronave PT-YTJ, que estavam às margens do rio Aripuanã (distante a 120 quilômetros do município de Manicoré). Ainda segundo a FAB, os quatro ocupantes foram encontrados sem vida.

Avião de pequeno porte cai em Manaus

Foto:Reprodução
Um novo acidente aéreo foi registrado por volta das 9 horas da manhã na manhã desta terça-feira (22) nas proximidades do Aeródromo de Flores, zona Centro-Sul de Manaus. Uma aeronave da Amazonnaves Taxi Aéreo, de prefixo PT-FLW caiu logo após decolagem. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros do Amazonas, não há confirmação de vítimas no local.

Equipes do Corpo de Bombeiros já foram deslocadas ao local do acidente. De acordo com reportagem publicada no G1 Amazonas, testemunhas afirmam que o piloto teria conseguido escapar com vida, antes da aeronave pegar fogo.

No último dia 22 de fevereiro, um acidente foi registrado no mesmo local e deixou quatro ocupantes mortos.
Foto:Reprodução/Rede Amazônica
Foto:Reprodução
*Mais informações em instantes

Alok posta novo vídeo do incidente: 'ainda sem acreditar que sobrevivemos'

O DJ Alok postou um novo vídeo sobre o incidente deste domingo (20), no qual o avião onde estava saiu da pista de decolagem. A aeronave saia de Juiz de Fora, da Zona da Mata mineira, e levava 9 pessoas. Não houve feridos e a assessoria do artista afirmou que ele está bem.
Foto:Reprodução/iBahia
Nesta segunda-feira (21), Alok publicou em seu 'stories' do Instagram, um novo vídeo do acidente com a seguinte legenda: 'ainda sem acreditar que sobrevivemos'.

Em entrevista ao G1 na noite deste domingo, a assessoria da Força Área Brasileira declarou que ocorreu uma “excursão de pista”, que o avião não chegou a derrapar, acendeu um alarme enquanto estava subindo, alertando alguma pane.

Logo após o incidente, o DJ publicou, visivelmente nervoso, diversos vídeos em sua rede sociais, mostrando o estado do avião e avisando a todos que estava bem.

Quatro pessoas morrem após queda de helicóptero no Maranhão

A queda de um helicóptero na tarde deste domingo (1º), em uma fazenda, no município de Rosário (distante 75 quilômetros de São Luiz), no Maranhão, fez quatro vítimas, entre elas 3 médicos e um policial civil. As informações são da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão.

No helicóptero, modelo Robson 44, prefixo PP-WRV, estavam como passageiros José Kleber Luz Araújo, Jonas Eloi da Luz, Rodrigo Capobiango Braga, e como piloto, o policial civil Alfredo Oliveira Barbosa Neto, todos morreram no acidente.

Rodrigo, Jonas, José (médicos), e Alfredo (Policial Civil), respectivamente. | Foto: Divulgação 
As investigações estão sob a responsabilidade do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

Único sobrevivente de queda de avião em Manaus permanece em estado grave

O único sobrevivente da queda do avião de pequeno porte em Manaus (AM) nesta quinta-feira (22) continua internado no Hospital João Lúcio em estado grave. Os corpos das quatro vítimas foram liberados do Instituto Médico Legal (IML) na madrugada desta sexta-feira (23).

Causa de acidente aéreo em Manaus ainda não foi confirmada

A causa do acidente aéreo em Manaus (AM) nesta quinta-feira (22) ainda está em investigação. Falta de combustível ou problema na aeronave teriam motivado o retorno do piloto logo após o avião monomotor de prefixo PT VKR decolar. O destino da aeronave era o município de Borba (AM). Seripa 7 investiga o caso.

Câmera de segurança flagra queda de avião, em Manaus

Na manhã desta quinta-feira (22) uma aeronave do modelo Botucatu, da Embraer, caiu na Zona Centro-Sul de Manaus. A câmera de um posto de combustíveis, localizado na Avenida dos Franceses, flagrou o momento em que o avião de pequeno porte caiu. Confira:








Urgente: divulgada a lista de vítimas em acidente aéreo em Manaus

Caiu na manhã desta quinta-feira (22), uma aeronave modelo Botucatu em Manaus. O acidente ocorreu por volta das 9h em uma área de mata aberta que pertence a uma empresa de eletroeletrônicos, e que fica bem próximo ao Aeroclube de Manaus.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, na aeronave estavam 5 ocupantes, desses 3 vieram a óbito no local, e os outros dois feridos foram encaminhados para o hospital João Lúcio, Zona Leste da cidade, e segundo a SUSAM, mais uma vítima, que estava no hospital, veio à óbito agora a tarde.

O administrador de empresas Fabiano Marques, que passava no local na hora do acidente, disse que ao avistar a aeronave percebeu algo estranho e em segundos a queda do avião.

"Eu vi a aeronave em processo de queda. O barulho da aeronave parecia normal, e não estava fumaçando, mas ela vinha descendo muito rápido e com bico para baixo. Eu rapidamente voltei e vim ajudar no resgate", disse.

Em nota, a prefeitura de Manaus divulgou a lista de vítimas, entre as fatais, Robson Castilho (piloto) e Hernandes Rogério (co-piloto), além do empresário Osmir dos Santos, de 65 anos. E entre os sobreviventes encaminhados hospital, foram Waldir Aldenir Cestrans, 57 anos, e Flávio, cujo sobrenome e idade ainda não foram informados, desses dois, a Secretaria de Saúde do Amazonas (Susam) informou a pouco que um veio à óbito, mas não confirmou o nome dessa última vítima.

Pouco antes da decolagem, o piloto Robson Castilho publicou em sua rede social que o destino era a cidade de Nova Olinda do Norte, interior do Amazonas.    
Foto: Reprodução / Facebook
    
Hernandes Rogério | Foto: Reprodução / Facebook
O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidente Aeronáuticos (Seripa-7) afirma em nota, que a aeronave de matrícula PT- VKR decolou na manhã desta quinta-feira (22/02) do aeródromo de Flores, em Manaus, com destino a Borba, também no Amazonas. Logo após a decolagem, por volta de 9h30 (local), caiu nas proximidades do aeroporto.

Investigadores do SERIPA 7, localizado em Manaus (AM), órgão regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), estão  desde cedo no local para efetuar a a Ação Inicial da ocorrência.

A Ação Inicial é o começo do processo de investigação e possui o objetivo de fotografar cenas, retirar partes da aeronave para análise, ouvir relatos de testemunhas e reunir documentos.

A investigação realizada pelo CENIPA tem o objetivo de prevenir que novos acidentes com as mesmas características ocorram. A necessidade de descobrir todos os fatores contribuintes garante a liberdade de tempo para a investigação. A conclusão de qualquer investigação conduzida pelo CENIPA terá o menor prazo possível, dependendo sempre da complexidade do acidente.

Sobre a aeronave

Segundo informações obtidas junto ao site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave de matrícula PT- VKR é da empresa Fretave Operadora de Serviços e Turismo, e está registrada em nome de José Ideilton de Souza, além de ter a capacidade para seis passageiros. A equipe entrou em contato com a empresa, pelo número de telefone disponibilizado pela Anac, mas ao atender, uma pessoa disse não ser o telefone da Fretave.
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Sobe para quatro o número de vítimas fatais em acidente de avião em Manaus

Uma aeronave do modelo Botucatu, da Embraer, caiu na manhã desta quinta-feira (22), nas proximidades da Avenida Torquato Tapajós, na Zona Centro-sul de Manaus. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros do Amazonas, foram confirmadas as mortes de três dos cinco ocupantes e dois feridos - sendo um em estado gravíssimo.

Os feridos foram conduzidos ao Hospital João Lúcio, na Zona Leste. E agora a pouco, a Susam informou que uma das vítimas que estava no hospital, veio à óbito.
Foto:William Costa/Portal Amazônia
O acidente aconteceu por volta das 09h, minutos após a decolagem. Segundo testemunhas, o piloto teria tentado uma manobra para arremeter, mas o avião acabou caindo nas imediações do condomínio Flex Tapajós, localizado nas proximidades do aeroclube da capital amazonense.
O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidente Aeronáuticos (Seripa-7) informou que ja iniciou os trabalhos de apuração do acidente.Confira o local do acidente:

Fonte: Google Maps 

Quarta vítima de acidente aéreo morre em hospital de Manaus

Um avião de pequeno porte caiu em Manaus (AM) na manhã desta quinta-feira (22). A aeronave caiu nas proximidades do Aeroclube, na Zona Centro-Sul da capital amazonense. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o órgão foi acionado por volta das 9h. Quarta, das cinco vítimas, ainda não identificada, morreu no Hospital João Lúcio.

As mortes confirmadas no local foram de José Hernandes de Lima Rogério (piloto), Robinson Rodrigues Castilho (co-piloto) e Osnir dos Santos (passageiro). O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidente Aeronáuticos (Seripa-7) investiga o ocorrido.
Fotos: Divulgação/Corpo de Bombeiros
*Informações atualizadas em 22/02/2018 às 15h

FAB encontra destroços do avião que caiu em Mato Grosso; família não sobrevive

Entre os destroços da aeronave, estavam os 3 corpos da mesma família, que estava desaparecida deste o último sábado (9), quando saíram da cidade de Colniza com destino a Juara, ambas no Mato Grosso. 
Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB), que fazia as buscas desde o domingo (10) disse que os na manhã desta quarta-feira (13), por volta das 10h30, horário de Brasília, após percorrer trajeto de mata fechada, as equipes de resgate da chegaram aos destroços da aeronave PU-MMT, e infelizmente, todos os três ocupantes – um homem, uma mulher e uma criança – foram encontrados sem vida. 
No momento, os militares da FAB trabalham no resgate das vítimas. São eles, o piloto Leandro Ferreira Pascoal, de 28 anos, a mulher dele, Francieli Reseto Pascoal, e o filho do casal, Felipe Pascoal, de 1 ano e 7 meses.
A FAB ainda informa que abrirá inquérito para investigar as causas do acidente.   
ARTE: Divulgação 

Justiça decreta nova prisão de pilotos de jatinho que derrubou avião da Gol

A Justiça Federal em Sinop, em Mato Grosso, determinou a prisão dos pilotos norte-americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino, condenados por terem provocado a queda de um avião da Gol com 154 pessoas a bordo, em 2006. A decisão é do juiz André Perico Ramires dos Santos, que determinou o envio dos mandados de prisão para a Polícia Federal e a inclusão dos nomes de Lepore e Paladino na base de dados da Interpol.

Os pilotos do jato Legacy foram condenados a três anos de prisão em regime aberto. O processo transitou em julgado em 2015. O Ministério da Justiça chegou a emitir a intimação, mas o Departamento de Justiça Norte-americano afirmou que não existe jurisdição para aplicar a sentença brasileira. A empresária Rosane Prates de Amorim é viúva de uma das vítimas da tragédia e espera que a decisão judicial seja cumprida desta vez. Ela não aceitou o acordo de indenização para continuar com o processo criminal.

“Não posso dizer que estamos felizes porque não é um motivo de felicidade o que aconteceu, mas a gente começa a ter um pouco de conforto em tudo isso. São 11 anos que estamos batalhando para que eles paguem pelo crime que cometeram e isso vai nos trazer um pouquinho de conforto”.

Além da pena criminal, os parentes das vítimas esperam que os Estados Unidos ainda sejam punidos administrativamente pela Organização da Aviação Civil, agência da Organização das Nações Unidas (ONU) responsável por estabelecer regras para uso do espaço aéreo. Uma reunião no ano que vem pode definir penalidades para o país e obrigar que Lepore e Paladino percam o direito de pilotar por terem descumprido regras do espaço aéreo brasileiro. Entre elas, a obrigação de manter ligado o transponder, equipamento que alerta para o risco de colisão.

De acordo com a Justiça Federal, as infrações cometidas pelos pilotos foram cruciais para queda do voo da Gol, que fazia o trajeto Manaus – Rio de Janeiro. Após a colisão, o jato Legacy conseguiu pousar. Todos os 154 tripulantes e passageiros do voo da Gol morreram.

A reportagem entrou em contato com a defesa dos pilotos norte-americanos, mas não obteve retorno até a publicação.

Tragédia com o avião da Chapecoense completa um ano; relembre

Faltavam dois minutos para as 22h (horário local) do dia 28 de novembro de 2016 quando o voo 2933 da empresa boliviana LaMia caiu no morro El Gordo, a 35 quilômetros do aeroporto de Medellin, na Colômbia. A bordo, estavam 77 passageiros de um voo charter contratado pela Associação Chapecoense de Futebol, o clube de Chapecó (SC). A equipe do interior do estado catarinense acabava de realizar uma façanha: ia disputar a final da Copa Sul Americana contra o Atlético Nacional, de Medellin. A partida seria disputada no dia seguinte, no primeiro jogo pelo título.
A alegria dos jogadores, da comissão técnica, e dos jornalistas a bordo deu lugar ao horror. Na escuridão da noite o avião bateu de barriga no alto do morro, capotou e se despedaçou encosta a baixo, deixando um rastro de destruição.
Quando as equipes dos bombeiros voluntários da cidade de La Unión conseguiram chegar ao local quase uma hora depois, apenas sete pessoas ainda estava vivas. Três eram jogadores do time: o goleiro Jackson Follman, o zagueiro Helio Zampier Neto e o lateral Alan Ruschel. Dos 20 jornalistas, apenas o locutor da Radio Oeste de Chapecó, Rafael Renzi, estava vivo. Os outros dois sobreviventes eram tripulantes: a comissária de bordo Ximena Suárez e o técnico de voo Erwin Tumiri. O sétimo passageiro encontrado com vida era o goleiro principal Marcos Danilo Padilha, que chegou a ser encaminhado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia seguinte.  
Foto: Divulgação / Policia de Antioquia
Um piloto perdido
Minutos antes da queda, o piloto Miguel Quiroga avisou a torre de controle do aeroporto de Rionegro que estava com problemas elétricos e pediu as coordenadas para um pouso de emergência. O avião estava a menos de cinco minutos da cabeceira da pista, mas no dramático diálogo com a torre ficou gravada a desorientação de Quiroga. Ele parecia não saber ao certo sua posição e não entendia as instruções da controladora Yaneth Molina que, por sua vez, não conseguia ver a aeronave no radar. Quando finalmente Quiroga admitiu que estava sem combustível, a torre perdeu o contato.
Avisada por moradores que ouviram o barulho da queda, a Polícia Nacional da Colômbia acionou o modesto grupamento de bombeiros voluntários de La Unión que, em pouco mais de meia hora, conseguiram chegar ao Cerro El Gordo e iniciaram a busca por sobreviventes.  
Foto: Divulgação / Policia de Antioquia
Um plano de voo errado
Enquanto as equipes de resgate vasculhavam os destroços em busca de sobreviventes, as autoridades aeronáuticas no Brasil, na Colômbia e na Bolívia começavam a procurar respostas para as circunstâncias do acidente. E as primeiras informações vindas da Bolívia, de onde o voo 2933 havia decolado, eram desconcertantes.
O avião tinha saído do aeroporto de Santa Cruz de la Sierra com um plano de voo que, segundo a funcionária da Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares de Navegação Aérea (AASANA), Celia Castedo, "estava errado". Os valores do tempo de voo até Medellin – 4 horas e 22 minutos - eram exatamente os mesmos valores da autonomia de combustível. Isso não dava a margem de segurança necessária para uma situação inesperada. Celia assegura que avisou o problema ao despachante da LaMia, que morreu no acidente.
Em seu depoimento ela disse que ele ignorou o aviso e o avião decolou. Celia, que pediu abrigo ao governo brasileiro, ainda se defende da acusação de homicídio culposo na Justiça boliviana. E se justifica: “Minha função era apenas checar o preenchimento do plano de voo e avisar sobre alguma irregularidade, mas eu não tinha autoridade para impedir a decolagem”.
Para os investigadores do acidente, o avião não poderia jamais ter levantado voo. E isso deixava uma nova pergunta sem resposta: por que o piloto havia decidido voar diretamente para Medellin, no limite de segurança do combustível, se podia ter feito uma escala para abastecimento?  
Foto: Divulgação
E uma companhia aérea suspeita
O Avro RJ85 é um avião equipado com quatro motores que lhe dão uma autonomia de voo de até 3 mil quilômetros, segundo dados da fabricante British Aerospace. Pode transportar com segurança até 112 passageiros e nove tripulantes. O aparelho tinha sido fabricado em 1999 e comprado por uma empresa americana que o vendeu em 2007 para a City Jet, uma companhia irlandesa de linhas regionais.
Em 2013 o avião foi vendido para a Línea Aérea Merideña Internacional de Aviación (LaMia), uma empresa regional fundada em 2010 na Venezuela pelo empresário Ricardo Albacete Vidal. Antes de ingressar no ramo da aviação civil, Albacete teve empresas nos setores metalúrgicos e petrolíferos e sempre esteve envolvido em política, chegando a ser senador. Ele convidou o lobista chinês Sam Pa, para se associar à LaMia, mas não foi um bom negócio: em 2011 Sam Pa foi preso na China e Albacete dissolveu a empresa.
A LaMia ressurgiu em 2013, com o nome de Línea Aerea Margarita, mas usando o mesmo logotipo e com foco em voos internacionais. Sua estratégia para conquistar o mercado foi agressiva, oferecendo preços até 40% mais baratos do que a concorrência. Assim, a nova empresa acabou atraindo uma clientela muito lucrativa: os times de futebol que viajavam pelo continente durante os campeonatos. Informalmente, a LaMia passou a ser a transportadora preferida da Confederação Sul Americana de Futebol (Conmebol).
Quando o voo 2933 caiu na Colômbia, Albacete negou que o avião fosse da sua LaMia, que teria arrendado seus aviões para a LaMia boliviana. O que ele não mencionou foi que a LaMia boliviana tinha sido criada por ele mesmo, em sociedade com o piloto Miguel Quiroga, que comandava o fatídico voo.Os jogadores que sobreviveram
O goleiro Jackson Follman, primeiro sobrevivente a ser resgatado dos escombros, não se lembra exatamente o que aconteceu. Tudo que ele recorda é que estava sentado perto dos três companheiros que sobreviveram com ele, o zagueiro Neto, o lateral Alan e o jornalista Rafael Renzi e todos estavam conversando animadamente. Então as luzes da cabine se apagaram e ele desmaiou.
Follman costuma dizer, em entrevistas, que se deu conta de que o avião tinha caído quando voltou a si na escuridão total, no meio dos destroços. E pensou: “O avião caiu. Todo mundo se salvou. Estão todos vivos”. Ao ver os focos das lanternas dos bombeiros no meio da mata, Follman reuniu forças para gritar por socorro. Levado de helicóptero ao hospital, ele teve parte da perna direita amputada. Em longas cirurgias, os médicos conseguiram reconstruir o calcanhar do pé esquerdo e uma vértebra cervical que, por sorte, não atingiu a medula.  
Foto: Reprodução / Agência Brasil
O lateral Alan Ruschel também estava muito ferido e foi levado ao hospital de caminhonete, por dois moradores de La Unión. Embora estivesse consciente o tempo todo, Alan tinha um problema grave: uma fratura na coluna que poderia deixá-lo tetraplégico. Mas, nas horas seguintes, os médicos do Hospital San Vicente descartaram o risco.
O zagueiro Helio Neto ficou sete horas nos escombros e foi o último a ser resgatado. Os socorristas já tinham desistido de encontrar mais sobreviventes quando um deles ouviu gemidos e voltou para localizar o chamado. No entanto, seu estado era tão crítico que os médicos chegaram a prevenir seus familiares de que não alimentassem muitas esperanças.
E um time que ressuscitou
Quando a notícia chegou a Chapecó, já na madrugada do dia 29, os 200 mil habitantes foram sendo despertados pelos relatos da tragédia e a cidade mergulhou na dor e no luto. Do sonho de uma conquista esportiva para o pesadelo inimaginável: os chapecoenses tinham perdido seus jogadores, seus dirigentes e jornalistas que relatariam a vitória tão esperada. E só havia um lugar onde eles queriam estar: a Arena Condá, o estádio do clube.
Na noite de quarta-feira, quando o time deveria estar jogando em Medellin, os torcedores lotaram as arquibancadas para chorar, cantar o hino do clube e gritar a saudação que tinha guardada no peito: “É campeão!”. Simultaneamente, em Medellin, colombianos lotaram o estádio Atanasio Girardot, onde o jogo contra a Chapecoense deveria ocorrer, para homenagear o time brasileiro.
O luto de Chapecó se espalhou pelo Brasil e o mundo. Nas redes sociais, torcedores de equipes adversárias começaram a pintar de verde os distintivos de seus próprios times e a frase: “Somos Chape”. Era o início da reação para reconstruir o sonho e o time.  
Foto: Divulgação / Agência Brasil
Virada
A Chapecoense já não tinha mais um time titular para entrar em campo, uma vez que quase todos os jogadores morreram no acidente. Nem uma comissão técnica, nem mesmo o presidente do clube, que morreu no acidente. Mas ali, na Arena Condá, estavam os jogadores que não tinham viajado para a Colômbia. Neles, a torcida enxergava a esperança de um recomeço para formar o novo time para a temporada de 2017.
O troféu de Campeão Sul Americano, entregue à Chapecoense pela Conmebol depois que o Atlético Nacional decidiu abrir mão do título, não era apenas simbólico. O prêmio pelo título foi de US$ 2 milhões e a vaga na Recopa rendeu mais US$ 1 milhão. Por ser campeã sul americana, a Chape garantiu também vaga na Libertadores e mais US$ 1,8 mil pelos três jogos como mandante de campo.
Foto: Reprodução / Agência Brasil
Com as finanças reforçadas, o clube reconstruiu o time e conquistou o título do campeonato catarinense de 2017. E mesmo depois de ter tropeçado na série A do Brasileirão, a Chape conseguiu escapar do rebaixamento e continuará em 2018 na principal divisão do futebol profissional brasileiro.
Uma das maiores emoções vividas pelo time e sua torcida depois da tragédia foi em agosto deste ano, quando a equipe pisou no gramado do Nou Camp em Barcelona para um amistoso contra o time da casa, recebendo a homenagem de um estádio lotado. As imagens dos jogadores mortos foram projetadas no telão e o ex-goleiro Follman, agora embaixador do clube, e o zagueiro Helio, deram o chute inicial da partida.
Entre os jogadores escalados para a partida, estava Alan Ruschel, que os médicos colombianos temiam que não voltasse a andar. Ele saiu de campo após 35 minutos de jogo, com a camisa assinada por Messi e a homenagem da torcida. Em Chapecó, o grito da torcida voltou a ecoar: “O campeão voltou!”.

Avião monomotor cai deixando 5 mortos em Itaituba no Pará

Na tarde deste domingo (22), caiu um avião monomotor na cidade de Itaituba, sudoeste do Pará, deixando 5 mortos, como informou o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
      
Foto: Reprodução / Facebook
Segundo a Polícia Militar do Município, a aeronave do tipo Cesna 210, estava participando de uma programação especial alusiva ao Dia do Aviador, que é comemorado hoje (23), e fazia uma apresentação, quando caiu em uma área urbana próxima ao aeroporto da cidade.
Os corpos das cinco vítimas que estavam a bordo e foram levados para o Centro de Perícias de Altamira (PA), já foram identificados. São elas:Diego Patrick Kroetz Alves Rezende, pilotoWeverton Marinho Pereira, co-pilotoJosenilde Silva Oliveira, passageiraRosalina Metilde Santos Werlang, passageiraRoberlania Dantas Marinho, passageiraGARIMPONo último dia 11 de outubro, um avião também caiu em uma área de garimpo, que está a 370 km do município de Itaituba (PA), causando a morte do piloto e deixando um passageiro em estado grave.

Vítima de acidente em Anavilhanas tinha sonho de conhecer a Amazônia

Carolina Nyberg Steiser, a sueca de 29 anos que morreu após queda de avião no Rio Negro na região do Arquipélago de Anavilhanas, interior do Amazonas, na manhã de terça-feira (17), realizava o sonho de conhecer a Floresta Amazônica e a atuação do Greenpeace na região. De acordo matéria divulgada pelo G1 Amazonas, a ONG informou que a ativista estava no voo para "ver em primeira mão a beleza da floresta".Ainda segundo o G1 Amazonas, a sueca atuava no relacionamento com influenciadores para apoiar a causa ambiental.
Foto:Reprodução/Rede Amazônica
A aeronave anfíbio modelo Cessna Caravan 208 caiu por volta das 11h (13h, no horário de Brasília). Além de Carolina, também estava a bordo do avião o piloto e três funcionários brasileiros da organização, que sobreviveram.O acidente que resultou na morte da ativista aconteceu após manobra de sobrevoo próximo ao Rio Negro. De acordo com relato de comandante de um barco que testemunhou a colisãoa vítima teria feito um pedido ao piloto da aeronave para "ter a sensação de encostar no rio".

Ano foi marcado por acidentes aéreos na Amazônia; relembre

Na última terça-feira (17), mais um acidente aéreo colocou a região amazônica em destaque nacional. A queda de uma aeronave modelo Cessna 208 anfíbio, do Greenpeace, nas águas do rio Negro, deixou uma turista sueca morta. Além dela, mais de 80 vítimas fatais foram registradas em acidentes aéreos na Amazônia nos últimos 12 meses. O Portal Amazônia relembra os casos de maior repercussão registrados neste ano.

Novembro 2016 - na madrugada do dia 29 de novembro, o avião que levava o time da Chapecoense caiu no município de La Ceja, perto de Medellín, na Colômbia.

O avião era um British Aerospace 146, da companhia boliviana LaMia. O destino final seria o município colombiano de Medellín, onde a Chapecoense disputaria as finais da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional.

Entre os passageiros, além dos 22 jogadores, estavam 18 membros da comissão técnica, oito da diretoria, três convidados, incluindo o presidente da Federação Catarinense de Futebol, Delfim Peixoto Filho, e 21 representantes da imprensa, inclusive o ex-jogador e ex-técnico Mário Sérgio, comentarista dos canais Fox Sports. Ao todo, 71 pessoas morreram, entre elas jogadores, dirigentes esportivos e jornalistas. 
Foto:Reprodução/Policia Antioquia 
Dezembro de 2016 - uma aeronave de pequeno porte, Embraer 721D, de matrícula PT-REI, caiu em uma área de floresta no Bairro da União, na Zona Centro-Sul de Manaus. O avião pertencia a uma empresa de taxi aéreo e decolou da capital com destino ao município de Novo Aripuanã (distante a 227 quilômetros de Manaus), por volta das 7h45. Seis pessoas morreram, incluindo uma criança de sete anos.
Foto:Reprodução/Rede Amazônica
Dezembro de 2016 - um avião de pequeno porte da empresa Parintins Táxi Aéreo - modelo BE-58 e matrícula PT-ICU - desapareceu após decolar do município de Tefé, a 575 km da capital do Amazonas. Quatro pessoas estavam a bordo. Segundo o Corpo de Bombeiros, três pessoas morreram no acidente e uma sobreviveu.

Junho de 2017 - um vídeo de autoria do técnico de enfermagem Ednilson Cardoso, mostra o pouso forçado um avião monomotor da empresa Paramazônia Táxi Aéreo em terra indígena Yanomami, no estado de Roraima. Ele viajava em missão pela Secretaria Estadual de Saúde Indígena (Sesai). A areonave era comandada pelo piloto Elcides Rodrigues Pereira, de 64 anos, o “Peninha", que sobreviveu à queda, mas morreu após tentativa de resgate mal sucedida.



Julho de 2017 - quatro pessoas morreram, após um avião da Paramazônica Táxi Aéreo fretado pelo Exército Brasileiro cair no município de Cantá (distante a 35 quilômetros de Boa Vista). Segundo informações do G1 Roraima, cinco pessoas estavam na aeronave, mas apenas uma sobreviveu ao acidente.
Foto:Reprodução/Rede Amazônica
Outubro 2017 - uma aeronave, modelo Cessna 208 anfíbio, do Greenpeace, caiu após fazer uma manobra próximo ao rio na manhã desta terça-feira (17). De acordo com informações de testemunhas, quatro passageiros foram resgatados com vida, e uma turista sueca que não teve o nome identificado não resistiu.

Testemunhas de acidente aéreo em Anavilhanas ajudaram em resgate

Dezenas de passageiros que viajavam na embarcação 'Natal' descreveram o acidente aéreo com aeronave do Greenpeace, que aconteceu nesta terça-feira (17) próximo ao Arquipélago de Anavilhanas, no Amazonas, e resultou na morte de uma mulher sueca. Eles atuaram no início do resgate das vítimas, mas não conseguiram salvar a jovem, que estava presa pelo cinto de segurança.

Ex-senador boliviano refugiado no Brasil está internado em estado grave

O Hospital de Base do Distrito Federal informou neste domingo (13) que é grave e instável o estado de saúde do ex-senador boliviano Roger Pinto Molina, que caiu do ultraleve que pilotava na noite anterior, no município goiano de Luziânia. Molina, de 57 anos, que deu entrada no hospital na noite de sábado (12), era o único ocupante da aeronave.

O atendimento médico teve início ainda no local do acidente. Após a transferência para o Hospital de Base, foram feitas tomografias, exames laboratoriais e de raio X, drenagem bilateral no tórax e traqueostomia de urgência. O político boliviano encontra-se politraumatizado, com traumatismo cranioencefálico e em ventilação mecânica.

O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (Cecomsaer) informou que iniciou operações para investigar as causas do acidente. Investigadores do Sexto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos deslocaram-se hoje (13) para Luziânia, na região do Entorno do Distrito Federal, a fim de fazer registros fotográficos, coletar documentos e realizar entrevistas.

“O objetivo da investigação realizada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e pelos seus serviços regionais, é prevenir novas ocorrências com características semelhantes”, diz nota oficial divulgada pelo órgão.

Roger Molina está no Brasil desde 2013, quando buscou asilo no país alegando perseguição política. Antes, ele viveu alguns meses na embaixada brasileira na Bolívia, em condição de asilado.

Para deixar o país natal, o ex-senador precisava da concessão de um salvo-conduto, que consiste em uma permissão para que pudesse transitar pelo território sem ser preso. Mesmo sem receber o documento, Molina entrou no Brasil, com o apoio de autoridades brasileiras, o que causou polêmica. O governo boliviano alegava que Molina tentava sair do país para não responder na Justiça por crimes de danos econômicos ao Estado, calculados em US$ 1,7 milhão.


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Após acidentes, empresa aérea fecha as portas em Roraima

Foto: Inaê Brandão/Rede Amazônica
Após registrar dois acidentes aéreos em 19 dias, a empresa Paramazônia Táxi Aéreo anunciou que fecha as portas em Roraima. De acordo com o G1 Roraima, o anúncio foi realizado pelo empresário Arthur Nogueira no sábado (8).

O empresário se limita prestar solidariedade aos familiares das vítimas e informou que a decisão foi tomada em função do desgaste da imagem da empresa, que presta serviço à 22 anos na região, por conta dos acidentes. Nogueira informou ainda que cerca de 50 funcionários serão demitidos, mas todos serão indenizados.

Primeiro acidente

O piloto Elcides Rodrigues Pereira, de 64 anos, o 'Peninha', conseguiu fazer um pouso de emergência após uma pane mecânica sobre o rio Catrimani, na Terra Indígena Yanomami, dia 14 de junho. Ele e e o técnico em enfermagem Ednilson Cardoso aguardaram socorro, mas Peninha morreu após um resgate mal sucedido.

Segundo acidente

Quatro pessoas morreram, após um avião da empresa fretado pelo Exército Brasileiro cair no município de Cantá (distante a 35 quilômetros de Boa Vista) no dia 3 de julho. Cinco pessoas estavam na aeronave. Uma sobreviveu, mas com 50% do corpo queimado.

De acordo com o chefe da Defesa Civil, coronel Doriedson Ribeiro, o monomotor modelo PR-FMR Cessna 2010, caiu logo após a decolagem em uma floresta próximo à pista de pouso da Paramazônia. 

MPF investigará empresa dona de aviões que caíram em Roraima

Foto: Inaê Brandão/Rede Amazônica Roraima
Após dois acidentes aéreos em um curto período de tempo, o Ministério Público Federal em Roraima informou nesta terça-feira (4) que instaurou uma investigação para apurar as circunstâncias. As aeronaves envolvidas são da empresa Paramazônia Táxi Aéreo Ltda. Segundo o G1 Roraima, ao procurar o dono da empresa uma pessoa atendeu a ligação e informou que ele não podia atender as chamadas.

Em 20 dias dois aviões da Paramazônica caíram em Roraima. O primeiro foi dia 14 de junho, quando o monomotor pilotado por Elcides Rodrigues Pereira, de 64 anos, o 'Peninha', deu pane e teve um pouso forçado em um rio. Ele seguia acompanhado do técnico em enfermagem Ednilson Cardoso, de 28 anos, para uma missão na Terra Indígena Yanomami. Os dois sobreviveram ao pouso forçado, mas o piloto morreu quando a Paramazônia tentou resgatá-lo.

Já o segundo acidente aconteceu nesta segunda-feira (3), quando um monomotor da Paramzônia fretado pelo Exército caiu logo após a decolagem. Três servidores do Ibama e o piloto da aeronave morreram. Um outro servidor sobreviveu, mas teve metade do corpo queimado e segue em estado grave em hospital no Rio de Janeiro.

De acordo com o MPF-RR, a investigação é no âmbito cível. Na esfera criminal, o MPF-RR ainda aguarda o término das investigações pelos órgãos responsáveis para verificar se existe alguma providência a ser adotada dentro da competência de atuação do órgão.

O ministério deve verificar ainda eventuais outros acidentes recentes que envolveram prestação de serviços de táxi aéreo a órgãos e entidades federais. "A intenção do MPF-RR é apurar, dentro de sua atuação cível, a possível falta grave de segurança na prestação desses serviços, verificando supostas falhas na fiscalização de contratos administrativos de órgãos e entidades federais firmados com a empresa Paramazônia", informou.

O MPF-RR disse ainda em nota que "sob o aspecto da prevenção, surge a necessidade de atuação para verificar a qualidade da fiscalização, por servidores dos órgãos correspondentes, acerca dos contratos vigentes de prestação dos serviços de táxi aéreo na área federal em Roraima".