Sidebar Menu

Manaus 30º • Nublado
Sábado, 08 Mai 2021

Com queda de 70% no estoque de sangue, Hemoam convoca doadores com urgência

Desde o início da pandemia no Amazonas, o Hemoam vem enfrentando dificuldades para equilibrar o abastecimento de sangue

Acre está fora de risco de desabastecimento de oxigênio

As principais unidades de Saúde do Estado, que fazem atendimento de pacientes acometidos pela Covid-19, contam com sistemas de geradores de gases autônomos

Amazonas recebe mais monitores e bombas de infusão do Ministério da Saúde

Os equipamentos se somam aos respiradores e monitores que já haviam sido enviados ao estado pelo MS, desde o mês de novembro

Bairros na Zona Norte de Manaus terão abastecimento de água afetados durante manutenção nesta terça-feira (4)

A água tratada começa a retornar assim que os trabalhos forem concluídos. Em até quatro horas, o abastecimento na área estará normalizado. 

Estudo analisa abastecimento de água com sistemas de energia solar na Amazônia

A imagem ainda vive no imaginário popular: uma mulher, cansada pelo excesso de peso, carrega um balde, vaso ou lata de água na cabeça, da fonte até a sua casa, para ser utilizada pela família. Essa cena, clássica em obras de arte, no cinema e até em canções, deixou de ser realidade há um bom tempo para 21 comunidades ribeirinhas nas reservas Amanã e Mamirauá, no Amazonas. A mudança é fruto do trabalho do Programa Qualidade de Vida (PQV), do Instituto Mamirauá, que desenvolveu um sistema de abastecimento de água adaptável à complexa região das várzeas amazônicas, de extrema variação no nível da água dos rios entre os períodos de seca e cheia.

O desenvolvimento desse projeto, que desde 1995 - mesmo antes da criação do instituto - vem ajudando a melhorar o acesso dessas populações tradicionais à água encanada, é descrito no artigo “Surrounded by sun and water: development of a water supply system for riverine peoples in Amazonia”, publicado na revista Tecnologia e Sociedade. Os ribeirinhos da Amazônia até hoje sofrem com doenças relacionadas à ingestão de água imprópria para o consumo humano e com a falta de políticas públicas voltadas para a solução do problema.

 “Hoje, temos um sistema de abastecimento de água que consideramos adequado para a várzea. Foi um processo de tentativas, erros, de buscar novas informações, parceiros, e só dessa forma chegamos a essa tecnologia. ”, conta a engenheira ambiental Maria Cecília Gomes, coordenadora do Programa Qualidade de Vida e uma das autoras do artigo. “Esse projeto é um dos primeiros do instituto no tema de tecnologias sociais. É uma das nossas tecnologias melhor desenvolvidas e que já tem condições de ser replicada. ”




A energia solar

A origem do projeto está diretamente relacionada ao início das atividades do Instituto Mamirauá, uma unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em prol do desenvolvimento sustentável de comunidades na Amazônia Central. A ausência de água encanada e tratada nas moradias da região era mais uma consequência de uma das maiores dificuldades encontradas pelos pesquisadores que, já nos anos 80, trabalhavam com pesquisa na região: a ausência de energia elétrica.

Devido a seu isolamento geográfico, por estarem localizadas em uma região repleta de rios e sem grandes estradas, as pequenas vilas das reservas Amanã e Mamirauá encontram grande dificuldade no acesso ao cabeamento elétrico. A maioria das comunidades recorre aos geradores a diesel para ter energia em casa. Só que o combustível representa uma baixa cada vez mais significativa na já limitada renda dos comunitários. No que diz respeito à água encanada, a energia elétrica seria fundamental para o bombeamento até o local onde ela seria armazenada.

Inicialmente, uma bomba manual foi pensada para levar a água de seu local de origem, a princípio em poços, ao reservatório da comunidade. Rapidamente notou-se, porém, que o esforço necessário para realizar tal trabalho inibia a utilização do equipamento pela população. “Isso contribuiu para que a instituição buscasse uma fonte de energia elétrica que realizasse esse trabalho e diminuísse o esforço físico das famílias. ”, revela Cecília.

Para chegar a uma tecnologia que desse conta do trabalho em um local com características tão adversas, o PQV foi atrás de parceiros que entendessem do assunto e pudessem qualificar a equipe do instituto a lidar com a situação. A Universidade de São Paulo (USP) foi fundamental nesse processo. Estabeleceu-se, então, que a forma de energia propícia a ser utilizada na região seria a fotovoltaica – ou solar -, por se adequar bem ao clima amazônico, onde o brilho do sol bate forte na superfície na maior parte dos dias do ano.



A água

No início do projeto, havia três possibilidades de trabalho com a água. Era possível extraí-la de poços artesianos, captar a água da chuva ou bombeá-la diretamente do rio. A primeira tentativa, com os poços, se revelou inapropriada, devido ao alto custo e a dificuldade de se trabalhar com as brocas necessárias para atingir a profundidade do lençol freático propícia para a extração de água limpa.

Já a água da chuva, captada através dos telhados das moradias, seria uma opção mais viável. A chuva trazia a vantagem de não apresentar a turbidez – o aspecto barrento – da água do rio, ainda que necessitasse de desinfecção, em função de seu contato com os telhados. “O uso é tradicional na região, mas a equipe decidiu promover e incentivar, por meio de projetos de pesquisa e da instalação cisternas, o seu aproveitamento em algumas casas. ”, explica a pesquisadora.

O uso da água da chuva, que até hoje acontece nas comunidades que receberam o projeto, não poderia, porém, ser a única forma de obtenção do recurso pelas comunidades. Apesar de abundante no início do ano, o menor volume de precipitação apresentado na temporada mais seca não dava conta de suprir todas as necessidades das famílias. “As pessoas precisariam de reservatórios muito grandes para atender à demanda. Então consideramos a água da chuva um complemento para alguns usos: beber, cozinhar. ”, aponta Cecília.

Mais barata e de menor complexidade para ser acessada, a água do rio passou então a ser considerada a alternativa mais adequada ao ambiente da várzea amazônica. Foi utilizado um sistema de bombeamento adequado à energia solar. A água passa também por uma filtragem, antes de chegar a um reservatório suspenso, de onde é direcionada às casas pela força da gravidade.

O sistema foi bem-sucedido nos 21 locais onde foi implementado, atingindo cerca de 1.700 moradores. Ainda estamos analisando resultados de um estudo sobre os impactos desta tecnologia, mas nota-se que, nas comunidades que receberam a instalação, há menor ocorrência de diarreia, frequentemente associadas ao consumo de água em quantidade insuficiente e com qualidade imprópria, e melhores condições de vida, incluindo conforto e higiene.


Próximos passos

Apesar do sucesso do programa, ainda há muito o que se fazer para garantir o acesso dessas comunidades à água limpa. O sistema representa uma melhoria considerável na qualidade de vida da população ribeirinha local, mas ainda não é capaz de tratar a água da maneira ideal. “Agora buscamos melhorar a qualidade, porque nesse sistema acontece uma filtração, mas é muito grosseira. A água barrenta fica bem melhor, mas não atinge o padrão de potabilidade que o Ministério da Saúde recomenda. ”, afirma a pesquisadora.

Por essa razão foi, e ainda é, fundamental ao projeto o trabalho de educação em saúde e o incentivo ao tratamento da água dentro das casas, seja através de filtros, com a fervura ou com a utilização de produtos químicos. “Nessas 21 comunidades também foi feito um trabalho de educação voltado para o uso adequado da água no domicílio e para os cuidados com o armazenamento: que seja um local limpo, que seja livre de insetos, fácil de higienizar. ”, explica.

Planeja-se também, a implementação de uma etapa de tratamento da água mais apropriada para todo o sistema, que se adeque bem às particularidades locais. Algumas adaptações que já são trabalhadas no programa permitem que a comunidade interaja de forma mais eficiente com o equipamento e se aproprie da tecnologia. “Utilizamos madeira nas estruturas, pelo fato de os moradores locais saberem lidar com o material e por ele estar disponível na região. As pessoas têm condição de fazer manutenção e reposição. Isso incentiva o que a gente chama de apropriação, de tornar a tecnologia mais adequada para as comunidades. ”, relata Cecília. A ação da instituição também busca aumentar a sustentabilidade econômica do abastecimento de água, incluindo-o em um sistema público e regional de saneamento.

A ideia é eventualmente aplicar essa lógica também à bomba de água escolhida para o projeto – um equipamento próprio para a utilização com energia solar, mas que ainda tem o custo muito elevado para a realidade local. “O uso da energia solar também é adequado porque ele não depende de as pessoas terem diesel ou outras formas de energia elétrica. Então, mesmo não havendo energia elétrica nas comunidades, com esse arranjo elas podem continuar tendo água. ”, complementa.

“Se as famílias não se envolvem, a tecnologia não funciona. Hoje podemos dizer que as comunidades identificaram os benefícios que existem a partir do uso desse sistema e recebemos muita demanda para construir novos. Medimos o sucesso da tecnologia também pela demanda de replicação de diversas comunidades. Sejam comunidades vizinhas ou de alguém que passou ou ouviu falar e deseja levar para a própria comunidade também. ”, conta a pesquisadora.

Além de Cecília Gomes, a pesquisa teve como autores Ana Claudeíse Silva do Nascimento, Dávila Suelen Souza Corrêa, Otacílio Soares Brito, Edila Arnaud Ferreira Moura. 

Vários bairros de Manaus ficarão sem água a partir desta segunda; entenda

A Manaus Ambiental realizará um importante serviço nesta primeira quinzena de novembro, com a instalação de grandes geradores de energia elétrica nos principais reservatórios da capital.

O objetivo é reduzir as interrupções emergenciais no fornecimento de água por conta de situações de falha no serviço de energia elétrica, como oscilações e apagões. Com isso, a Manaus Ambiental tem o objetivo de tornar o sistema de água mais independente, beneficiando cerca de um milhão de pessoas em todas as zonas da capital amazonense.

“A instalação desses geradores faz parte das ações programadas do grupo Aegea para tornar a operação da Manaus Ambiental mais eficiente, melhorando ainda mais a qualidade dos serviços prestados à população. Este investimento irá garantir a segurança operacional do sistema e manterá as bombas funcionando em sua capacidade total, evitando que as interrupções de energia afetem o fornecimento de água”, explica Renato Medicis, diretor-presidente da Manaus Ambiental. Os equipamentos têm capacidade de 2000kVA e 2200kVA e funcionamento automático.

Para que os geradores sejam instalados, a empresa realizará paradas programadas no abastecimento de água. A primeira acontecerá a partir das 22h desta segunda-feira (05), na Zona Leste. Os primeiros reservatórios que vão receber os novos geradores estão localizados nos bairros São José III, Cidade de Deus, Nova Floresta e Núcleo 23 da Cidade Nova.

O trabalho tem duração de 8 horas. Após este período, o restabelecimento do abastecimento de água deve normalizar gradativamente em até 36 horas nos setores abrangidos.

Bairros afetados nesta segunda-feira (5)

Os bairros alcançados por esta parada programada são: Gilberto Mestrinho, Grande Vitória, Nova Vitória, Nova Conquista, Tancredo Neves, Novo Reino I e II. São José I, II e III, Castanheira, João Bosco I e II, Zumbi I e III, Núcleo 16, 23, 22 e 24, Sra. de Fátima I e II, Mutirão, Novo Aleixo I e II, Loteamento Águas Claras, Amadeu Botelho, Vila Rica, Parque das Garças. Além destes, Alfredo Nascimento I e II, Cidade de Deus I e II, Braga Mendes, Viver Melhor II (Vila Nova), Monte Sião, Nossa Sra. Fátima II, Aliança com Deus, Fazendinha I, Ben Hur, Vila Nova, Gustavo Nascimento, Valparaíso, Bairro Novo, Comunidade Sta. Barbara, Jorge Teixeira I, II, III e IV, João Paulo I e II, Brasileirinho, Santa Inês, Conj. Viver Melhor III, Cidade Alta, Comunidade Santa Barbara, Bairro Novo.

Calendário

No dia 07 de novembro, os reservatórios do Mocó e Coroado III receberem a instalação dos geradores. No dia 12, os trabalhos chegam aos reservatórios Cidade Nova e Mundo Novo. No dia 13 de novembro, será a vez da Bola do Coroado. Os prazos para a realização dos serviços e normalização do abastecimento seguem os mesmos.

Dúvidas

A empresa está à disposição para atender aos clientes pelos canais de atendimento, que estão disponíveis 24h: SAC e demais localidades: 0800 092 0195; E-mail: [email protected]

Bairros tem abastecimento de água suspenso em Manaus nesta quinta-feira

O abastecimento de água de mais de 70 localidades de Manaus (AM) será interrompido nesta quinta-feira (7). De acordo com a concessionária, a suspensão é necessária para a execução de serviços de manutenção. Abastecimento deve voltar em até 18 horas após o encerramento da manutenção, prevista para as 5h desta sexta-feira (8). Veja a lista completa dos bairros afetados:

Alvorada
Redenção
Campos Elíseos
Jardim Versalhes
Conjunto Canaã
Belvederes
Ajuricaba
Flamanal
Bela Vista
Lírio do Vale II
Augusto Monte Negro
Ponta Negra
Santo Agostinho
Compensa
Eduardo Gomes
Conjunto Hileia
Bairro da Paz
Santos Dumont
Flores
Mundo Novo
Parque das Nações
Beija Flor, I, II
Santa Cruz
Ozias Monteiro
Colônia Santo Antônio
José Bonifácio
Monte Sinai
Vale do Sinai
Manoa
Terra Nova II
Novo Israel
Loteamento América do Sul
Conjunto Canaã
Celebridade
Jesus Me Deu
Monte das Oliveiras
Monte Pascoal
Parque Florestal
Monte Cristo
Comunidade Luís Otavio
Loteamento Fortaleza
Santa Tereza
Comunidade Peniel
Loteamento Raquel
Vitoria Regia
Vista Alegre
Loteamento Agnus Dey
Nova Cidade
Conjunto Carlos Braga
Terra Nova III
São Luís
Loteamento Rio Piorini
Terra Nova III
Santa Marta
Cidade Nova Nucleos 1 ao 15
Conjunto Canaranas
Vila Real
Riacho Doce I, II
Boas Novas
Vera Cruz
Parque Santa Etelvina
União da Vitoria
Etelvina I, II
Francisca Mendes
Campo Dourado
Ribeiro Junior
R.S. Pinto II
Parque Eduardo Braga
Conjunto Galileia
Osvaldo Frota
Omar Aziz
Aliança c/ Deus
Raio de Sol
Fazendinha
Parte do Alfredo Nascimento

Manaus Ambiental realiza parada programada do fornecimento de água nesta quarta

A Manaus Ambiental vai fazer uma parada programada do fornecimento de água a partir das 22h desta quarta-feira (24). Segundo a empresa, a parada é para melhorias nos serviços de controle de distribuição. Os bairros que podem ser afetados são: São Raimundo, São Jorge, Castelhana, Compensa I, Conjunto Aruanã, Centro, Praça 14, Aparecida, Villa da Prata, Glória e Jardim dos Barés. O contato para o consumidor é 0800 092 0195.

Abastecimento de água será suspenso em 70 bairros de Manaus na quarta

Veja a lista dos bairros que ficarão sem água durante a manutenção :São RaimundoSão JorgeVila da PrataGloriaAparecidaCentroMorro da LiberdadeLagoa VerdePetrópolisCrespoSão LazaroBetaniaMatinhaNossa Senhora das GraçasVieiralvesAdrianópolisAleixoCoroado I e IIIColina do AleixoCarijóTiradentesVila da GaiaConjunto João Bosco IIConjunto AcariquaraOuro Verde e Petros.CompensaPonta NegraSanto AgostinhoConjunto YapuáConjunto AruanãConjunto DeboraConjunto KissiaCampos EliseosAlvorada I, II e IIIPromorarDom PedroFlamanalAjuricabaVersallesBelvedereVista BelaEduardo GomesHileiaRedençãoSanta BarabaraNovo EsperançaLírio do Vale,Planalto,FloresMundo NovoOsias MonteiroOmar AzizManoaColônia Santo AntonioJosé BonifacioMonte SiãoMonte PascoalMonte das OliveirasNovo IsraelCidade NovaNova CidadeTerra Nova IIITerra Nova IIRenato Souza Pinto IIFrancisca MendesAmerico MedeirosConjunto Cidadão ( VII, VIII, IV, X ,XII)Santa EtelvinaParque Santa EtelvinaConjunto Canaranas e adjancência.

Depasa realiza melhorias no sistema de abastecimento no Acre

Com o objetivo de proporcionar o aumento ao acesso à água potável, o governo do Estado, por meio do Departamento de Pavimentação e Saneamento (Depasa), promoveu em 2016 significativas obras de ampliação da rede de abastecimento de água em diversas cidades acreanas.

Num investimento de R$ 5,3 milhões entre a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e o Depasa, foi entregue a primeira etapa de funcionamento da nova Estação de Tratamento de Água (ETA) de Sena Madureira, com a capacidade de tratar 90 litros de água por segundo.

“O antigo sistema proporcionava o alcance apenas para dois bairros ao mesmo tempo, porém, com implementação dessa nova ETA, passamos a atender setes comunidades com água todos os dias”, relata o diretor de abastecimento do Depasa, David Bussons.

Foto: Divulgação/Depasa

A cidade de Epitaciolândia recebia o recurso natural dia sim e três não. No entanto, o investimento de R$ 130 mil nas obras de duplicação da produção de água proporcionou que quatro mil ligações do município recebam água potável em dias alternados.

Cerca de R$ 200 mil foram investidos na instalação de 5,5 quilômetros de rede do sistema de distribuição de água do bairro Conquista, em Tarauacá, onde 250 famílias recebem o abastecimento diariamente.

Vaneide Pessoa, 40 anos e mãe de 15 filhos, moradora do bairro Conquista, conta que por anos precisou buscar água em poços comunitários. Agora, com a primeira torneira em sua residência, ela montou uma pequena mercearia e vê o futuro com melhorias.

“Esperamos muito por isso. Agora vai ser melhor. Vamos ter a água aqui mesmo, sem precisar ir mais atrás pelos cantos e carregando na dificuldade”, fala Ivaneide.




A ETA de Feijó era capaz de tratar 60 litros por segundo. Agora esse número saltou para 90, numa produção e distribuição diárias para mais de 3.300 ligações residenciais. O diretor-presidente do Depasa em exercício, Miguel Félix, ressalta que o governo do Estado tem feito grandes esforços para fortalecer o saneamento integrado em todo o Acre.

Félix destaca outras ações, como a expansão da rede de distribuição de água em Brasileia, Porto Acre e Vila do V, a ampliação dos reservatórios de Bujari, Brasileia e Plácido de Castro, além do aumento da potência de distribuição em Marechal Thaumaturgo, Tarauacá, Plácido de Castro e Bujari.

Neste ano, o Depasa está em fase de planejamento para a execução de mais obras nos municípios, além de continuar com as ações do Programa Água para Todos, que leva água tratada para comunidades rurais.

Abastecimento de água recebe reforço em Acrelândia

Foto: Angela Peres/Agência Acre
Com o intuito de amenizar os impactos da grave seca que atinge a cidade de Acrelândia, no Acre, o  Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento (Depasa) e a Defesa Civil do Estado seguem com diversas ações. O processo de distribuição de água recebeu reforço de um carro-pipa, disponibilizado pela Defesa Civil, por intermédio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, do governo federal, para auxiliar no abastecimento do bairro Portelinha, localizado na parte alta do município.

“Lá a pressão da rede é pouca, e neste momento de estiagem o apoio do carro-pipa é fundamental, pois garante o acesso à água tratada para a esta comunidade e demais pontos”, relata o diretor-presidente do Depasa, Edvaldo Magalhães.

As últimas chuvas que caíram na região geraram uma pequena elevação no nível do reservatório do município, porém, o gestor informa que as equipes técnicas da autarquia continuam analisando e executando ações emergenciais.

“Observaremos o volume de futuras chuvas, e analisaremos seus impactos na captação. Contudo, o que nos dá segurança para manter o processo de abastecimento nos próximos 25 dias é a utilização da água dos açudes do vizinho”, comenta Edvaldo Magalhães.

O reservatório da Estação de Tratamento de Água de Acrelândia apresenta desde o início do mês, uma redução drástica em seu volume. Com isso, o Depasa fortalece a Campanha “Nós Contra o Desperdício”, em prol do uso consciente desse recurso natural, além de serviços de manutenções em combate a vazamentos.