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Vale conferir: Oscar Schmidt, galo gigante é atração na Expoacre

Para ser considerado um “gigante”, o macho precisa medir pelo menos 1 metro e pesar 4,5 kg

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


Que o Acre é uma terra produtiva disso ninguém duvida. Nas terras de Chico Mendes tem de abacaxi gigante a galo de quase 1 metro e 20 centímetros. O animal, batizado com o nome do ex-jogador de basquete, Oscar Schmidt, está exposto na Expoacre 2019 e se tornou sensação na feira agropecuária.



O galo da raça índio gigante tem 1,18 metro de altura. O proprietário do animal, o criador João Pimenta, levou outros galos da raça combatente, além de pintinhos, frangos e ovos para serem comercializados durante a Expoacre. Os bichos ficam na cocheira da Toca do Gigante, localizada no Caminhos do Agronegócio.





 

 

           
Foto: Divulgação
 

 




Pimenta está sempre por perto para explicar aos visitantes como é feito o melhoramento genético de galos e galinhas. “O índio gigante é um melhorador de terreiro, ou seja, melhorador da produção precoce com tamanho bom. Hoje para você fazer um frango caipira vai levar em média de oito meses a um ano para poder abater. Com o cruzamento desses galos gigante com galinha caipira você consegue abater com 90 dias de vida, pesando dois quilos e meio. Portanto, o valor desses galos é alto porque você adianta muito a raça”, explica.


 

O criador comprou recentemente, durante leilão de aves gigantes em São Paulo, outro galo da mesma raça, no valor de 50 mil reais. O retorno, segundo o criador, é rápido. “O acesso a essa genética exige alto investimento. Hoje tenho o maior galo do Acre e o mercado para essas aves está começando a crescer no estado”, ressalta.


O índio gigante é resultante do cruzamento entre galináceos altivos e a galinha caipira. Para ser considerado um “gigante”, o macho precisa medir pelo menos 1 metro e pesar 4,5 kg, enquanto a fêmea deve ter no mínimo 85 cm e pesar 3 kg, segundo a Associação Brasileira de Criadores de Índio Gigante (Abracig). O principal atributo é o porte altivo e avantajado, que atrai o interesse de criadores, mas as aves são também dóceis e rústicas.



 

 

 

     
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Vale conferir: Oscar Schmidt, galo gigante é atração na Expoacre

Para ser considerado um “gigante”, o macho precisa medir pelo menos 1 metro e pesar 4,5 kg


Que o Acre é uma terra produtiva disso ninguém duvida. Nas terras de Chico Mendes tem de abacaxi gigante a galo de quase 1 metro e 20 centímetros. O animal, batizado com o nome do ex-jogador de basquete, Oscar Schmidt, está exposto na Expoacre 2019 e se tornou sensação na feira agropecuária.



O galo da raça índio gigante tem 1,18 metro de altura. O proprietário do animal, o criador João Pimenta, levou outros galos da raça combatente, além de pintinhos, frangos e ovos para serem comercializados durante a Expoacre. Os bichos ficam na cocheira da Toca do Gigante, localizada no Caminhos do Agronegócio.





 

 

           
Foto: Divulgação
 

 




Pimenta está sempre por perto para explicar aos visitantes como é feito o melhoramento genético de galos e galinhas. “O índio gigante é um melhorador de terreiro, ou seja, melhorador da produção precoce com tamanho bom. Hoje para você fazer um frango caipira vai levar em média de oito meses a um ano para poder abater. Com o cruzamento desses galos gigante com galinha caipira você consegue abater com 90 dias de vida, pesando dois quilos e meio. Portanto, o valor desses galos é alto porque você adianta muito a raça”, explica.


 

O criador comprou recentemente, durante leilão de aves gigantes em São Paulo, outro galo da mesma raça, no valor de 50 mil reais. O retorno, segundo o criador, é rápido. “O acesso a essa genética exige alto investimento. Hoje tenho o maior galo do Acre e o mercado para essas aves está começando a crescer no estado”, ressalta.


O índio gigante é resultante do cruzamento entre galináceos altivos e a galinha caipira. Para ser considerado um “gigante”, o macho precisa medir pelo menos 1 metro e pesar 4,5 kg, enquanto a fêmea deve ter no mínimo 85 cm e pesar 3 kg, segundo a Associação Brasileira de Criadores de Índio Gigante (Abracig). O principal atributo é o porte altivo e avantajado, que atrai o interesse de criadores, mas as aves são também dóceis e rústicas.



 

 

 

     

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