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Ciência e Tecnologia

Programa LBA do Inpa divulga resultados de investimentos em Manaus

Para cada R$ 1 investido, o LBA consegue alavancar aproximadamente R$ 19 de investimento para pesquisas bases

Portal Amazônia, com informações do Inpa


MANAUS - O Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) retomou a publicação do informativo 'LBA em Números', que passará a ser semestral. A publicação apresenta dados quantitativos e aumenta a transparência sobre o programa. O LBA em Números também tem o objetivo de mostrar a importância dos projetos alavancados graças aos investimentos no Programa. Ao todo são 843 pesquisadores e bolsistas envolvidos em 33 projetos. O LBA é um programa de cooperação nacional e internacional, gerenciado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e coordenado pelo Inpa.A gerente científica do LBA, Muriel Saragoussi, explica que para cada 1 real investido pelo MCTI , os pesquisadores do LBA conseguem quase 19 reais de investimento para os seus projetos de pesquisas. “Podemos dizer que o LBA gera bons frutos para a pesquisa na Amazônia”, afirmou.Com o apoio do Inpa, o LBA está montando uma plataforma de sistema de informação para disponibilizar dados em diversas áreas. “Vamos começar com os dados micrometeorológicos, mas queremos também ter espaço para colocar outros tipos de dados e disponibilizá-los para pesquisas para que sejam transformados em conhecimento”, contou a gerente.
Foto: Divulgação/InpaO LBA tem núcleos espalhados nas cidades de Manaus (AM), Belém (PA), Santarém (PA), Rio Branco (AC), Ji-Paraná (RO), Cuiabá (MG), Palmas (TO) e Brasília (DF). “São lugares que normalmente tem torre de estudos que colhem informações sobre os grandes ciclos da atmosfera-biosfera”, complementou Saragoussi. Uma rede de coleta de informações sobre água também é apoiada pelo Programa.Estudos climatológicosDe acordo com Saragoussi, em 17 anos de funcionamento, o Programa formou mais de 700 mestres e doutores.  “Os projetos, além de entender os grandes ciclos da natureza na Amazônia, geram indicadores do que pode acontecer no futuro, em consequência das mudanças climáticas”, disse Saragoussi.Entre uma série de estudos importantes desenvolvidos pelo LBA, está o Projeto Go Amazon que estuda os efeitos da pluma de poluição em Manaus e como ela se dispersa saindo da cidade. O projeto também faz comparações com outros lugares do Brasil, onde estão espalhados os núcleos do LBA.Com 325 metros de altura, sendo considerada a maior torre de monitoramento climático da América do Sul, a torre ATTO (Amazon Tall Tower Observatory), localizada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã, em São Sebastião do Uatumã, também faz partes dos projetos do LBA que visam responder perguntas científicas sobre o clima na região.

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Programa LBA do Inpa divulga resultados de investimentos em Manaus

Para cada R$ 1 investido, o LBA consegue alavancar aproximadamente R$ 19 de investimento para pesquisas bases

Portal Amazônia, com informações do Inpa


MANAUS - O Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) retomou a publicação do informativo 'LBA em Números', que passará a ser semestral. A publicação apresenta dados quantitativos e aumenta a transparência sobre o programa. O LBA em Números também tem o objetivo de mostrar a importância dos projetos alavancados graças aos investimentos no Programa. Ao todo são 843 pesquisadores e bolsistas envolvidos em 33 projetos. O LBA é um programa de cooperação nacional e internacional, gerenciado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e coordenado pelo Inpa.A gerente científica do LBA, Muriel Saragoussi, explica que para cada 1 real investido pelo MCTI , os pesquisadores do LBA conseguem quase 19 reais de investimento para os seus projetos de pesquisas. “Podemos dizer que o LBA gera bons frutos para a pesquisa na Amazônia”, afirmou.Com o apoio do Inpa, o LBA está montando uma plataforma de sistema de informação para disponibilizar dados em diversas áreas. “Vamos começar com os dados micrometeorológicos, mas queremos também ter espaço para colocar outros tipos de dados e disponibilizá-los para pesquisas para que sejam transformados em conhecimento”, contou a gerente.
Foto: Divulgação/InpaO LBA tem núcleos espalhados nas cidades de Manaus (AM), Belém (PA), Santarém (PA), Rio Branco (AC), Ji-Paraná (RO), Cuiabá (MG), Palmas (TO) e Brasília (DF). “São lugares que normalmente tem torre de estudos que colhem informações sobre os grandes ciclos da atmosfera-biosfera”, complementou Saragoussi. Uma rede de coleta de informações sobre água também é apoiada pelo Programa.Estudos climatológicosDe acordo com Saragoussi, em 17 anos de funcionamento, o Programa formou mais de 700 mestres e doutores.  “Os projetos, além de entender os grandes ciclos da natureza na Amazônia, geram indicadores do que pode acontecer no futuro, em consequência das mudanças climáticas”, disse Saragoussi.Entre uma série de estudos importantes desenvolvidos pelo LBA, está o Projeto Go Amazon que estuda os efeitos da pluma de poluição em Manaus e como ela se dispersa saindo da cidade. O projeto também faz comparações com outros lugares do Brasil, onde estão espalhados os núcleos do LBA.Com 325 metros de altura, sendo considerada a maior torre de monitoramento climático da América do Sul, a torre ATTO (Amazon Tall Tower Observatory), localizada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã, em São Sebastião do Uatumã, também faz partes dos projetos do LBA que visam responder perguntas científicas sobre o clima na região.

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