Internacional

Nicolas Maduro vai disputar nova eleição presidencial em 2018

A decisão foi anunciada nesta quarta-feira pelo o vice-líder do país, Tareck El Aissami

Portal Amazônia, com informações da ANSA

jornalismo@portalamazonia.com


Foto:Reprodução/Fotos Públicas

 

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, concorrerá à reeleição no ano que vem, informou o vice-líder do país, Tareck El Aissami, durante um comício da sigla governista Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) nesta quarta-feira (29). As informações são da agência ANSA.

"Vamos ter, com Deus à nossa frente, o povo à nossa frente, a reeleição de nosso irmão Nicolás Maduro como presidente da República", disse Aissami aos correligionários.

Apesar de não ter sido convocada, é provável que a Venezuela realize sua eleição no fim de 2018. Caso se confirme a tentativa de Maduro de permanecer no poder, a crise política e econômica em que a Venezuela está imersa tende a se estender.

O anúncio também ocorre a menos de dois dias da reunião marcada entre membros do governo e da oposição, em uma tentativa de retomada de diálogo após a posse da Assembleia Constituinte - que tirou a Assembleia Nacional das mãos da oposição. 

 


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Nicolas Maduro vai disputar nova eleição presidencial em 2018

A decisão foi anunciada nesta quarta-feira pelo o vice-líder do país, Tareck El Aissami

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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, concorrerá à reeleição no ano que vem, informou o vice-líder do país, Tareck El Aissami, durante um comício da sigla governista Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) nesta quarta-feira (29). As informações são da agência ANSA.

"Vamos ter, com Deus à nossa frente, o povo à nossa frente, a reeleição de nosso irmão Nicolás Maduro como presidente da República", disse Aissami aos correligionários.

Apesar de não ter sido convocada, é provável que a Venezuela realize sua eleição no fim de 2018. Caso se confirme a tentativa de Maduro de permanecer no poder, a crise política e econômica em que a Venezuela está imersa tende a se estender.

O anúncio também ocorre a menos de dois dias da reunião marcada entre membros do governo e da oposição, em uma tentativa de retomada de diálogo após a posse da Assembleia Constituinte - que tirou a Assembleia Nacional das mãos da oposição. 

 

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