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Fortes chuvas devem atingir ao menos 10 cidades do Amapá

A prefeitura de Macapá informou que nas 48 horas de chuva constantes desde terça-feira (19), diversas áreas da capital foram comprometidas

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


Fortes chuvas devem atingir ao menos 10 municípios amapaenses até o mês de março, segundo o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa). De domingo (17) até a madrugada desta quarta-feira (20) foram registrados 203 milímetros de água, o suficiente para provocar desabamentos e alagamentos em vários pontos da capital, Macapá.

O volume de chuvas está dentro do esperado. O meteorologista do Iepa, Jefferson Vilhena, explica que elas foram divididas durante os três dias, o que ajudou no escoamento das águas.

"Para se ter uma ideia do volume de água na prática, a gente pode imaginar uma caixa d'água de mil litros, e multiplicá-la por 200, caindo em um único local. Agora imagina isso espalhado em diversos pontos da cidade. Nossa sorte é que foi distribuída em três dias, o que facilitou o escoamento de algumas áreas, outras não tiveram tanta sorte por conta do lixo que havia nas ruas", explicou.





Apesar da previsão, na terça-feira (19) as chuvas fizeram com que o muro de uma casa desabasse na Zona Norte da cidade. Também foram registrados pontos de alagamentos que deixaram carros parcialmente submersos e provocaram cenas inusitadas, como a de um passeio de caiaque em uma via no centro da capital.

De acordo com o instituto, o dia amanhece com céu parcialmente nublado com sol em todo o estado, no decorrer do dia e deve permanecer com pancadas de chuvas. Meteorologia aponta que, apesar dos temporais registrados neste mês, o período de chuvas mais intensas deverá ocorrer somente a partir do mês de março.
Há ainda previsão de chuvas mais intensas para os municípios de Porto Grande, Ferreira Gomes, Serra do Navio, Pedra Branca, Calçoene, Oiapoque, Laranjal do Jari e Mazagão podendo se estender para a Região Metropolitana de Macapá e Santana.

Monitoramento

A prefeitura de Macapá informou que nas 48 horas de chuva constantes desde terça-feira (19), diversas áreas da capital foram comprometidas. Segundo levantamento da Defesa Civil Municipal, foram 11 pontos de alagamentos, que compreendem trechos nos bairros Central, Muca, Araxá e Jardim Felicidade.

Ainda na capital, oito famílias precisaram ser retiradas de suas casas, cinco ocorrências de quedas de árvores e quatro de danos estruturais foram registradas.

Sobre os alagamentos em Macapá, a Secretaria Municipal de Obras (Semob) informou que a limpeza dos canais está sendo realizada constantemente para facilitar o escoamento das águas, mas reforçou o apoio da população para evitar descarte irregular de lixo nessas áreas.

"Existem algumas áreas na nossa cidade que já são naturalmente baixas, áreas de drenagem natural das águas da chuva. Infelizmente temos ocupações dessas áreas por residências de forma desordenada, o que acaba ocasionando o assoreamento, descarte indevido do lixo e alagamentos. Vale lembrar que o trabalho de limpeza e desobstrução dos canais tem ajudado muito no escoamento dessas águas", destacou o titular da Semob, David Covre.

Serviço

Em caso de alagamentos, a população poderá acionar o Centro de Integração de Operações de Defesa Social (Ciodes) por meio do número 193.
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Fortes chuvas devem atingir ao menos 10 cidades do Amapá

A prefeitura de Macapá informou que nas 48 horas de chuva constantes desde terça-feira (19), diversas áreas da capital foram comprometidas


Fortes chuvas devem atingir ao menos 10 municípios amapaenses até o mês de março, segundo o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa). De domingo (17) até a madrugada desta quarta-feira (20) foram registrados 203 milímetros de água, o suficiente para provocar desabamentos e alagamentos em vários pontos da capital, Macapá.

O volume de chuvas está dentro do esperado. O meteorologista do Iepa, Jefferson Vilhena, explica que elas foram divididas durante os três dias, o que ajudou no escoamento das águas.

"Para se ter uma ideia do volume de água na prática, a gente pode imaginar uma caixa d'água de mil litros, e multiplicá-la por 200, caindo em um único local. Agora imagina isso espalhado em diversos pontos da cidade. Nossa sorte é que foi distribuída em três dias, o que facilitou o escoamento de algumas áreas, outras não tiveram tanta sorte por conta do lixo que havia nas ruas", explicou.





Apesar da previsão, na terça-feira (19) as chuvas fizeram com que o muro de uma casa desabasse na Zona Norte da cidade. Também foram registrados pontos de alagamentos que deixaram carros parcialmente submersos e provocaram cenas inusitadas, como a de um passeio de caiaque em uma via no centro da capital.

De acordo com o instituto, o dia amanhece com céu parcialmente nublado com sol em todo o estado, no decorrer do dia e deve permanecer com pancadas de chuvas. Meteorologia aponta que, apesar dos temporais registrados neste mês, o período de chuvas mais intensas deverá ocorrer somente a partir do mês de março.
Há ainda previsão de chuvas mais intensas para os municípios de Porto Grande, Ferreira Gomes, Serra do Navio, Pedra Branca, Calçoene, Oiapoque, Laranjal do Jari e Mazagão podendo se estender para a Região Metropolitana de Macapá e Santana.

Monitoramento

A prefeitura de Macapá informou que nas 48 horas de chuva constantes desde terça-feira (19), diversas áreas da capital foram comprometidas. Segundo levantamento da Defesa Civil Municipal, foram 11 pontos de alagamentos, que compreendem trechos nos bairros Central, Muca, Araxá e Jardim Felicidade.

Ainda na capital, oito famílias precisaram ser retiradas de suas casas, cinco ocorrências de quedas de árvores e quatro de danos estruturais foram registradas.

Sobre os alagamentos em Macapá, a Secretaria Municipal de Obras (Semob) informou que a limpeza dos canais está sendo realizada constantemente para facilitar o escoamento das águas, mas reforçou o apoio da população para evitar descarte irregular de lixo nessas áreas.

"Existem algumas áreas na nossa cidade que já são naturalmente baixas, áreas de drenagem natural das águas da chuva. Infelizmente temos ocupações dessas áreas por residências de forma desordenada, o que acaba ocasionando o assoreamento, descarte indevido do lixo e alagamentos. Vale lembrar que o trabalho de limpeza e desobstrução dos canais tem ajudado muito no escoamento dessas águas", destacou o titular da Semob, David Covre.

Serviço

Em caso de alagamentos, a população poderá acionar o Centro de Integração de Operações de Defesa Social (Ciodes) por meio do número 193.

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