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Bombeiros do Amazonas atuam em missão humanitária em Moçambique

O número de mortos no país após a chegada de um ciclone já chega a 598


Dois bombeiros do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBM-AM) foram enviados na semana passada para uma Missão de Ajuda Humanitária em Moçambique. O 2º Sargento BM Samuel Souza da Silva e o Cabo BM Marcus Vinícius Chaves de Freitas atuam no país africano, atingido por um ciclone em março deste ano.

Destacado desde o dia 29 de março para o país africano, o 2º Sargento Samuel conta a sua experiência na missão no continente africano.
 
Foto: Divulgação/CBMAM
 
"Viemos para realizar busca, salvamento e resgate de vítimas da catástrofe, mas também estamos trabalhando com a distribuição de remédios, alimentos e construção de abrigos temporários para as famílias atingidas. Muitas estradas ainda estão intrafegáveis, há muitas árvores caídas. Estamos desobstruindo essas vias e auxiliando na construção de novas pontes", relatou o militar.

Outra missão dos militares é chegar a comunidades que estão sem acesso a suprimentos básicos.

“Existem comunidades cujo acesso é somente por via aérea. Nessas, estamos fazendo a distribuição dos remédios e realizando atendimento aos doentes e feridos. Muitos estão desabrigados e se refugiaram nos colégios e em outras estruturas que resistiram ao ciclone. Aqui, até a comunicação por telefone está complicada devido ao desastre”, disse o 2º Sargento BM Samuel.
 
Foto: Divulgação/CBMAM
 
Outras missões

O cabo BM Marcus Vinícius atuou nas operações de busca e resgate em Brumadinho (MG) e está a serviço do Governo Federal desde março de 2018. Já o 2º Sargento Samuel Souza da Silva acumula experiências em missões internacionais como Jogos Pan-americanos e Parapan-americanos Rio 2007, Copa das Confederações FIFA 2013, Copa do Mundo FIFA 2014, Olimpíadas e Paraolimpíadas Rio 2016.

Ciclone Idai

Segundo o último balanço do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades de Moçambique (INGC), o número de mortos no país chega a 598. O ciclone atingiu a região central de Moçambique, além do Maláui e Zimbábue.
     

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Bombeiros do Amazonas atuam em missão humanitária em Moçambique

O número de mortos no país após a chegada de um ciclone já chega a 598

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


Dois bombeiros do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBM-AM) foram enviados na semana passada para uma Missão de Ajuda Humanitária em Moçambique. O 2º Sargento BM Samuel Souza da Silva e o Cabo BM Marcus Vinícius Chaves de Freitas atuam no país africano, atingido por um ciclone em março deste ano.

Destacado desde o dia 29 de março para o país africano, o 2º Sargento Samuel conta a sua experiência na missão no continente africano.
 
Foto: Divulgação/CBMAM
 
"Viemos para realizar busca, salvamento e resgate de vítimas da catástrofe, mas também estamos trabalhando com a distribuição de remédios, alimentos e construção de abrigos temporários para as famílias atingidas. Muitas estradas ainda estão intrafegáveis, há muitas árvores caídas. Estamos desobstruindo essas vias e auxiliando na construção de novas pontes", relatou o militar.

Outra missão dos militares é chegar a comunidades que estão sem acesso a suprimentos básicos.

“Existem comunidades cujo acesso é somente por via aérea. Nessas, estamos fazendo a distribuição dos remédios e realizando atendimento aos doentes e feridos. Muitos estão desabrigados e se refugiaram nos colégios e em outras estruturas que resistiram ao ciclone. Aqui, até a comunicação por telefone está complicada devido ao desastre”, disse o 2º Sargento BM Samuel.
 
Foto: Divulgação/CBMAM
 
Outras missões

O cabo BM Marcus Vinícius atuou nas operações de busca e resgate em Brumadinho (MG) e está a serviço do Governo Federal desde março de 2018. Já o 2º Sargento Samuel Souza da Silva acumula experiências em missões internacionais como Jogos Pan-americanos e Parapan-americanos Rio 2007, Copa das Confederações FIFA 2013, Copa do Mundo FIFA 2014, Olimpíadas e Paraolimpíadas Rio 2016.

Ciclone Idai

Segundo o último balanço do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades de Moçambique (INGC), o número de mortos no país chega a 598. O ciclone atingiu a região central de Moçambique, além do Maláui e Zimbábue.
     

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