Esportes

Atleta do Maranhão conquista medalha de bronze em Mundial de Jiu-jitsu

Andressa Raquel vendeu água nos semáforos de São Luís para viajar para São Paulo


 

Foto: Divulgação

 

A venda de água em semáforos de São Luís, no Maranhão, rendeu apenas a passagem de Andressa Raquel, de apenas 13 anos, para participar do Mundial de Jiu-jitsu, em São Paulo (SP). A volta para casa pesa na bagagem, com uma medalha de bronze que simboliza muito mais do que qualquer ouro conquistado na competição.

A menina que fez das ruas da capital maranhense um tatame, ficou nas semifinais do Campeonato Mundial de Jiu-jitsu, derrotada por uma punição, segundo informações do Globo Esporte Maranhão. "Eu fui pra ganhar o ouro e fiquei muito chateada porque não consegui. Mas o ato de ter vendido água, de lutar para chegar até aqui já me faz uma guerreira. Eu sou uma guerreira. Eu não vou desistir. Essa medalha simboliza muito para mim", afirmou Andressa.

A “guerreira” deixa ainda um recado a quem passa por dificuldades para competir:  "Nunca desistam! Vão para a luta. Lutem pelo sonhos de vocês. Mesmo perdendo, nunca desistam. Vocês irão conseguir". A atleta seguirá seus treinamentos para a próxima competição, a ser disputada em Fortaleza (CE).

Em busca de passagem aérea, material esportivo, pagamentos de taxas, alimentação e hospedagem, Andressa Raquel foi ao bairro da Cohama, em São Luís (MA), junto do seu pai (André Pitombeira) e seu irmão (José Ribamar) e aproveitou as paradas do veículos no semáforo para vender água ao valor de R$ 2. Além disso, também contou com doações que, segundo o pai, ultrapassaram R$ 1,5 mil.


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Atleta do Maranhão conquista medalha de bronze em Mundial de Jiu-jitsu

Andressa Raquel vendeu água nos semáforos de São Luís para viajar para São Paulo

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


 

Foto: Divulgação

 

A venda de água em semáforos de São Luís, no Maranhão, rendeu apenas a passagem de Andressa Raquel, de apenas 13 anos, para participar do Mundial de Jiu-jitsu, em São Paulo (SP). A volta para casa pesa na bagagem, com uma medalha de bronze que simboliza muito mais do que qualquer ouro conquistado na competição.

A menina que fez das ruas da capital maranhense um tatame, ficou nas semifinais do Campeonato Mundial de Jiu-jitsu, derrotada por uma punição, segundo informações do Globo Esporte Maranhão. "Eu fui pra ganhar o ouro e fiquei muito chateada porque não consegui. Mas o ato de ter vendido água, de lutar para chegar até aqui já me faz uma guerreira. Eu sou uma guerreira. Eu não vou desistir. Essa medalha simboliza muito para mim", afirmou Andressa.

A “guerreira” deixa ainda um recado a quem passa por dificuldades para competir:  "Nunca desistam! Vão para a luta. Lutem pelo sonhos de vocês. Mesmo perdendo, nunca desistam. Vocês irão conseguir". A atleta seguirá seus treinamentos para a próxima competição, a ser disputada em Fortaleza (CE).

Em busca de passagem aérea, material esportivo, pagamentos de taxas, alimentação e hospedagem, Andressa Raquel foi ao bairro da Cohama, em São Luís (MA), junto do seu pai (André Pitombeira) e seu irmão (José Ribamar) e aproveitou as paradas do veículos no semáforo para vender água ao valor de R$ 2. Além disso, também contou com doações que, segundo o pai, ultrapassaram R$ 1,5 mil.

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