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Saúde

Região Norte ganha primeiro Banco de Cordão Umbilical

O Banco de células-tronco sanguíneas vai facilitar o tratamento de pacientes com doenças do sangue como leucemia e precisam de transplante


O Amazonas vai inaugurar, no próximo dia 19 de dezembro, o Banco de Células do Cordão Umbilical e Placentária. O prédio do Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário foi construído na sede da Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam). O investimento é de R$ 7 milhões e contempla, ainda, a aquisição de equipamentos e capacitação de pessoal. Os recursos são do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e gerenciado pela Fundação do Câncer, entidade sem fins lucrativos que viabiliza a aplicação de recursos em tratamento, diagnóstico, programas e projetos de transplante de medula óssea e de sangue de cordão umbilical.
   
Foto:Reprodução/Shutterstock
 
O Banco tem como objetivo aumentar as chances de localizar doadores para pacientes que necessitam de transplante de medula e conservar as células tronco do cordão Umbilical e de outras fontes, para fins de Transplante.

As chances de um brasileiro localizar um doador em território nacional é trinta vezes maior que a chance de encontrar o mesmo doador no exterior, segundo pesquisa realizada em 2012 pelo Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME).

Atualmente, existem 13 bancos de células de cordão umbilical em funcionamento no Brasil. A terceira fase 3, que deve expandir a rede BrasilCord, contempla 4 novos bancos, entre eles o banco de Manaus. A unidade vai integrar a rede brasileira mantida pelo Ministério da Saúde, cuja base de dados terá capacidade para congelar 3,5 mil amostras de células-tronco do sangue do cordão umbilical e da placenta, aumentando as opções para quem não encontra doador compatível na família.

O material será coletado de maternidades públicas de Manaus, com autorização das mães, e vai ficar disponível para todo o Brasil, ajudando quem aguarda na fila por um doador compatível.

   

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Região Norte ganha primeiro Banco de Cordão Umbilical

O Banco de células-tronco sanguíneas vai facilitar o tratamento de pacientes com doenças do sangue como leucemia e precisam de transplante

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


O Amazonas vai inaugurar, no próximo dia 19 de dezembro, o Banco de Células do Cordão Umbilical e Placentária. O prédio do Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário foi construído na sede da Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam). O investimento é de R$ 7 milhões e contempla, ainda, a aquisição de equipamentos e capacitação de pessoal. Os recursos são do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e gerenciado pela Fundação do Câncer, entidade sem fins lucrativos que viabiliza a aplicação de recursos em tratamento, diagnóstico, programas e projetos de transplante de medula óssea e de sangue de cordão umbilical.
   
Foto:Reprodução/Shutterstock
 
O Banco tem como objetivo aumentar as chances de localizar doadores para pacientes que necessitam de transplante de medula e conservar as células tronco do cordão Umbilical e de outras fontes, para fins de Transplante.

As chances de um brasileiro localizar um doador em território nacional é trinta vezes maior que a chance de encontrar o mesmo doador no exterior, segundo pesquisa realizada em 2012 pelo Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME).

Atualmente, existem 13 bancos de células de cordão umbilical em funcionamento no Brasil. A terceira fase 3, que deve expandir a rede BrasilCord, contempla 4 novos bancos, entre eles o banco de Manaus. A unidade vai integrar a rede brasileira mantida pelo Ministério da Saúde, cuja base de dados terá capacidade para congelar 3,5 mil amostras de células-tronco do sangue do cordão umbilical e da placenta, aumentando as opções para quem não encontra doador compatível na família.

O material será coletado de maternidades públicas de Manaus, com autorização das mães, e vai ficar disponível para todo o Brasil, ajudando quem aguarda na fila por um doador compatível.

   

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