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Conta um Conto premia crianças da Amazônia durante o FLICS, em Manaus; conheça os vencedores

Quatro crianças foram premiadas como os melhores contos sobre o tema "Como seria o mundo sem internet?"


"Como seria o mundo sem internet?" foi o tema da edição 2019 do concurso literário Conta um Conto, promovido pela Fundação Rede Amazônica (FRAM) por meio do projeto Ler + Um, em parceira com o Serviço Social da Indústria (Sesi) e com a Associação Vaga Lume. Noite deste domingo (26), durante o Festival Literário e Cultural do Sesi (FLICS), quatro crianças, sendo duas do Amazonas, uma do Amapá e outra do Mato Grosso, foram premiadas como os melhores contos em cada categoria.


Ao todo, o concurso recebeu 275 inscritos nas categorias 1 (4º e 5º anos), 2 (6º e 7º anos), Categoria 3 (8º e 9º anos), e Vaga Lume (6º e 7º anos), com participantes do Amazonas, Amapá, Roraima, Rondônia, Pará, Mato Grosso e outros estados fora da Amazônia Brasileira.
 
Foto:Divulgação/FRAM

Para a secretária geral da FRAM, Marcya Lira, a edição de 2019 superou as expectativas.


"Esta edição do Conta um Conto superou nossas expectativas em números de inscrições, e participações efetivamente. Foram participantes de vários locais da região Amazônica, incluindo um ganhador da Chapada dos Guimarães, onde nós nem temos cobertura de TV, mas que faz parte da região, e esse era um de nossos intuitos, alcançarmos abrangência regional e aconteceu", disse.


Ainda segundo ela, a edição foi um sucesso e já trabalham com a expectativa de que os números possam duplicar na próxima edição.


"Além do Amazonas e Mato Grosso, também tivemos uma criança vencedora representando o Amapá, e isso nos deixou muito felizes, e já temos como estratégia para 2020, de dobrar o número de inscritos, contanto com o apoio dos parceiros, como a Vaga Lume, que divulgou onde não estamos, e quando falamos de região, de fato precisamos pensar nessas crianças, pois nosso foco está voltado para a Amazônia como um todo", conta Marcya.
 
Foto:Divulgação/FRAM
Entre os vencedores, está o matogrossense Hugo Antônio Moreira de Pinho, de 12 anos. Ele está no 7º ano, e faz parte da Biblioteca Vaga Lume, do Distrito de Água Branca, em Chapada dos Guimarães. Com um conto baseado no uso em excesso da internet, Hugo venceu a categoria e foi premiado em Manaus.
"As pessoas usam muita internet, e eles podiam usar menos internet para brincar mais, meu conto fala sobre isso", disse Hugo.


A mãe do estudante disse que a participação dele foi muito importante. "Na comunidade em que moramos, temos pouco acesso à leitura, principalmente por estamos em uma zona rural, mas, para ele, fazer essa viagem, conhecer Manaus e receber o prêmio foi melhor ainda. Estamos usando isso como incentivo para as demais crianças da comunidade", conta a professora Ivana Moreira, mãe de Hugo.


Além de Hugo, também venceram o concurso literário a estudante Laura dos Santos Carvalho (categoria 1 - 4º e 5 º ano); Carlos Daniel Monteiro Figueiredo (Categoria 2 - 6° e 7° ano); e Raissa Rodrigues Carneiro (Categoria 3 - 8° e 9° ano).

Um dos parceiros do Conta um Conto é o Instituto Vaga Lume, que promove, a partir da leitura e gestão de bibliotecas comunitárias, espaços para compartilhar saberes. A Gerente de Comunicação e Captação de Recursos, Lia Jamra, esteve na premiação e ressalta a importância de reconhecer atitudes como essa.
 
Foto:Divulgação/FRAM

"A vaga Lume é uma organização social que atua em comunidades rurais da Amazônia legal promovendo a leitura e o acesso ao livro. Fazer parte do projeto da Fundação Rede Amazônica, que reforça a importância da leitura e da escrita, e poder ter a oportunidade de ver comunidades com bibliotecas da Vaga Lume, dos mais distantes lugares da Amazônia, participarem do projeto é uma grande satisfação", ressalta Lia.


A Premiação do concurso Conta um Conto aconteceu dentro da programação do FLICS, que é realizado pelo Sesi, e após um domingo intenso de atividades, musicais, mostra das escolas Sesi, palestras, apresentações, lançamentos de livros, brincadeiras e oficinas, o festival fecha mais uma edição como um grande marco para a literatura local.


Prêmios


Foram premiados os primeiros lugares das categorias 1, 2, 3 e Vaga Lume, com seus incentivadores, com prêmios oferecidos pela Samsung, e os segundos lugares receberam leitores digitais.



FRAM


A Fundação Rede Amazônica é o braço institucional do Grupo Rede Amazônica, comprometida com a integração e desenvolvimento da Amazônia, com a missão de capacitar pessoas, articular parcerias e contribuir para o desenvolvimento social, ambiental e científico-tecnológico da região.

 
Vaga Lime


O Vaga Lume é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2001 com o propósito de empoderar pessoas e comunidades da Amazônia Legal brasileira a partir da promoção da leitura e gestão de bibliotecas comunitárias como espaço para compartilhar saberes. São 91 bibliotecas em 22 municípios da Amazônia legal brasileira, onde o trabalho é realizado por 753 voluntários destas comunidades, e é mantida por doações. Quem quiser ajudar, basta acessar: vagalume.org.br.
   
   

Conta um Conto premia crianças da Amazônia durante o FLICS, em Manaus; conheça os vencedores

Quatro crianças foram premiadas como os melhores contos sobre o tema "Como seria o mundo sem internet?"

William Costa

william.costa@portalamazonia.com


"Como seria o mundo sem internet?" foi o tema da edição 2019 do concurso literário Conta um Conto, promovido pela Fundação Rede Amazônica (FRAM) por meio do projeto Ler + Um, em parceira com o Serviço Social da Indústria (Sesi) e com a Associação Vaga Lume. Noite deste domingo (26), durante o Festival Literário e Cultural do Sesi (FLICS), quatro crianças, sendo duas do Amazonas, uma do Amapá e outra do Mato Grosso, foram premiadas como os melhores contos em cada categoria.


Ao todo, o concurso recebeu 275 inscritos nas categorias 1 (4º e 5º anos), 2 (6º e 7º anos), Categoria 3 (8º e 9º anos), e Vaga Lume (6º e 7º anos), com participantes do Amazonas, Amapá, Roraima, Rondônia, Pará, Mato Grosso e outros estados fora da Amazônia Brasileira.
 
Foto:Divulgação/FRAM

Para a secretária geral da FRAM, Marcya Lira, a edição de 2019 superou as expectativas.


"Esta edição do Conta um Conto superou nossas expectativas em números de inscrições, e participações efetivamente. Foram participantes de vários locais da região Amazônica, incluindo um ganhador da Chapada dos Guimarães, onde nós nem temos cobertura de TV, mas que faz parte da região, e esse era um de nossos intuitos, alcançarmos abrangência regional e aconteceu", disse.


Ainda segundo ela, a edição foi um sucesso e já trabalham com a expectativa de que os números possam duplicar na próxima edição.


"Além do Amazonas e Mato Grosso, também tivemos uma criança vencedora representando o Amapá, e isso nos deixou muito felizes, e já temos como estratégia para 2020, de dobrar o número de inscritos, contanto com o apoio dos parceiros, como a Vaga Lume, que divulgou onde não estamos, e quando falamos de região, de fato precisamos pensar nessas crianças, pois nosso foco está voltado para a Amazônia como um todo", conta Marcya.
 
Foto:Divulgação/FRAM
Entre os vencedores, está o matogrossense Hugo Antônio Moreira de Pinho, de 12 anos. Ele está no 7º ano, e faz parte da Biblioteca Vaga Lume, do Distrito de Água Branca, em Chapada dos Guimarães. Com um conto baseado no uso em excesso da internet, Hugo venceu a categoria e foi premiado em Manaus.
"As pessoas usam muita internet, e eles podiam usar menos internet para brincar mais, meu conto fala sobre isso", disse Hugo.


A mãe do estudante disse que a participação dele foi muito importante. "Na comunidade em que moramos, temos pouco acesso à leitura, principalmente por estamos em uma zona rural, mas, para ele, fazer essa viagem, conhecer Manaus e receber o prêmio foi melhor ainda. Estamos usando isso como incentivo para as demais crianças da comunidade", conta a professora Ivana Moreira, mãe de Hugo.


Além de Hugo, também venceram o concurso literário a estudante Laura dos Santos Carvalho (categoria 1 - 4º e 5 º ano); Carlos Daniel Monteiro Figueiredo (Categoria 2 - 6° e 7° ano); e Raissa Rodrigues Carneiro (Categoria 3 - 8° e 9° ano).

Um dos parceiros do Conta um Conto é o Instituto Vaga Lume, que promove, a partir da leitura e gestão de bibliotecas comunitárias, espaços para compartilhar saberes. A Gerente de Comunicação e Captação de Recursos, Lia Jamra, esteve na premiação e ressalta a importância de reconhecer atitudes como essa.
 
Foto:Divulgação/FRAM

"A vaga Lume é uma organização social que atua em comunidades rurais da Amazônia legal promovendo a leitura e o acesso ao livro. Fazer parte do projeto da Fundação Rede Amazônica, que reforça a importância da leitura e da escrita, e poder ter a oportunidade de ver comunidades com bibliotecas da Vaga Lume, dos mais distantes lugares da Amazônia, participarem do projeto é uma grande satisfação", ressalta Lia.


A Premiação do concurso Conta um Conto aconteceu dentro da programação do FLICS, que é realizado pelo Sesi, e após um domingo intenso de atividades, musicais, mostra das escolas Sesi, palestras, apresentações, lançamentos de livros, brincadeiras e oficinas, o festival fecha mais uma edição como um grande marco para a literatura local.


Prêmios


Foram premiados os primeiros lugares das categorias 1, 2, 3 e Vaga Lume, com seus incentivadores, com prêmios oferecidos pela Samsung, e os segundos lugares receberam leitores digitais.



FRAM


A Fundação Rede Amazônica é o braço institucional do Grupo Rede Amazônica, comprometida com a integração e desenvolvimento da Amazônia, com a missão de capacitar pessoas, articular parcerias e contribuir para o desenvolvimento social, ambiental e científico-tecnológico da região.

 
Vaga Lime


O Vaga Lume é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2001 com o propósito de empoderar pessoas e comunidades da Amazônia Legal brasileira a partir da promoção da leitura e gestão de bibliotecas comunitárias como espaço para compartilhar saberes. São 91 bibliotecas em 22 municípios da Amazônia legal brasileira, onde o trabalho é realizado por 753 voluntários destas comunidades, e é mantida por doações. Quem quiser ajudar, basta acessar: vagalume.org.br.
   
   

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