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Filme dirigido por uma paraense abre temporada 2019 do Cine Estação

“Para Ter Onde Ir” tem narrativa costurada pela trilha musical, uma espécie de “radiola” jukebox

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


Vai começar a temporada 2019 do projeto Cine Estação. O primeiro filme será “Para Ter Onde Ir”, dirigido pela paraense Jorane Castro. Ele conta a história de três mulheres, com diferentes visões sobre a vida e o amor, que seguem juntas em uma viagem, partindo de um cenário urbano para outro onde a natureza bruta prevalece. A exibição será aos domingos de fevereiro, sempre em duas sessões, às 16h e 19h. O projeto é realizado no Teatro Maria Sylvia Nunes, localizado no Armazém 3 da Estação das Docas e é exibido com tecnologia digital como nas salas de cinema comerciais de todo o Brasil.

O elenco do filme é estrelado pela experiente atriz, bailarina e cantora Lorena Lobato que encarna Eva, uma mulher prática, responsável por orientar os navios de grande porte a atracar, na barra de Belém do Pará. Na pele de Keithylennye, ex-dançarina de tecnomelody e moradora da comunidade da Vila da Barca, em Belém, está Keila Gentil, que foi cantora do grupo Gang do Eletro. A atriz Ane Oliveira assume o papel da idealista Melina.



Rodado entre abril e maio de 2015, em Belém e em parte da Amazônia Atlântica, mais especificamente no município de Salinópolis, no Pará. O filme é esteticamente influenciado pela tradição da fotografia paraense, em especial os trabalhos de Miguel Chikaoka e Luiz Braga. A fotografia do longa é assinada pelo recifense Beto Martins.

Seguindo o fluxo das personagens com seus afetos, sentimentos e memórias, “Para Ter Onde Ir” tem narrativa costurada pela trilha musical, uma espécie de “radiola” jukebox. Junto a antigas pérolas do cancioneiro brega paraense (“Amor, amor”, sucesso na voz do cantor Magno, e “Fim de Festa”, escrita pelo guitarrista Manoel Cordeiro que trabalhou com Beto Barbosa e Alípio Martins, entre outros), a seleção de músicas conta ainda com participações de Lia Sophia, Felipe Cordeiro, além de faixas originais. A trilha sonora original está disponível em todas as plataformas digitais (Spotify, Deezer, iTunes, Youtube).

Produzido pela Cabocla Filmes, de Belém, em coprodução com a REC Produtores Associados, do Recife, “Para Ter Onde Ir” conta com incentivo do edital de Longa-Metragem de Baixo Orçamento (Longa BO), da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC), e do Governo do Pará/Secretaria de Turismo.

Serviço:
Cine Estação – Teatro Maria Sylvia Nunes – Armazém 3 – Estação das Docas
Filme: Para Ter Onde Ir
Datas e sessões: 
3/2 – 16h  e 19h (domingo)
10/2 – 16h  e 19h (domingo)
17/2 – 16h  e 19h (domingo)
24/2 – 16h  e 19h (domingo)
Ingressos: R$12 (inteira) – R$6 (meia) Venda na bilheteria do Cine, nos dias das sessões.
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Filme dirigido por uma paraense abre temporada 2019 do Cine Estação

“Para Ter Onde Ir” tem narrativa costurada pela trilha musical, uma espécie de “radiola” jukebox


Vai começar a temporada 2019 do projeto Cine Estação. O primeiro filme será “Para Ter Onde Ir”, dirigido pela paraense Jorane Castro. Ele conta a história de três mulheres, com diferentes visões sobre a vida e o amor, que seguem juntas em uma viagem, partindo de um cenário urbano para outro onde a natureza bruta prevalece. A exibição será aos domingos de fevereiro, sempre em duas sessões, às 16h e 19h. O projeto é realizado no Teatro Maria Sylvia Nunes, localizado no Armazém 3 da Estação das Docas e é exibido com tecnologia digital como nas salas de cinema comerciais de todo o Brasil.

O elenco do filme é estrelado pela experiente atriz, bailarina e cantora Lorena Lobato que encarna Eva, uma mulher prática, responsável por orientar os navios de grande porte a atracar, na barra de Belém do Pará. Na pele de Keithylennye, ex-dançarina de tecnomelody e moradora da comunidade da Vila da Barca, em Belém, está Keila Gentil, que foi cantora do grupo Gang do Eletro. A atriz Ane Oliveira assume o papel da idealista Melina.



Rodado entre abril e maio de 2015, em Belém e em parte da Amazônia Atlântica, mais especificamente no município de Salinópolis, no Pará. O filme é esteticamente influenciado pela tradição da fotografia paraense, em especial os trabalhos de Miguel Chikaoka e Luiz Braga. A fotografia do longa é assinada pelo recifense Beto Martins.

Seguindo o fluxo das personagens com seus afetos, sentimentos e memórias, “Para Ter Onde Ir” tem narrativa costurada pela trilha musical, uma espécie de “radiola” jukebox. Junto a antigas pérolas do cancioneiro brega paraense (“Amor, amor”, sucesso na voz do cantor Magno, e “Fim de Festa”, escrita pelo guitarrista Manoel Cordeiro que trabalhou com Beto Barbosa e Alípio Martins, entre outros), a seleção de músicas conta ainda com participações de Lia Sophia, Felipe Cordeiro, além de faixas originais. A trilha sonora original está disponível em todas as plataformas digitais (Spotify, Deezer, iTunes, Youtube).

Produzido pela Cabocla Filmes, de Belém, em coprodução com a REC Produtores Associados, do Recife, “Para Ter Onde Ir” conta com incentivo do edital de Longa-Metragem de Baixo Orçamento (Longa BO), da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC), e do Governo do Pará/Secretaria de Turismo.

Serviço:
Cine Estação – Teatro Maria Sylvia Nunes – Armazém 3 – Estação das Docas
Filme: Para Ter Onde Ir
Datas e sessões: 
3/2 – 16h  e 19h (domingo)
10/2 – 16h  e 19h (domingo)
17/2 – 16h  e 19h (domingo)
24/2 – 16h  e 19h (domingo)
Ingressos: R$12 (inteira) – R$6 (meia) Venda na bilheteria do Cine, nos dias das sessões.

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