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Quinta, 23 Setembro 2021

Acre mantém redução nos casos de dengue, zika e chikungunya

Acre mantém redução nos casos de dengue, zika e chikungunya
O segundo boletim epidemiológico de 2017, publicado nesta terça-feira, 21, demonstra que até 11 de fevereiro (quarta semana epidemiológica) foram registrados 1.021 casos suspeitos de dengue no Acre, dos quais 24 (2%) confirmados.

Em período igual de 2016, foram registrados 2.738 casos suspeitos, com confirmação de 12% (335 casos). A comparação demonstra que houve redução de 63% das notificações no estado.


Aedes aegypti. Foto: Reprodução/Fiocruz

Levantamento realizado pela Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) aponta que a regional do Baixo Acre/Purus registrou o maior número de casos notificados (631 – 62%) em relação ao total do estado, seguida das regionais do Alto Acre (196 – 19%) e Juruá/Tarauacá/Envira (194 – 19%).

“Podemos concluir que, comparando-se o número de casos notificados nas regionais em 2017 com o mesmo período de 2016, houve redução nas três regionais, sendo que na do Baixo Acre/Purus e Alto Acre foi de 67% cada e as regionais do Juruá, Tarauacá e Envira, de 23%”, disse a gerente da divisão, Eliane Alves.

Quanto à febre chikungunya, foram notificados 70 casos suspeitos no Acre. Rio Branco continua sendo o município a apresentar o maior número de casos (44), correspondendo a 63% das notificações.

Sobre o vírus Zika, tem-se o registro de 54 casos suspeitos. Destes casos, todas as amostras estão no período de investigação e serão encaminhadas ao Instituto Evandro Chagas para análise. Em 2016 foram 211 notificações de casos suspeitos de zika vírus. Comparando as notificações no mesmo período, houve uma redução de 74%.

“Seguimos desenvolvendo as ações de conscientização e combate ao mosquito transmissor das doenças, em parceria com setor de humanização da SGA e demais secretarias e órgãos, chamando a atenção sobre as formas de transmissão, medidas preventivas e diferenças básicas entre Dengue, Chikungunya e Zika vírus, para assim formar multiplicadores no combate ao Aedes aegypti”, enfatizou Eliane.

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