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Gato da Federal está assustado com assédio, diz família

Gato da Federal está assustado com assédio, diz família
Foto: Divulgação/iBahia
Após a prisão do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nesta quarta-feira, o assunto em pauta nas redes foi Lucas Valença, de 30 anos, o agente da Polícia Federal que escoltou o político até o avião da Corporação. Dono de um coque estilo samurai, físico sarado e barba espessa, o goiano teve seus perfis em redes sociais invadidos por fãs e uma enxurrada de elogios. Mas, segundo a família, neste momento, o rapaz quer discrição.
Atualmente, Lucas mora em Brasília, onde trabalha. De acordo com seu perfil no Facebook, o rapaz se declara solteiro. Aliás, na rede social, na qual já ganhou até fan pages, não faltam pedidos de casamento para o agente. "Moço!!! Casa comigo????", brincam as internautas. As moças podem até tentar a sorte. Em redes sociais já rola até uma imagem de um suposto perfil dele no aplicativo de paquera Tinder, no qual ele se descreve como "divertido", "sincero" e "meio safado".
Apesar de estar solteiro e na pista, Lucas é um rapaz discreto, segundo a família. Uma tia de Brasília conta que o agente não esperava por tanto assédio. "Ele é um rapaz muito discreto e está assustado com todo esse assédio. Tem muitos jornalistas o procurando desde ontem, mas ele não quer falar. Além disso, até nós estamos com dificuldade para falar com ele. Ele está trabalhando muito agora", diz a mulher. Para se ter uma ideia do "fenômeno", em cerca de 24 horas, somente no Instagram, Lucas ganhou mais de 120 mil seguidores. Na rede social, internautas "babam" pelas fotos do rapaz, principalmente naquelas em que ele aparece em momentos "família". "Cuida de mim também", pedem os fãs.
Há até quem já tenha encontrado uma possível nova profissão para o bonitão: "Vejam pelo lado bom: ele vai virar influenciador digital e ganhar dinheiro", sugere uma internauta. Por telefone, o EXTRA entrou em contato com a mãe de Lucas, que mora em Goiás, mas não conseguiu retorno. Na residência, um homem, que não quis se identificar, disse apenas que a família quer preservá-lo neste momento.

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