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Terça, 26 Janeiro 2021

Pelo menos 15 bairros de Manaus devem ser afetados pela cheia deste ano, aponta Defesa Civil

Pelo menos 15 bairros de Manaus devem ser afetados pela cheia deste ano, aponta Defesa Civil

Pelo menos 15 bairros de Manaus devem ser afetados pela cheia deste ano, segundo apontou o “Terceiro Alerta de Cheia de 2019”, divulgado na manhã desta sexta-feira (31), pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM). O órgão anunciou que a cota máxima pode variar entre 29,18m a 29,33 metros, levando em consideração a maior cheia registrada na história em 2012, que atingiu a cota de 29,97 metros. O nível do rio desta sexta-feira é de 28,93m.

 

Os bairros mais afetados pela cheia são o São Jorge, Colônia Antônio Aleixo, Aparecida, Educandos, Presidente Vargas e Mauazinho. Segundo o relatório do Departamento de Operações da Defesa Civil, a previsão é que mais nove bairros sejam afetados, totalizando 15: Tarumã, Raiz, Betânia, Centro, Santo Antônio, Cachoeirinha, Glória, Compensa, Puraquequara, além de algumas áreas das zonas rural e ribeirinha.

Foto: Arquivo/Rede Amazônica

Para traçar as novas ações, a Defesa Civil do município acompanhou a divulgação do “Terceiro Alerta de Cheia de 2019”. Desde o primeiro alerta de cheia na capital, a Prefeitura de Manaus já construiu mais de mil metros de pontes provisórias em seis bairros afetados pela subida dos rios, dentro da Operação SOS Enchente. 

“As construções das passarelas começaram desde o primeiro alerta da cheia, no final de março. O órgão busca trabalhar de forma preventiva para melhorar a qualidade de vida das famílias nesse período”, ressaltou o secretário Executivo da Defesa Civil de Manaus, Cláudio Belém.

 

O secretário disse que as atividades da Defesa Civil continuam intensificadas de forma preventiva. “Nossas ações continuam para que possamos dar o apoio necessário a estas famílias que vão ficar nessas áreas vulneráveis no período da cheia. As construções de pontes seguem o planejamento, conforme os alertas de previsão de cota, divulgados pelo CPRM, assim como o monitoramento das áreas vulneráveis pela cheia”, explicou, acrescentando que a Defesa Civil, durante a Operação SOS Enchente, acompanha a cota do rio para que as famílias possam ser assistidas com futuras construções e medidas cabíveis.

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