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Manaus 30º • Nublado
Quinta, 13 Mai 2021

O Tucumã, fruto de uma palmeira amazônica, de polpa grudenta e fibrosa , segundo Chaves (1947) é riquíssima em vitamina A, tendo a vitamina 90 vezes mais que o abacate e 3 vezes superior a da cenoura, possuindo também alto teor de vitamina B (tiamina) e alto teor de vitamina C, rivalizando com os cítricos..

O taperebá, conhecido no Nordeste como cajá tem o tamanho idêntico ao de uma pequena ameixa.

Pupunha é uma palmeira multicaule da família das palmáceas, a mesma da carnaúba, do babaçu e do açaí.

A piramutaba é abundante na Calha do rio Solimoões (AM). É carnívora, alimentando-se de outros peixes menores. Costuma desovar em lugares rasos, em rios de água turva, onde há pouca incidência de peixes. 

Pacú é comumente encontrado nas Bacias Amazônicas, Araguaia- Tocantins e Prata.

Matrinxã é um peixe de água doce. Também conhecido popularmente como Jatuarana.

Vive nas florestas, savanas e pântanos das regiões tropicais. Nas Américas do Sul e Central habitam principalmente as florestas úmidas.

Conta-se que, no principal e decisivo confronto entre portugueses e franceses, travado em 19 de novembro de 1614, diante do Forte de Santa Maria de Guaxenduba, já se tornava evidente a derrota dos lusitanos, por sua inferioridade numérica em homens, armas e munições.

Lenda dos rios Xingu e Amazonas

Um casal de índios pertencente a tribo Maués pediu a Tupã para dar a eles uma criança para completar suas vidas. Tupã atendeu o desejo dando a eles um lindo menino.

Antes de existir a cidade de Belém, capital do estado do Pará na Amazônia, uma tribo muito numerosa ocupava aquela região.

Existia na selva amazônica um casal indígena que morava próximo a um lago. Ela era a Cunhã e ele o Marupiara. Cunhã cuidava da casa e ele gostava de pescar e caçar pela floresta repleta de animais e peixes deliciosos.

Uma jovem índia, chamada Naiá ficava por longas horas, às margens do rio Amazonas admirando a beleza da lua branca e o mistério das estrelas sonhando um dia ser uma delas.

A serpente Tuluperê, conhecida popularmente como a cobra-grande, tinha o hábito de virar embarcações que navegavam nas águas dessa divisa e, quando conseguia pegar uma pessoa, apertava-a até matar e dela se alimentava.

A origem do povo Baré, segundo a lenda, aconteceu ainda no início do mundo, quando entrou no rio Negro, vindo do rio maior, um grande navio cheio de gente no seu interior e cada um com seu par.

O lambari é encontrado em Bacias Amazônicas, Araguaia-Tocantins, São Francisco, do Prata, do Nordeste e do Sudeste/Sul.

A juta é uma planta herbácea de família das Tiliáceas, originária da Índia e largamente cultivada, para a obtenção de fibras têxteis com as quais se fabrica o tecido do mesmo nome.

O jurupoca é encontrado em Bacias Amazônicas, Araguaia-Tocantins e do prata.

O jupará é um animal que tem algo do macaco, do urso e do gato.

A jiboia é a mais conhecida das serpentes da família Boidae, que inclui as maiores cobras do mundo.