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Manaus 30º • Nublado
Quinta, 26 Novembro 2020

O boto, como Uauiará, representa o variante masculino da Iara (Mãe-d'Água), dona de igual poder de encantamento e sedução. Assim, de modo amplo, o boto está simbolizando o elemento água, dentro da qual vive.

Antes de existir a cidade de Belém, capital do estado do Pará na Amazônia, uma tribo muito numerosa ocupava aquela região.

Existia na selva amazônica um casal indígena que morava próximo a um lago. Ela era a Cunhã e ele o Marupiara. Cunhã cuidava da casa e ele gostava de pescar e caçar pela floresta repleta de animais e peixes deliciosos.

Amazonas foi o nome dado às mulheres guerreiras da Antiguidade que habitavam a Ásia Menor e cuja existência alguns historiadores consideravam um mito.

Uma jovem índia, chamada Naiá ficava por longas horas, às margens do rio Amazonas admirando a beleza da lua branca e o mistério das estrelas sonhando um dia ser uma delas.

Na tribo Macuxi havia um índio forte e muito inteligente. Um dia ele se apaixonou por uma bela índia de sua aldeia. Casaram-se logo depois e viviam muito felizes, até que um dia a índia ficou gravemente doente e paralítica.

A tribo Manau vivia num lugar muito bonito da floresta amazônica e era era conhecida pela beleza das mulheres indígenas. Um dia um índio estranho estava pescando no lago próximo a tribo. Era Piripari que pescava pirás.

Manduka namorava sua irmã. Todas as noites ia deitar com ela, mas não mostrava o rosto e nem falava, para não ser identificado. A irmã, tentando descobrir quem era, passou tinta de jenipapo no rosto de Manduka.

A Cobra Grande é uma lenda amazônica que fala de uma imensa cobra, também chamada Boiúna, que cresce de forma esmensurada e ameaçadora, abandonando a floresta e passando a habitar a parte profunda dos rios.

A serpente Tuluperê, conhecida popularmente como a cobra-grande, tinha o hábito de virar embarcações que navegavam nas águas dessa divisa e, quando conseguia pegar uma pessoa, apertava-a até matar e dela se alimentava.

A origem do povo Baré, segundo a lenda, aconteceu ainda no início do mundo, quando entrou no rio Negro, vindo do rio maior, um grande navio cheio de gente no seu interior e cada um com seu par.

O lambari é encontrado em Bacias Amazônicas, Araguaia-Tocantins, São Francisco, do Prata, do Nordeste e do Sudeste/Sul.

A juta é uma planta herbácea de família das Tiliáceas, originária da Índia e largamente cultivada, para a obtenção de fibras têxteis com as quais se fabrica o tecido do mesmo nome.

O jurupoca é encontrado em Bacias Amazônicas, Araguaia-Tocantins e do prata.

O jupará é um animal que tem algo do macaco, do urso e do gato.

A jiboia é a mais conhecida das serpentes da família Boidae, que inclui as maiores cobras do mundo.

O jaú é encontrado em Bacias Amazônicas, Araguaia-Tocantins, São Francisco e do Prata.

O Jatuarana ou Matrinxã é encontrado em Bacias Amazônicas e Araguaia-Tocantins.

Animal ameaçado de extinção, a jaguatirica era encontrada em todo o Brasil.

O jacaré-açu habita rios e lagos da bacia amazônica, pertence à família alligatoridae.