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Região Norte possui potencial inovador inexplorado, afirma consultor

Maior problema é o entendimento do que é inovação sem limitar à tecnologia


A Pesquisa de Inovação (PINTEC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que em 2014 a Região Norte gerou mais de R$ 119 milhões em produtos ou processos que continham algum nível de inovação. Segundo a pesquisa, 1.493 empresas da região investiram mais de R$ 2 milhões para produção de novos produtos ou atividades internas de pesquisa e desenvolvimento.

Segundo o diretor da Valente Consultores Associados, Robson Valente, a região Norte tem um enorme potencial de inovação, mas ainda se faz necessário estender o pensamento do que exatamente é inovação. Para ele inovação é um conceito que geralmente é associado a tecnologia, quando na verdade ele é muito mais extenso e abrangente.

"Madre Teresa de Calcutá foi inovadora na sua época. Ela chamou atenção de todo o mundo para problemas que assolavam as populações ao redor do globo. Através da sua ação ela conseguir entregar caridade, amor ao próximo e a reconstrução de muitas famílias", disse o diretor. "As ações dela repercutiram pelo mundo, levando esperança e inspiração para que outras pessoas realizassem o que ela fazia em outras partes do mundo", exemplificou Valente.

 

Inovação não se resume a tecnologia, defende consultor. Foto: Reprodução/Shutterstock

 

Segundo o empresário, Madre Teresa de Calcutá e muitos nomes da inovação mundial realizam mudanças estruturais importantes em suas respectivas áreas de trabalho. Basicamente toda a inovação pode ser dividida em três categorias principais: a inovação básica, que são pequenas melhorias ou ajustes em produtos e processos já existentes; inovação intermediária ou incremental, que promove melhorias mais relevante, com maior uso de tecnologia gerando uma diferença significativa no produto; e, por último, a inovação radical, que cria um conceito totalmente novo dentro da sociedade.

As faculdades e instituições da Amazônia constituem um dos maiores produtores de inovação da região. Entretanto a falta de visão faz com que muitas dessas inovações fiquem soterradas. Para Valente, o amazônida perde muito tempo tentando fazer algo totalmente novo, quando muitas vezes uma inovação incremental, por exemplo, pode gerar muito mais valor ao ambiente em que ele está inserido.

O pesquisador brasileiro Carlos Nobre, ganhador do prêmio Nobel da Paz em 2007, é um exemplo disso. Ele propõe, em artigo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences em 2016, um novo modelo de produção econômica para a Amazônia baseado nas características da região.

De acordo com o artigo, matérias-primas como o babaçu, cupuaçu, e a castanha do Brasil já impactaram as economias locais. Muitos outros produtos estão para serem descobertos e comercializados. Um exemplo disso é o alcalóide encontrada nas folhas, galhos e flores de jambu. O componente químico já está presente em patentes para anestésicos, antisépticos, anti rugas, creme dental, ginecológico e usos anti-inflamatórios.

A produção de cadeias de valor desses produtos pode gerar dinheiro para que no futuro a floresta possa ser utilizada para promover novas tecnologias em remédios, processos de despoluição, estruturas, tecidos bioinspirados, produção de energia e até aplicações comportamentais a inteligência robótica.

"A gente vê que todo país de primeiro mundo investe em educação. No Brasil infelizmente o cenário não é tão positivo. A Amazônia tem um potencial que precisa ser explorado, e para isso é preciso pessoas bem qualificadas que podem retornar muito mais valor para o mercado e consequentemente para a sociedade", afirma o empresário.

Por isso, garante Valente, a empresa procura estar próxima de universidades e instituições de ensino. "Nosso papel é ir até essas instituições e tentar fomentar uma diferença, falar com alunos e dizer que eles podem utilizar os conhecimentos que tem para com criatividade gerar inovação nas sua comunidade", conclui.

Valente Consultoria

A Valente Consultores Associados é uma empresa que trabalha na modalidade de rede de conhecimentos. A empresa promove, através dos braços Educação, Consultoria e Tecnologia, soluções para processos, pessoas e produtos dentro de empresas e indústrias dos mais diferentes setores. A empresa oferece os serviços de aconselhamento, projetos, consultorias, treinamentos e workshops. Para mais informações basta entrar em contato no telefone (92)98816-6671, pelo e-mail comercial@valenteconsultores.com.br ou ainda por Skype: valente.consultores.


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Região Norte possui potencial inovador inexplorado, afirma consultor

Maior problema é o entendimento do que é inovação sem limitar à tecnologia

Isaac Guerreiro

jornalismo@portalamazonia.com


A Pesquisa de Inovação (PINTEC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que em 2014 a Região Norte gerou mais de R$ 119 milhões em produtos ou processos que continham algum nível de inovação. Segundo a pesquisa, 1.493 empresas da região investiram mais de R$ 2 milhões para produção de novos produtos ou atividades internas de pesquisa e desenvolvimento.

Segundo o diretor da Valente Consultores Associados, Robson Valente, a região Norte tem um enorme potencial de inovação, mas ainda se faz necessário estender o pensamento do que exatamente é inovação. Para ele inovação é um conceito que geralmente é associado a tecnologia, quando na verdade ele é muito mais extenso e abrangente.

"Madre Teresa de Calcutá foi inovadora na sua época. Ela chamou atenção de todo o mundo para problemas que assolavam as populações ao redor do globo. Através da sua ação ela conseguir entregar caridade, amor ao próximo e a reconstrução de muitas famílias", disse o diretor. "As ações dela repercutiram pelo mundo, levando esperança e inspiração para que outras pessoas realizassem o que ela fazia em outras partes do mundo", exemplificou Valente.

 

Inovação não se resume a tecnologia, defende consultor. Foto: Reprodução/Shutterstock

 

Segundo o empresário, Madre Teresa de Calcutá e muitos nomes da inovação mundial realizam mudanças estruturais importantes em suas respectivas áreas de trabalho. Basicamente toda a inovação pode ser dividida em três categorias principais: a inovação básica, que são pequenas melhorias ou ajustes em produtos e processos já existentes; inovação intermediária ou incremental, que promove melhorias mais relevante, com maior uso de tecnologia gerando uma diferença significativa no produto; e, por último, a inovação radical, que cria um conceito totalmente novo dentro da sociedade.

As faculdades e instituições da Amazônia constituem um dos maiores produtores de inovação da região. Entretanto a falta de visão faz com que muitas dessas inovações fiquem soterradas. Para Valente, o amazônida perde muito tempo tentando fazer algo totalmente novo, quando muitas vezes uma inovação incremental, por exemplo, pode gerar muito mais valor ao ambiente em que ele está inserido.

O pesquisador brasileiro Carlos Nobre, ganhador do prêmio Nobel da Paz em 2007, é um exemplo disso. Ele propõe, em artigo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences em 2016, um novo modelo de produção econômica para a Amazônia baseado nas características da região.

De acordo com o artigo, matérias-primas como o babaçu, cupuaçu, e a castanha do Brasil já impactaram as economias locais. Muitos outros produtos estão para serem descobertos e comercializados. Um exemplo disso é o alcalóide encontrada nas folhas, galhos e flores de jambu. O componente químico já está presente em patentes para anestésicos, antisépticos, anti rugas, creme dental, ginecológico e usos anti-inflamatórios.

A produção de cadeias de valor desses produtos pode gerar dinheiro para que no futuro a floresta possa ser utilizada para promover novas tecnologias em remédios, processos de despoluição, estruturas, tecidos bioinspirados, produção de energia e até aplicações comportamentais a inteligência robótica.

"A gente vê que todo país de primeiro mundo investe em educação. No Brasil infelizmente o cenário não é tão positivo. A Amazônia tem um potencial que precisa ser explorado, e para isso é preciso pessoas bem qualificadas que podem retornar muito mais valor para o mercado e consequentemente para a sociedade", afirma o empresário.

Por isso, garante Valente, a empresa procura estar próxima de universidades e instituições de ensino. "Nosso papel é ir até essas instituições e tentar fomentar uma diferença, falar com alunos e dizer que eles podem utilizar os conhecimentos que tem para com criatividade gerar inovação nas sua comunidade", conclui.

Valente Consultoria

A Valente Consultores Associados é uma empresa que trabalha na modalidade de rede de conhecimentos. A empresa promove, através dos braços Educação, Consultoria e Tecnologia, soluções para processos, pessoas e produtos dentro de empresas e indústrias dos mais diferentes setores. A empresa oferece os serviços de aconselhamento, projetos, consultorias, treinamentos e workshops. Para mais informações basta entrar em contato no telefone (92)98816-6671, pelo e-mail comercial@valenteconsultores.com.br ou ainda por Skype: valente.consultores.

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