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Mazé Mourão

Sobre Amigos

“Amigo é feito casa que se faz aos poucos e com paciência pra durar pra sempre”.


Existe uma música da Zélia Duncan – Amigo é Casa – que me define. Começa assim: “Amigo é feito casa que se faz aos poucos e com paciência pra durar pra sempre”. (...) “Amigo que é amigo não puxa tapete, oferece pra gente o melhor que tem e o que não tem, quando não tem finge que tem, faz o que pode e o seu coração reparte que nem pão” (...). Poderia colocar a letra toda e ainda lhe asseguro fiel leitor ou querida leitora, escrevo com lagrimas escorrendo pelo rosto. Pois lembro dos e nos amigos. E penso, também, o significado da palavra, uma das mais bonitas do mundo. Quando usada de verdade, “na sua acepção”, como diria a dona Leonor, minha mãe, que foi uma grande e inesquecível amiga.

Recebi hoje inúmeras manifestações de amizade... todas pela Internet. No meu post, que chamo de ‘Bom Dia’, não utilizei a comemoração para felicitar os meus seguidores. Simples. Quero ouvir a voz, preciso saber se aquela mensagem, como dizem os modernos internautas “não é genérica” e, como diríamos os antigos, “jogada de piruada”, sabe como? Sim, participo de vários grupos, mas em apenas um, do núcleo familiar Mourão Gomes, retribui o desejo de “Feliz Dia do Amigo”.  E foi este o fato que ensejou esse escrito, pois me lembrei da música da cantora e compositora Zelia Duncan.



Gosto, gosto mesmo do toque, do calor humano, do abraço, do carinho, não apenas neste dia... aliás, considero totalmente desnecessário ter um dia para festejar o amigo. Acho mesmo. E finalizo com mais uma estrofe da letra, pois se continuar escrevendo, gente, vou me acabar em lágrimas. “Amigo que é amigo quando quer estar presente, faz-se quase transparente sem deixar-se perceber. Amigo é pra ficar, se chegar, se achegar...”. Até.


Mazé Mourão

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“Amigo é feito casa que se faz aos poucos e com paciência pra durar pra sempre”.

Mazé Mourão

jornalismo@portalamazonia.com


Existe uma música da Zélia Duncan – Amigo é Casa – que me define. Começa assim: “Amigo é feito casa que se faz aos poucos e com paciência pra durar pra sempre”. (...) “Amigo que é amigo não puxa tapete, oferece pra gente o melhor que tem e o que não tem, quando não tem finge que tem, faz o que pode e o seu coração reparte que nem pão” (...). Poderia colocar a letra toda e ainda lhe asseguro fiel leitor ou querida leitora, escrevo com lagrimas escorrendo pelo rosto. Pois lembro dos e nos amigos. E penso, também, o significado da palavra, uma das mais bonitas do mundo. Quando usada de verdade, “na sua acepção”, como diria a dona Leonor, minha mãe, que foi uma grande e inesquecível amiga.

Recebi hoje inúmeras manifestações de amizade... todas pela Internet. No meu post, que chamo de ‘Bom Dia’, não utilizei a comemoração para felicitar os meus seguidores. Simples. Quero ouvir a voz, preciso saber se aquela mensagem, como dizem os modernos internautas “não é genérica” e, como diríamos os antigos, “jogada de piruada”, sabe como? Sim, participo de vários grupos, mas em apenas um, do núcleo familiar Mourão Gomes, retribui o desejo de “Feliz Dia do Amigo”.  E foi este o fato que ensejou esse escrito, pois me lembrei da música da cantora e compositora Zelia Duncan.



Gosto, gosto mesmo do toque, do calor humano, do abraço, do carinho, não apenas neste dia... aliás, considero totalmente desnecessário ter um dia para festejar o amigo. Acho mesmo. E finalizo com mais uma estrofe da letra, pois se continuar escrevendo, gente, vou me acabar em lágrimas. “Amigo que é amigo quando quer estar presente, faz-se quase transparente sem deixar-se perceber. Amigo é pra ficar, se chegar, se achegar...”. Até.

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