Publicidade

Mazé Mourão

Home > Opiniao > Maze-mourao
Mazé Mourão

Sobre a medalha do centenário

“Adoro ser uma Imortal (desde 2010), participar ativamente das atividades da nossa Casa de Adriano Jorge, mas, depois da minha posse, esse evento foi o que mais me ufanou de orgulho”

Mazé Mourão

mazemanaus@gmail.com


Ainda estou sob o efeito maravilhoso, da noite de ontem, quando aconteceu a solenidade de entrega da Medalha do Centenário da Academia Amazonense de Letras (AAL). Sim. Adoro ser uma Imortal (desde 2010), participar ativamente das atividades da nossa Casa de Adriano Jorge, mas, depois da minha posse, esse evento foi o que mais me ufanou de orgulho. Exatamente. Tenho orgulho e vaidade em dizer que participei do centenário da AAL. 

 

Recebi a minha medalha, além disso, cada acadêmico podia indicar uma ou duas pessoas, que tivessem relevância na cidade de Manaus, no estado do Amazonas, para receber tão honrosa comenda. Indiquei o empresário e mecenas da cultura e das Artes José Souza Nascimento e o maestro Marcelo Souza de Jesus. Por mais que óbvios motivos.

 

     
     

Os imortais em foto oficial. Foto: Di Castro/Divulgação

     
 

Mas, o que me emocionou e ainda emociona até o presente momento que estou escrevendo essas linhas, é lembrar do salão oval lotado de pessoas que foram ali para homenagear os agraciados. O tocante discurso do imortal Marcos Luiz Barroso Barros que, com sua eloquência fez rir e fez emocionar a todos os presentes.

 

As palavras do presidente Robério dos Santos Pereira Braga foram seguras, tocantes, de um efeito avassalador e, por último, mas tão importante quanto, o discurso de agradecimento, em nome dos que receberam a medalha, o meu considerado Josué Cláudio de Souza Souza.  Para fechar, com chave de ouro, a voz inigualável da Rosa Encarnada, a cantora Márcia Siqueira acompanhada, ao piano, por Paulo Marinho.

 

Destaque para ‘Canção de Manaus’, de autoria de Áureo Nonato, e a ‘Marapatá’ do inesquecível poeta e compositor Anibal Beça, cuja cadeira 28, que pertenceu a ele, eu ocupo atualmente. No final de tudo, Tim-tim com Porto de Honra. Emoção demais para deixar passar em ‘albis’. Viva a nossa vestuta e preciosa Academia Amazonense de Letras! 


Sobre a medalha do centenário

“Adoro ser uma Imortal (desde 2010), participar ativamente das atividades da nossa Casa de Adriano Jorge, mas, depois da minha posse, esse evento foi o que mais me ufanou de orgulho”

Mazé Mourão

mazemanaus@gmail.com


Ainda estou sob o efeito maravilhoso, da noite de ontem, quando aconteceu a solenidade de entrega da Medalha do Centenário da Academia Amazonense de Letras (AAL). Sim. Adoro ser uma Imortal (desde 2010), participar ativamente das atividades da nossa Casa de Adriano Jorge, mas, depois da minha posse, esse evento foi o que mais me ufanou de orgulho. Exatamente. Tenho orgulho e vaidade em dizer que participei do centenário da AAL. 

 

Recebi a minha medalha, além disso, cada acadêmico podia indicar uma ou duas pessoas, que tivessem relevância na cidade de Manaus, no estado do Amazonas, para receber tão honrosa comenda. Indiquei o empresário e mecenas da cultura e das Artes José Souza Nascimento e o maestro Marcelo Souza de Jesus. Por mais que óbvios motivos.

 

     
     

Os imortais em foto oficial. Foto: Di Castro/Divulgação

     
 

Mas, o que me emocionou e ainda emociona até o presente momento que estou escrevendo essas linhas, é lembrar do salão oval lotado de pessoas que foram ali para homenagear os agraciados. O tocante discurso do imortal Marcos Luiz Barroso Barros que, com sua eloquência fez rir e fez emocionar a todos os presentes.

 

As palavras do presidente Robério dos Santos Pereira Braga foram seguras, tocantes, de um efeito avassalador e, por último, mas tão importante quanto, o discurso de agradecimento, em nome dos que receberam a medalha, o meu considerado Josué Cláudio de Souza Souza.  Para fechar, com chave de ouro, a voz inigualável da Rosa Encarnada, a cantora Márcia Siqueira acompanhada, ao piano, por Paulo Marinho.

 

Destaque para ‘Canção de Manaus’, de autoria de Áureo Nonato, e a ‘Marapatá’ do inesquecível poeta e compositor Anibal Beça, cuja cadeira 28, que pertenceu a ele, eu ocupo atualmente. No final de tudo, Tim-tim com Porto de Honra. Emoção demais para deixar passar em ‘albis’. Viva a nossa vestuta e preciosa Academia Amazonense de Letras! 

TAG Maze Mouraoacademia amazonense de letras