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Mazé Mourão

'Miga, sua louca'

Na verdade, gosto das loucas, das que não fingem que estão felizes e, principalmente, das que cometem o #sincericídio



Foto: Divulgação

Gosto do título. Traduzindo livremente, significa: ‘Amiga, deixa de ser louca’.  Saiu dos bordões das redes sociais e ganhou os impressos e, até, camisetas, capas de celulares. Eu gosto, quero deixar claro. Gosto das coisas que saem da formalidade e deixam a vida mais leve!

Na verdade, gosto das loucas, das que não fingem que estão felizes e, principalmente, das que cometem o #sincericídio. Geralmente, essas garotas ou não, são as célebres ‘miga, sua louca’, e todo mundo fica pensando: “sinceridade tem limites”. 

Uma leitora que ensejou este escrito. Ela disse que todas as suas amigas a chamam assim. Então, veio a pergunta que não quer calar: “o que você faz que elas não têm coragem de fazer”? Ela pensou um pouco, torceu as mãos, olhou o celular, deu com os ombros e começou: “Ah, gosto de gargalhar, mesmo em restaurantes silenciosos, não me importo de ir sozinha ao cinema, mesmo que o meu marido não vá. Tenho um grupo de amigas que encontro para tomas uns bons drinques e contar piadas, cantar, falar da vida, viajo só com meu marido e deixo a criançada com a minha sogra!”

 Miga, sua louca, você é simplesmente autêntica, verdadeira, normal. ‘A minha cara’ (como dizem os modernos), e tem o meu maior apoio, afinal, tenho a impressão que somos irmãs de bordão. O nome disso é liberdade, é viver em família, mas mostrar ao outro (no caso marido, filhos e q-tais) que existe a individualidade, eis porque nós somos chamados de indivíduos (sabe como?).  Temos muito prazer em estar com o amor, os familiares, cumprindo as chamadas convenções sociais, mas sem esquecer o que nos dá prazer. Uma coisa completa a outra, entende? Portanto, continue assim, porque é dessa forma que você é feliz! Até.


Mazé Mourão

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'Miga, sua louca'

Na verdade, gosto das loucas, das que não fingem que estão felizes e, principalmente, das que cometem o #sincericídio

Mazé Mourão

jornalismo@portalamazonia.com



Foto: Divulgação

Gosto do título. Traduzindo livremente, significa: ‘Amiga, deixa de ser louca’.  Saiu dos bordões das redes sociais e ganhou os impressos e, até, camisetas, capas de celulares. Eu gosto, quero deixar claro. Gosto das coisas que saem da formalidade e deixam a vida mais leve!

Na verdade, gosto das loucas, das que não fingem que estão felizes e, principalmente, das que cometem o #sincericídio. Geralmente, essas garotas ou não, são as célebres ‘miga, sua louca’, e todo mundo fica pensando: “sinceridade tem limites”. 

Uma leitora que ensejou este escrito. Ela disse que todas as suas amigas a chamam assim. Então, veio a pergunta que não quer calar: “o que você faz que elas não têm coragem de fazer”? Ela pensou um pouco, torceu as mãos, olhou o celular, deu com os ombros e começou: “Ah, gosto de gargalhar, mesmo em restaurantes silenciosos, não me importo de ir sozinha ao cinema, mesmo que o meu marido não vá. Tenho um grupo de amigas que encontro para tomas uns bons drinques e contar piadas, cantar, falar da vida, viajo só com meu marido e deixo a criançada com a minha sogra!”

 Miga, sua louca, você é simplesmente autêntica, verdadeira, normal. ‘A minha cara’ (como dizem os modernos), e tem o meu maior apoio, afinal, tenho a impressão que somos irmãs de bordão. O nome disso é liberdade, é viver em família, mas mostrar ao outro (no caso marido, filhos e q-tais) que existe a individualidade, eis porque nós somos chamados de indivíduos (sabe como?).  Temos muito prazer em estar com o amor, os familiares, cumprindo as chamadas convenções sociais, mas sem esquecer o que nos dá prazer. Uma coisa completa a outra, entende? Portanto, continue assim, porque é dessa forma que você é feliz! Até.

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