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Mazé Mourão

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Mazé Mourão

'Bate. Deu liga'

É, sou assim. Fácil de entender e conviver

Mazé Mourão

mazemanaus@gmail.com


 
Foto: Reprodução/Shutterstock
 
Suponho que quase todos os meus 35 leitores sabem da minha sempre presente atuação nas redes sociais, afinal, hoje faz parte do meu trabalho diário. “Até aí, tudo bem”, diria a leitora atenta. Pois é. Só falta me dizer “e eu com isso?” Tudo.

Gosto de saber para quem estou escrevendo, mandando minhas peripécias mundo afora, gargalhando com os meus próprios foras e desacertos. Ora, sou dessas que conto as minhas mancadas às gargalhadas, nada me intimida. Nem cara feia.

O introito serve para explicar uma chamada de atenção que recebi em um dos bom-dia.

O seguidor achou confuso o pensamento que postei no Instagram. No momento, fiz uma leitura dinâmica (sou desse tempo, quem não é?) e respondi: “É para ser confuso, porque é daí que tiramos as conclusões certas”, mais ou menos isso. Ou seja, somos responsáveis por tudo que cativamos, falamos, demonstramos. Nada é feito, na vida do ser humano, por acaso. Tudo tem uma razão de ser.

Por exemplo, acabei de ler em uma postagem a seguinte recomendação de uma avó: “As pessoas criam suas tempestades, depois reclamam quando chove!”. Bendita e sábia essa senhora. Sempre me perguntam se me arrependo do que já fiz. Com toda a pureza d’alma afirmo: “Não, mas me arrependo do que não fiz”. Por isso que sou imediatista. Amo até a exaustão, viajo para lugares que sempre tive vontade de ir, mimo constantemente a minha família e meus amigos.

E, mais uma vez repito a frase fantástica de Elke Maravilha sobre relacionamentos: “Não tenho tipo, tenho pressa”. Me fez bem, me tratou com respeito, com dignidade, é parceiro, não atrapalha os meus planos, bate! Deu liga. Pode ficar, a casa é sua... É, sou assim. Fácil de entender e conviver. No mais, sem nenhum constrangimento, “a porta da rua é a serventia da casa”, como diria dona Leonor, minha mãe. Até.

'Bate. Deu liga'

É, sou assim. Fácil de entender e conviver

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mazemanaus@gmail.com


 
Foto: Reprodução/Shutterstock
 
Suponho que quase todos os meus 35 leitores sabem da minha sempre presente atuação nas redes sociais, afinal, hoje faz parte do meu trabalho diário. “Até aí, tudo bem”, diria a leitora atenta. Pois é. Só falta me dizer “e eu com isso?” Tudo.

Gosto de saber para quem estou escrevendo, mandando minhas peripécias mundo afora, gargalhando com os meus próprios foras e desacertos. Ora, sou dessas que conto as minhas mancadas às gargalhadas, nada me intimida. Nem cara feia.

O introito serve para explicar uma chamada de atenção que recebi em um dos bom-dia.

O seguidor achou confuso o pensamento que postei no Instagram. No momento, fiz uma leitura dinâmica (sou desse tempo, quem não é?) e respondi: “É para ser confuso, porque é daí que tiramos as conclusões certas”, mais ou menos isso. Ou seja, somos responsáveis por tudo que cativamos, falamos, demonstramos. Nada é feito, na vida do ser humano, por acaso. Tudo tem uma razão de ser.

Por exemplo, acabei de ler em uma postagem a seguinte recomendação de uma avó: “As pessoas criam suas tempestades, depois reclamam quando chove!”. Bendita e sábia essa senhora. Sempre me perguntam se me arrependo do que já fiz. Com toda a pureza d’alma afirmo: “Não, mas me arrependo do que não fiz”. Por isso que sou imediatista. Amo até a exaustão, viajo para lugares que sempre tive vontade de ir, mimo constantemente a minha família e meus amigos.

E, mais uma vez repito a frase fantástica de Elke Maravilha sobre relacionamentos: “Não tenho tipo, tenho pressa”. Me fez bem, me tratou com respeito, com dignidade, é parceiro, não atrapalha os meus planos, bate! Deu liga. Pode ficar, a casa é sua... É, sou assim. Fácil de entender e conviver. No mais, sem nenhum constrangimento, “a porta da rua é a serventia da casa”, como diria dona Leonor, minha mãe. Até.

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