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André Torbey

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André Torbey

Vale a pena se endividar?

Antes de tudo, é fundamental analisar o fluxo de caixa do negócio, nível de maturidade e expectativas de mercado

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


Passada mais uma reunião do COPOM, o Comitê de Política Monetária, temos agora a SELIC em 5,5%, o menor patamar da taxa de juros no Brasil. Como já falei anteriormente, essa taxa de juros vai influenciar os juros cobrados pelos bancos. 

 

E essa pode ser uma boa oportunidade para renegociar dívidas ou, ainda, para pegar dinheiro emprestado e fazer novos investimentos no seu negócio. Tudo vai depender da sua necessidade e projeções. 

 

Antes de tudo, é fundamental analisar o fluxo de caixa do negócio, nível de maturidade e expectativas de mercado. Temos sempre que pensar que a empresa deve se manter competitiva mesmo que esteja dando lucro e bem estabilizada no cenário local. 

 

Mas, é preciso ter cuidado especial com o nível de endividamento e entender como identificar se uma dívida é boa ou ruim. 

 

Uma dívida ruim se caracteriza pela necessidade de mais dinheiro para honrar com os compromissos, nesse cenário existe uma disparidade entre receita e despesas, com os custos suprimindo o caixa e assim, elevando a necessidade de capitalização para cobrir o saldo negativo. 

 

E, na outra ponta, uma dívida boa é aquela feita para aumentar os investimentos da empresa, aumentando assim a produtividade, eficiência e gerando novos negócios. 

 

Em termos, podemos fazer o paralelo com o endividamento pessoal que deve ser feito em paralelo com as mudanças de hábitos e costumes para um gerenciamento mais eficiente das finanças. Caso não seja feito, ocorre um risco muito grande de virar uma bola de neve e o endividamento sair de uma situação controlada e gerar grandes problemas futuros. Ou seja, uma dívida demanda um controle maior dos custos. 

 

E então temos o questionamento: como saber até que valor é saudável manter um endividamento? 

 

Partindo do princípio que o pagamento de dívidas suprime o resultado do negócio, a melhor forma de diminuir o impacto dessas dívidas é usando o recurso para aumentar as receitas. E dessa forma o melhor cenário é quando o pagamento de dívidas não comprometa mais de 30% das rendas. 

 

Essa mesma porcentagem é usada na pessoa física. Acima desse percentual já prejudica muito as disponibilidades e a flexibilidade do fluxo de caixa. 

 

Aproveitar a chance de pegar dinheiro com custo mais baixo abre uma janela interessante para quem quer "fazer” mais dinheiro. 

 

Esse é o jeito baré de empreender. 

 


Vale a pena se endividar?

Antes de tudo, é fundamental analisar o fluxo de caixa do negócio, nível de maturidade e expectativas de mercado

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


Passada mais uma reunião do COPOM, o Comitê de Política Monetária, temos agora a SELIC em 5,5%, o menor patamar da taxa de juros no Brasil. Como já falei anteriormente, essa taxa de juros vai influenciar os juros cobrados pelos bancos. 

 

E essa pode ser uma boa oportunidade para renegociar dívidas ou, ainda, para pegar dinheiro emprestado e fazer novos investimentos no seu negócio. Tudo vai depender da sua necessidade e projeções. 

 

Antes de tudo, é fundamental analisar o fluxo de caixa do negócio, nível de maturidade e expectativas de mercado. Temos sempre que pensar que a empresa deve se manter competitiva mesmo que esteja dando lucro e bem estabilizada no cenário local. 

 

Mas, é preciso ter cuidado especial com o nível de endividamento e entender como identificar se uma dívida é boa ou ruim. 

 

Uma dívida ruim se caracteriza pela necessidade de mais dinheiro para honrar com os compromissos, nesse cenário existe uma disparidade entre receita e despesas, com os custos suprimindo o caixa e assim, elevando a necessidade de capitalização para cobrir o saldo negativo. 

 

E, na outra ponta, uma dívida boa é aquela feita para aumentar os investimentos da empresa, aumentando assim a produtividade, eficiência e gerando novos negócios. 

 

Em termos, podemos fazer o paralelo com o endividamento pessoal que deve ser feito em paralelo com as mudanças de hábitos e costumes para um gerenciamento mais eficiente das finanças. Caso não seja feito, ocorre um risco muito grande de virar uma bola de neve e o endividamento sair de uma situação controlada e gerar grandes problemas futuros. Ou seja, uma dívida demanda um controle maior dos custos. 

 

E então temos o questionamento: como saber até que valor é saudável manter um endividamento? 

 

Partindo do princípio que o pagamento de dívidas suprime o resultado do negócio, a melhor forma de diminuir o impacto dessas dívidas é usando o recurso para aumentar as receitas. E dessa forma o melhor cenário é quando o pagamento de dívidas não comprometa mais de 30% das rendas. 

 

Essa mesma porcentagem é usada na pessoa física. Acima desse percentual já prejudica muito as disponibilidades e a flexibilidade do fluxo de caixa. 

 

Aproveitar a chance de pegar dinheiro com custo mais baixo abre uma janela interessante para quem quer "fazer” mais dinheiro. 

 

Esse é o jeito baré de empreender. 

 

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