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André Torbey

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André Torbey

Queda na Selic pode beneficiar o empreendedor

Para quem não sabe, a Selic é taxa básica de juros em nosso país e é definida pelo Copom. Ou seja, todas as taxas de juros vigentes em nosso país são diretamente afetadas pela Selic

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


Na última semana tivemos o anúncio da redução na taxa Selic, passando de 6,5% ao ano para 6% ao ano. O menor patamar em nossa história desde a criação do sistema.

 

Para quem não sabe, a Selic é taxa básica de juros em nosso país e é definida pelo COPOM – Comitê de Política Monetária. Ou seja, todas as taxas de juros vigentes em nosso país são diretamente afetadas pela Selic. Desde os rendimentos da poupança e outros investimentos de renda fixa até a taxa juros cobradas pelos bancos na hora de emprestar recursos para pessoas físicas e jurídicas. 

 

Além dessa redução, o mercado já começa a projetar uma taxa mais baixa ao final de 2019. Isso tudo começa a abrir um potencial maior para que os juros bancários também caiam. O que gera uma maior possibilidade para uma expansão do crédito e desenvolvimento de novos negócios. 

 

Será essa uma boa janela para quem precisa de capital para empreender? 

 

Ainda precisamos esperar mais um pouco para cravar se essa será a melhor oportunidade aos empreendedores. Uma coisa é certa, o futuro parece ser mais claro em relação à abertura do mercado financeiro para novos bancos. Essa concorrência tende a criar grandes alternativas aos consumidores. 

 

Mas, para quem precisa de capital hoje, seguem algumas dicas para tomar o crédito emprestado: 

 

1) Calcular bem o valor necessário para impulsionar o negócio. Em alguns casos, é comum pegar um dinheiro maior do que precisa e acabar desperdiçando uma parte desse capital por que "sobrou” no momento. 

 

2) Identificar o melhor prazo e condições de pagamento. Um prazo mais longo acaba gerando um pagamento maior de juros, ter uma flexibilidade de vencimentos maior ajuda no fluxo de caixa e no controle de pagamentos. É preciso balancear bem o custo e oportunidade.

 

3) Atenção especial às vendas casadas. Infelizmente, é uma prática muito comum no mercado bancário. Não aceite outros produtos que não sejam do seu interesse. 

 

4) Planejar bem o uso do dinheiro para evitar desperdício e arrependimento. Usar esse dinheiro com propósito e estratégia é o caminho para exponencializar os resultados. 

 

O capital externo é uma válvula de escape para quem não tem capital próprio. Um cuidado extra permite usar esse dinheiro com mais sabedoria e isso pode tornar os resultados mais tangíveis. 

 

Esse é o jeito baré de empreender.

 


Queda na Selic pode beneficiar o empreendedor

Para quem não sabe, a Selic é taxa básica de juros em nosso país e é definida pelo Copom. Ou seja, todas as taxas de juros vigentes em nosso país são diretamente afetadas pela Selic

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


Na última semana tivemos o anúncio da redução na taxa Selic, passando de 6,5% ao ano para 6% ao ano. O menor patamar em nossa história desde a criação do sistema.

 

Para quem não sabe, a Selic é taxa básica de juros em nosso país e é definida pelo COPOM – Comitê de Política Monetária. Ou seja, todas as taxas de juros vigentes em nosso país são diretamente afetadas pela Selic. Desde os rendimentos da poupança e outros investimentos de renda fixa até a taxa juros cobradas pelos bancos na hora de emprestar recursos para pessoas físicas e jurídicas. 

 

Além dessa redução, o mercado já começa a projetar uma taxa mais baixa ao final de 2019. Isso tudo começa a abrir um potencial maior para que os juros bancários também caiam. O que gera uma maior possibilidade para uma expansão do crédito e desenvolvimento de novos negócios. 

 

Será essa uma boa janela para quem precisa de capital para empreender? 

 

Ainda precisamos esperar mais um pouco para cravar se essa será a melhor oportunidade aos empreendedores. Uma coisa é certa, o futuro parece ser mais claro em relação à abertura do mercado financeiro para novos bancos. Essa concorrência tende a criar grandes alternativas aos consumidores. 

 

Mas, para quem precisa de capital hoje, seguem algumas dicas para tomar o crédito emprestado: 

 

1) Calcular bem o valor necessário para impulsionar o negócio. Em alguns casos, é comum pegar um dinheiro maior do que precisa e acabar desperdiçando uma parte desse capital por que "sobrou” no momento. 

 

2) Identificar o melhor prazo e condições de pagamento. Um prazo mais longo acaba gerando um pagamento maior de juros, ter uma flexibilidade de vencimentos maior ajuda no fluxo de caixa e no controle de pagamentos. É preciso balancear bem o custo e oportunidade.

 

3) Atenção especial às vendas casadas. Infelizmente, é uma prática muito comum no mercado bancário. Não aceite outros produtos que não sejam do seu interesse. 

 

4) Planejar bem o uso do dinheiro para evitar desperdício e arrependimento. Usar esse dinheiro com propósito e estratégia é o caminho para exponencializar os resultados. 

 

O capital externo é uma válvula de escape para quem não tem capital próprio. Um cuidado extra permite usar esse dinheiro com mais sabedoria e isso pode tornar os resultados mais tangíveis. 

 

Esse é o jeito baré de empreender.

 

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