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André Torbey

Propósito e felicidade: peças chaves na hora de empreender

“Trabalhar sem um grande objetivo, apenas cumprindo horário e sem estar feliz com que faz não transforma a vida de ninguém”

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


Essa semana vi uma frase com a qual me identifiquei. Ela foi dita pelo Alexandre Tadeu, CEO da Cacau Show. A frase foi essa: “trabalhar sem um grande objetivo, apenas cumprindo horário e sem estar feliz com que faz não transforma a vida de ninguém”.

Veja só que interessante, tiro dessa frase dois aspectos. O primeiro, da importância de enxergar valor no que você faz. O segundo, felicidade.

Afinal de contas, você precisa gostar do que faz e ficar feliz com isso para ter um negócio ou uma carreira de sucesso? Do meu ponto de vista, a resposta é: sim!

A jornada do empreendedor iniciante hoje em dia é muito maior do que as famigeradas 8 horas de trabalhos diários. Muitas vezes, você acaba tendo que trabalhar muito mais do que trabalhava antes em seu trabalho “normal”. E isso pode fazer uma grande diferença para ver o seu negócio funcionar.

Isso tudo porque é fundamental um esforço mais no começo de tudo. E as vezes, mesmo em negócios já estabilizados existe essa necessidade.

Mas, e aí, vale a pena empreender para trabalhar tanto?

A resposta vai depender da primeira pergunta que eu fiz nesse texto. Você gosta do que faz e isso está alinhado com o seu propósito?

Para te ajudar a responder isso, vamos começar falando de propósito.

Se buscarmos a palavra propósito no dicionário, vai encontrar as seguintes respostas: 

a) Intenção de fazer algo; projeto; desígnio.

b) Aquilo que se busca alcançar, objetivo, finalidade, intuito.

Aqui a ideia é pensar no motivo que te faz levantar todos os dias. E nem precisa ser uma razão tão nobre assim. Pode ser ganhar mais dinheiro do que você ganharia em um emprego formal. Não é pecado querer ter uma atividade mais rentável.

Mas é essencial enxergar que tudo isso vai cobrar um preço. Em alguns casos, até um sacrifício de deixar algumas coisas de lado.

Como você lida com essa troca: trabalhar bem mais, abrir mão de algumas coisas no curto prazo para ter o resultado esperado?

Um exercício legal de fazer é imaginar todas as atividades que você sente satisfação em realizar e encontrar formas de transformar isso em uma atividade remunerada.

Ou ainda, que mudanças você gostaria de ver no mundo? Que país você quer ajudar a construir pensando nas gerações futuras?

É justo frisar que nem sempre você encontrará essa atividade/tarefa tão facilmente. É uma tarefa de autoconhecimento e introspecção.

Mas encontrar esse valor vai fazer uma grande diferença na hora de ofertar os seus produtos e serviços. Além de ser peça-chave na hora de contar a história do seu negócio.

Faça esse mergulho e encontre o seu propósito, é o jeito baré de empreender.
     

André Torbey

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Propósito e felicidade: peças chaves na hora de empreender

“Trabalhar sem um grande objetivo, apenas cumprindo horário e sem estar feliz com que faz não transforma a vida de ninguém”

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


Essa semana vi uma frase com a qual me identifiquei. Ela foi dita pelo Alexandre Tadeu, CEO da Cacau Show. A frase foi essa: “trabalhar sem um grande objetivo, apenas cumprindo horário e sem estar feliz com que faz não transforma a vida de ninguém”.

Veja só que interessante, tiro dessa frase dois aspectos. O primeiro, da importância de enxergar valor no que você faz. O segundo, felicidade.

Afinal de contas, você precisa gostar do que faz e ficar feliz com isso para ter um negócio ou uma carreira de sucesso? Do meu ponto de vista, a resposta é: sim!

A jornada do empreendedor iniciante hoje em dia é muito maior do que as famigeradas 8 horas de trabalhos diários. Muitas vezes, você acaba tendo que trabalhar muito mais do que trabalhava antes em seu trabalho “normal”. E isso pode fazer uma grande diferença para ver o seu negócio funcionar.

Isso tudo porque é fundamental um esforço mais no começo de tudo. E as vezes, mesmo em negócios já estabilizados existe essa necessidade.

Mas, e aí, vale a pena empreender para trabalhar tanto?

A resposta vai depender da primeira pergunta que eu fiz nesse texto. Você gosta do que faz e isso está alinhado com o seu propósito?

Para te ajudar a responder isso, vamos começar falando de propósito.

Se buscarmos a palavra propósito no dicionário, vai encontrar as seguintes respostas: 

a) Intenção de fazer algo; projeto; desígnio.

b) Aquilo que se busca alcançar, objetivo, finalidade, intuito.

Aqui a ideia é pensar no motivo que te faz levantar todos os dias. E nem precisa ser uma razão tão nobre assim. Pode ser ganhar mais dinheiro do que você ganharia em um emprego formal. Não é pecado querer ter uma atividade mais rentável.

Mas é essencial enxergar que tudo isso vai cobrar um preço. Em alguns casos, até um sacrifício de deixar algumas coisas de lado.

Como você lida com essa troca: trabalhar bem mais, abrir mão de algumas coisas no curto prazo para ter o resultado esperado?

Um exercício legal de fazer é imaginar todas as atividades que você sente satisfação em realizar e encontrar formas de transformar isso em uma atividade remunerada.

Ou ainda, que mudanças você gostaria de ver no mundo? Que país você quer ajudar a construir pensando nas gerações futuras?

É justo frisar que nem sempre você encontrará essa atividade/tarefa tão facilmente. É uma tarefa de autoconhecimento e introspecção.

Mas encontrar esse valor vai fazer uma grande diferença na hora de ofertar os seus produtos e serviços. Além de ser peça-chave na hora de contar a história do seu negócio.

Faça esse mergulho e encontre o seu propósito, é o jeito baré de empreender.
     

TAG andre torbeyEmpreendedorismo