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André Torbey

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André Torbey

Os pilares da felicidade

“Faço a ponte da felicidade com empreendedorismo. Duas faces: ser feliz empreendendo e a indústria da felicidade como ideia de negócio”

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


Felicidade é um tema tão abrangente e ao mesmo tempo, para alguns, algo simples de ser respondido. Já existem estudos em faculdades renomadas falando sobre isso, muitos deles evidenciando que felicidade e dinheiro caminham juntos. 

 

Tire alguns minutos para pensar na seguinte pergunta (não esquece de continuar a leitura depois): o que é felicidade para você? 

 

Acho justo dizer que não existe uma resposta universal para ela. Para alguns, a felicidade é poder fazer o que quer sempre que quiser e na hora que quiser. Outros relacionam à família, à saúde, ao prazer e, bem poucos, ao trabalho. 

 

Tenho para mim bem definido que todos devem ter um tripé que sustenta todo o espectro da felicidade. Na minha visão é: trabalho, dinheiro e relacionamentos. 

 

Explico: trabalhar com algo que me traga satisfação, dinheiro que me permita fazer o que gosto e relacionamentos saudáveis que forneçam alegria, descontração e um porto seguro nas horas de dificuldade. Com essa base bem fundamentada os outros pilares (saúde, lazer, desenvolvimento pessoal, espiritualidade e etc) podem ser supridos de forma natural. 

 

E agora faço a ponte da felicidade com empreendedorismo. Duas faces: ser feliz empreendendo e a indústria da felicidade como ideia de negócio. 

 

No primeiro ponto temos a relação entre fazer o que gosta e a manutenção de ritmos e rotinas extensas. Já disse isso, não podemos cair naquela história de “fazer o que gosta e não precisar trabalhar”. Isso é história para boi dormir. O ponto de mudança é que quando você está feliz com o que faz, as dificuldades e desafios se transformam em motivação e você encontra alternativas na adversidade para continuar fazendo. Quando os seus valores e seus objetivos se entrelaçam você vai além. 

 

Já o segundo ponto, puxando o gancho com o texto da semana passada (sobre buscar a satisfação do seu cliente) reforça a importância de estudar o seu público e identificar suas ambições, necessidades e anseios. Um cliente feliz com o seu produto/serviço vai fazer propaganda de graça para você. E assim você cria um sistema infinito para alcançar novas pessoas/clientes. Claro que a felicidade pode variar de acordo com faixa etária, localização, classe social e outros. O que reforça ainda mais tese do “conheça seu cliente”.

 

E aí é onde você se diferencia dos concorrentes. Podemos até ir além e falar da felicidade dos colaboradores como ferramenta de gestão de pessoas e desenvolvimento de talentos. Mas vai ficar para as próximas semanas. 

 

Em busca da felicidade! Esse é o jeito baré de empreender.

 


Os pilares da felicidade

“Faço a ponte da felicidade com empreendedorismo. Duas faces: ser feliz empreendendo e a indústria da felicidade como ideia de negócio”

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


Felicidade é um tema tão abrangente e ao mesmo tempo, para alguns, algo simples de ser respondido. Já existem estudos em faculdades renomadas falando sobre isso, muitos deles evidenciando que felicidade e dinheiro caminham juntos. 

 

Tire alguns minutos para pensar na seguinte pergunta (não esquece de continuar a leitura depois): o que é felicidade para você? 

 

Acho justo dizer que não existe uma resposta universal para ela. Para alguns, a felicidade é poder fazer o que quer sempre que quiser e na hora que quiser. Outros relacionam à família, à saúde, ao prazer e, bem poucos, ao trabalho. 

 

Tenho para mim bem definido que todos devem ter um tripé que sustenta todo o espectro da felicidade. Na minha visão é: trabalho, dinheiro e relacionamentos. 

 

Explico: trabalhar com algo que me traga satisfação, dinheiro que me permita fazer o que gosto e relacionamentos saudáveis que forneçam alegria, descontração e um porto seguro nas horas de dificuldade. Com essa base bem fundamentada os outros pilares (saúde, lazer, desenvolvimento pessoal, espiritualidade e etc) podem ser supridos de forma natural. 

 

E agora faço a ponte da felicidade com empreendedorismo. Duas faces: ser feliz empreendendo e a indústria da felicidade como ideia de negócio. 

 

No primeiro ponto temos a relação entre fazer o que gosta e a manutenção de ritmos e rotinas extensas. Já disse isso, não podemos cair naquela história de “fazer o que gosta e não precisar trabalhar”. Isso é história para boi dormir. O ponto de mudança é que quando você está feliz com o que faz, as dificuldades e desafios se transformam em motivação e você encontra alternativas na adversidade para continuar fazendo. Quando os seus valores e seus objetivos se entrelaçam você vai além. 

 

Já o segundo ponto, puxando o gancho com o texto da semana passada (sobre buscar a satisfação do seu cliente) reforça a importância de estudar o seu público e identificar suas ambições, necessidades e anseios. Um cliente feliz com o seu produto/serviço vai fazer propaganda de graça para você. E assim você cria um sistema infinito para alcançar novas pessoas/clientes. Claro que a felicidade pode variar de acordo com faixa etária, localização, classe social e outros. O que reforça ainda mais tese do “conheça seu cliente”.

 

E aí é onde você se diferencia dos concorrentes. Podemos até ir além e falar da felicidade dos colaboradores como ferramenta de gestão de pessoas e desenvolvimento de talentos. Mas vai ficar para as próximas semanas. 

 

Em busca da felicidade! Esse é o jeito baré de empreender.

 

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