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André Torbey

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André Torbey

Criando crianças empreendedoras

Algumas aptidões que podem ser ensinadas para as crianças (de acordo com as idades, logicamente). Confira algumas dicas!

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


Nesse último final de semana foi comemorado o Dia das Crianças, uma data muito esperada pelos participantes econômicos e que, para muitos negócios, está entre os 3 maiores eventos impulsionadores do ano.

 

Mas, além de ser uma data boa para a economia, que tal transformamos esse momento para evidenciarmos a importância que o empreendedorismo tem na formação e desenvolvimento das novas gerações? 

 

Não é segredo para ninguém, e não custa nada repetir, nosso país ainda está em crise (pelo menos até o fechamento dessa edição, acredito que ainda estará). A atividade industrial, de serviços e comércio ainda está patinando. Como as novas gerações vão perceber essa crise no futuro quando estiverem mais maduras? 

 

Dizem que em toda crise nasce uma oportunidade. Esse pode ser um bom momento para criar as condições para que habilidades empreendedoras sejam desenvolvidas nos ambientes de formação dessas crianças. 

 

Não estou dizendo que as crianças devam trabalhar agora, embora existam inúmeros casos de negócios iniciados por crianças que hoje já faturam muito. No Brasil, a linha entre trabalho infantil e necessidade é muito fina. E não é incomum vermos crianças vendendo algo em um semáforo, o que torna toda a situação de necessidade e vulnerabilidade algo horrendo em nosso país. 

 

O ponto aqui é estimular a importância e como as crianças podem gerar valor para elas mesmas ao invés do estímulo de tirar boas notas e ter bons empregos (que hoje em dia já tem sido um desafio enorme). Ou seja, buscar no empreendedorismo a guinada para uma mudança de patamar familiar. 

 

Algumas aptidões que podem ser ensinadas para as crianças (de acordo com as idades, logicamente): 

 

1. Educação Financeira: ensinar o valor do dinheiro, a importância do planejamento de longo-prazo, como calcular os valores justos e como controlar impulsos;

 

2. Como funcionam as empresas e, pelo menos, o mínimo de direito do consumidor;

 

3. Como trabalhar em grupo e como potencializar a organização;

 

4. Errar faz parte e é até um pré-requisito. Aprender a lidar com as frustrações pode fazer uma grande diferença no futuro. 

 

Existem ainda muitos outros pontos que podem ser abordados. Como eu já disse várias vezes aqui nesse espaço: é o empreendedorismo que vai salvar nosso país, não só dessa crise. Mas de inúmeras outras situações que devem acontecer nos futuro. 

 

Você pai/mãe/responsável, que outros ensinamentos gostaria de passar às crianças? 

 

Esse é o jeito baré de empreender.

 


Criando crianças empreendedoras

Algumas aptidões que podem ser ensinadas para as crianças (de acordo com as idades, logicamente). Confira algumas dicas!

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


Nesse último final de semana foi comemorado o Dia das Crianças, uma data muito esperada pelos participantes econômicos e que, para muitos negócios, está entre os 3 maiores eventos impulsionadores do ano.

 

Mas, além de ser uma data boa para a economia, que tal transformamos esse momento para evidenciarmos a importância que o empreendedorismo tem na formação e desenvolvimento das novas gerações? 

 

Não é segredo para ninguém, e não custa nada repetir, nosso país ainda está em crise (pelo menos até o fechamento dessa edição, acredito que ainda estará). A atividade industrial, de serviços e comércio ainda está patinando. Como as novas gerações vão perceber essa crise no futuro quando estiverem mais maduras? 

 

Dizem que em toda crise nasce uma oportunidade. Esse pode ser um bom momento para criar as condições para que habilidades empreendedoras sejam desenvolvidas nos ambientes de formação dessas crianças. 

 

Não estou dizendo que as crianças devam trabalhar agora, embora existam inúmeros casos de negócios iniciados por crianças que hoje já faturam muito. No Brasil, a linha entre trabalho infantil e necessidade é muito fina. E não é incomum vermos crianças vendendo algo em um semáforo, o que torna toda a situação de necessidade e vulnerabilidade algo horrendo em nosso país. 

 

O ponto aqui é estimular a importância e como as crianças podem gerar valor para elas mesmas ao invés do estímulo de tirar boas notas e ter bons empregos (que hoje em dia já tem sido um desafio enorme). Ou seja, buscar no empreendedorismo a guinada para uma mudança de patamar familiar. 

 

Algumas aptidões que podem ser ensinadas para as crianças (de acordo com as idades, logicamente): 

 

1. Educação Financeira: ensinar o valor do dinheiro, a importância do planejamento de longo-prazo, como calcular os valores justos e como controlar impulsos;

 

2. Como funcionam as empresas e, pelo menos, o mínimo de direito do consumidor;

 

3. Como trabalhar em grupo e como potencializar a organização;

 

4. Errar faz parte e é até um pré-requisito. Aprender a lidar com as frustrações pode fazer uma grande diferença no futuro. 

 

Existem ainda muitos outros pontos que podem ser abordados. Como eu já disse várias vezes aqui nesse espaço: é o empreendedorismo que vai salvar nosso país, não só dessa crise. Mas de inúmeras outras situações que devem acontecer nos futuro. 

 

Você pai/mãe/responsável, que outros ensinamentos gostaria de passar às crianças? 

 

Esse é o jeito baré de empreender.

 

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