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André Torbey

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André Torbey

Como organizar as finanças antes de empreender

“O primeiro caminho é organizar as finanças pessoais. Principalmente, se você tem o desejo/vontade de empreender e precisa capitalizar antes de começar, de fato, a jornada empreendedora”

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


Algumas vezes comentei aqui na coluna sobre a importância e, claro, necessidade em manter o controle e planejamento financeiro pessoal. Principalmente pelo motivo de que a irresponsabilidade financeira no âmbito doméstico pode impactar profundamente a gestão financeira de um negócio. 

É fundamental existir a muralha da China. A separação entre o dinheiro pessoal e o do negócio. Justamente para evitar a pressão em aumentar resultados no negócio ou, ainda, de gerar alguns desfalques (mesmo que momentâneos) no caixa da empresa para cobrir despesas pessoais.

 
 
Foto: Pixabay
 
Costumo dizer que as estratégias e técnicas, tanto de organização pessoal quanto empresarial, são parecidas. Mas, parece ser mais fácil organizar os negócios do que o orçamento doméstico. Parece que a pressão em ter uma empresa “bagunçada” preocupa mais do que a própria casa ser uma “zona”. E esse compromisso aparenta cobrar respostas imediatas. 

Um dos motivos para isso é que o negócio gera mais responsabilidade que o descontrole pessoal. Afinal de contas, gastar o próprio dinheiro de forma perdulária não impacta ninguém (ou parece que não) enquanto que a empresa pode impactar diversas famílias que precisam daquele resultado.  

Se você se identificou, hora de prestar mais atenção e ter mais cuidado com as decisões financeiras. 

O primeiro caminho é organizar as finanças pessoais. Principalmente, se você tem o desejo/vontade de empreender e precisa capitalizar antes de começar, de fato, a jornada empreendedora. 

E para fazer isso, uma forma simples de organizar é através do método dos potes. Esse método consiste na categorização de despesas e provisionamento dos gastos. Para cada pote você coloca o nome da despesa que ele se refere (moradia, alimentação, transporte, saúde, lazer e etc). 

Dentro de cada pote você deve colocar o valor necessário para a quitação das despesas envolvidas. Assim, a percepção de equalização das despesas se torna mais possível. Pois será mais acessível encontrar quais despesas estão fora de sintonia. 

Perceba que esse modelo demanda mais atenção, esforço e disciplina. Em tempos de tecnologia, pode parecer um retrocesso. Mas o grande detalhe desse modelo é justamente para “forçar” um estímulo maior à participação ativa na gerência dos gastos. 

Além do mais, se torna possível perceber os impactos de usar o dinheiro de uma despesa com outra coisa e assim virar uma bola de neve. 

Veja que esses mesmo potes podem ser usados na gestão financeira da empresa. Com a adaptação das categorias e definições, logicamente. 

Valorize o seu dinheiro! Esse é o jeito baré de empreender.     

Como organizar as finanças antes de empreender

“O primeiro caminho é organizar as finanças pessoais. Principalmente, se você tem o desejo/vontade de empreender e precisa capitalizar antes de começar, de fato, a jornada empreendedora”

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


Algumas vezes comentei aqui na coluna sobre a importância e, claro, necessidade em manter o controle e planejamento financeiro pessoal. Principalmente pelo motivo de que a irresponsabilidade financeira no âmbito doméstico pode impactar profundamente a gestão financeira de um negócio. 

É fundamental existir a muralha da China. A separação entre o dinheiro pessoal e o do negócio. Justamente para evitar a pressão em aumentar resultados no negócio ou, ainda, de gerar alguns desfalques (mesmo que momentâneos) no caixa da empresa para cobrir despesas pessoais.

 
 
Foto: Pixabay
 
Costumo dizer que as estratégias e técnicas, tanto de organização pessoal quanto empresarial, são parecidas. Mas, parece ser mais fácil organizar os negócios do que o orçamento doméstico. Parece que a pressão em ter uma empresa “bagunçada” preocupa mais do que a própria casa ser uma “zona”. E esse compromisso aparenta cobrar respostas imediatas. 

Um dos motivos para isso é que o negócio gera mais responsabilidade que o descontrole pessoal. Afinal de contas, gastar o próprio dinheiro de forma perdulária não impacta ninguém (ou parece que não) enquanto que a empresa pode impactar diversas famílias que precisam daquele resultado.  

Se você se identificou, hora de prestar mais atenção e ter mais cuidado com as decisões financeiras. 

O primeiro caminho é organizar as finanças pessoais. Principalmente, se você tem o desejo/vontade de empreender e precisa capitalizar antes de começar, de fato, a jornada empreendedora. 

E para fazer isso, uma forma simples de organizar é através do método dos potes. Esse método consiste na categorização de despesas e provisionamento dos gastos. Para cada pote você coloca o nome da despesa que ele se refere (moradia, alimentação, transporte, saúde, lazer e etc). 

Dentro de cada pote você deve colocar o valor necessário para a quitação das despesas envolvidas. Assim, a percepção de equalização das despesas se torna mais possível. Pois será mais acessível encontrar quais despesas estão fora de sintonia. 

Perceba que esse modelo demanda mais atenção, esforço e disciplina. Em tempos de tecnologia, pode parecer um retrocesso. Mas o grande detalhe desse modelo é justamente para “forçar” um estímulo maior à participação ativa na gerência dos gastos. 

Além do mais, se torna possível perceber os impactos de usar o dinheiro de uma despesa com outra coisa e assim virar uma bola de neve. 

Veja que esses mesmo potes podem ser usados na gestão financeira da empresa. Com a adaptação das categorias e definições, logicamente. 

Valorize o seu dinheiro! Esse é o jeito baré de empreender.     

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