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André Torbey

Casais que empreendem juntos permanecem unidos?

"É comum casais empreenderem juntos e, dessa afinidade, podem surgir excelentes ideias ou, até, problemas”

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


O Dia dos Namorados está chegando, mais uma data comemorativa em nosso calendário que tende a estimular e fomentar o comércio, prestação de serviços e outros negócios em nossa região. Algumas pesquisas chegam a apontar que o ticket médio a ser gasto nesse período ultrapasse os R$ 200 (duzentos reais). 

 

Mas, hoje, não quero falar diretamente sobre os negócios que tendem a faturar nesse momento. Vamos aproveitar e conversar um pouco sobre relacionamentos. É comum casais empreenderem juntos e, dessa afinidade, podem surgir excelentes ideias ou, até, problemas. 

 

Um dos maiores problemas que podem surgir é a mistura de papéis. Em certo momento confunde-se “quem” está falando. Seria o cônjuge, o sócio, o funcionário, o amigo, o parceiro de negócios ou o funcionário? 

 

Esse dilema, inconscientemente, pode findar em pontos de atrito e até prejudicar a relação amorosa do casal, o que, por consequência, tenderia a prejudicar o lado empresarial também. E, no fim, acabar em ruptura. 

 

É claro que nem tudo precisa ser um problema. A sinergia amorosa pode trazer excelentes retornos no lado empresarial. Para isso, sugiro alguns pontos de atenção que, se observados, permitirão ao casal a manutenção de um relacionamento sólido e a potencialização do lado empreendedor. 

 

Para começar, antes de empreender, é super válido ter um plano de negócios. Um dos grandes problemas, ou vantagens (em alguns casos), da nossa população é deixar que esses negócios se desenvolvam de “qualquer jeito”e que com o tempo tudo vai se “azeitando” até encontrar o jeito mais eficiente de funcionar. Antecipar o plano de negócios e montar uma estratégia indica os caminhos que devem ser seguidos e que situações devem ser evitadas. 

 

Na sequência, sugiro a definição das funções dentro do negócio justamente para evitar as confusões de papéis das quais eu falei anteriormente. Com essas atribuição bem entendidas cada um poderá se dedicar ao seu papel sem atravessar/atrapalhar o outro. Um pode cuidar da parte administrativa/financeira enquanto o outro gere o marketing e operacional, por exemplo. Sem dúvidas que a troca de figurinhas pode ajudar muito, mas tudo no tempo certo. 

 

Outra coisa legal de fazer é separar algum momento do dia para falar sobre o negócio. Algo que costuma acontecer é falar sobre os negócios durante o jantar da família ou logo antes de dormir. E se o tema for espinhoso, acaba gerando um estresse chato em um momento que poderia estar sendo aproveitado de outra forma. Por isso é essencial ter a hora e o lugar para falar sobre isso e, claro, ter uma pauta para a reunião ser mais produtiva e eficiente. 

 

Se o talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe vence jogos, nada melhor que jogar na equipe do amor da nossa vida então. 

 

Esse é o jeito baré de empreender. 

 

     

André Torbey

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Casais que empreendem juntos permanecem unidos?

"É comum casais empreenderem juntos e, dessa afinidade, podem surgir excelentes ideias ou, até, problemas”

André Torbey

torbey.andre@gmail.com


O Dia dos Namorados está chegando, mais uma data comemorativa em nosso calendário que tende a estimular e fomentar o comércio, prestação de serviços e outros negócios em nossa região. Algumas pesquisas chegam a apontar que o ticket médio a ser gasto nesse período ultrapasse os R$ 200 (duzentos reais). 

 

Mas, hoje, não quero falar diretamente sobre os negócios que tendem a faturar nesse momento. Vamos aproveitar e conversar um pouco sobre relacionamentos. É comum casais empreenderem juntos e, dessa afinidade, podem surgir excelentes ideias ou, até, problemas. 

 

Um dos maiores problemas que podem surgir é a mistura de papéis. Em certo momento confunde-se “quem” está falando. Seria o cônjuge, o sócio, o funcionário, o amigo, o parceiro de negócios ou o funcionário? 

 

Esse dilema, inconscientemente, pode findar em pontos de atrito e até prejudicar a relação amorosa do casal, o que, por consequência, tenderia a prejudicar o lado empresarial também. E, no fim, acabar em ruptura. 

 

É claro que nem tudo precisa ser um problema. A sinergia amorosa pode trazer excelentes retornos no lado empresarial. Para isso, sugiro alguns pontos de atenção que, se observados, permitirão ao casal a manutenção de um relacionamento sólido e a potencialização do lado empreendedor. 

 

Para começar, antes de empreender, é super válido ter um plano de negócios. Um dos grandes problemas, ou vantagens (em alguns casos), da nossa população é deixar que esses negócios se desenvolvam de “qualquer jeito”e que com o tempo tudo vai se “azeitando” até encontrar o jeito mais eficiente de funcionar. Antecipar o plano de negócios e montar uma estratégia indica os caminhos que devem ser seguidos e que situações devem ser evitadas. 

 

Na sequência, sugiro a definição das funções dentro do negócio justamente para evitar as confusões de papéis das quais eu falei anteriormente. Com essas atribuição bem entendidas cada um poderá se dedicar ao seu papel sem atravessar/atrapalhar o outro. Um pode cuidar da parte administrativa/financeira enquanto o outro gere o marketing e operacional, por exemplo. Sem dúvidas que a troca de figurinhas pode ajudar muito, mas tudo no tempo certo. 

 

Outra coisa legal de fazer é separar algum momento do dia para falar sobre o negócio. Algo que costuma acontecer é falar sobre os negócios durante o jantar da família ou logo antes de dormir. E se o tema for espinhoso, acaba gerando um estresse chato em um momento que poderia estar sendo aproveitado de outra forma. Por isso é essencial ter a hora e o lugar para falar sobre isso e, claro, ter uma pauta para a reunião ser mais produtiva e eficiente. 

 

Se o talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe vence jogos, nada melhor que jogar na equipe do amor da nossa vida então. 

 

Esse é o jeito baré de empreender. 

 

     

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