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Abrahim Baze

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Abrahim Baze

Memória Iconográfica do Grupo Rede Amazônica, no Estado de Rondônia

"Aluísio Daou conseguiu inserir, através da lente de sua máquina fotográfica Olimpus Trip 35, esse importante momento, que usando da sensibilidade soube retratar para posteridade a atmosfera desse acontecimento histórico."


A velocidade de transformação das cidades da Amazônia é narrada, por um longo período, por Silvino Santos. Sua obra iconográfica destaca-se não só pela experiência da nova síntese de período glamouroso, mas pelo congelamento futurista que, somada a colagem de fragmentos, visões rápidas e múltiplas de nosso cotidiano urbano, aparentam, hoje, uma vida moderna da época em que se instalavam o período do látex.


Dessa forma, nesse ambiente de efervescência cultural, econômica e política, de significados e alterações no espaço urbano e do cotidiano interiorano, que devemos inserir e entender a lente que documentou todo o momento com fotografias e filmes.
     
Foto:Divulgação
 


Silvino Santos, imigrante português, que tem uma importância diferenciada na história iconográfica da Amazônia, como também um dos pioneiros, juntamente com o alemão Huebner, na tentativa de documentar e organizar a memória iconográfica da Amazônica e todo seu entorno.
     
Foto:Divulgação/No Paiz das Amazonas
 



Exímio fotografo e cineasta, como nenhum outro, soube retratar a atmosfera das cidades da Amazônia e seu cotidiano interiorano nas primeiras décadas do século XX. Sua produção retrata tudo aquilo que ele via, ao mesmo tempo, com as novidades que adentravam no espaço urbano, pouco se mostra do seu trabalho e atuação em estúdios, com retratos e crayon, produções praticamente pequenas diante da exuberância de sua fotografia documental urbana. Isso é bastante raro na história da fotografia universal, já que, no período, foram poucas as fotografias que conseguiram escapar da tradição do ateliê.
     
Foto:Divulgação/Site da Revista Studium da Unicamp
 

   
Silvino Santos mergulhou na arte de fotografar, documentarista, cronista, que deu relevância à fotografia com informação na história das representações visuais e foram muitas. A velocidade de transformação de todas as cidades da Amazônia foram narradas por um longo período, por dois fotógrafos: George Huebner que iniciou fotografar a Amazônia, em 1894 e Silvino Santos, no início do século passado, a partir de 1910.

     
Foto:Divulgação/SEC-AM
 

É nessa particularidade que fotógrafos comuns oportunistas recuperam para a história momentos importantes de acontecimentos diversos que marcam para eternidade, com qualidade excepcional à época o fato registrado. Na verdade, este fato que enriquece não apenas o patrimônio e imagético da Amazônia, mas a própria cultura fotográfica de uma empresa em particular e de um período não muito distante, porém, histórico.
     
Autorretrato de George Huebner | Foto: Photographia Allemã
 


Este fotógrafo que encontrava-se no momento exato, nos dá a oportunidade de ampliarmos a investigação e a pesquisa tanto no campo da fotografia quanto da história, do cotidiano urbano e da paisagem humana. Tudo isso garante o acesso irrestrito para pesquisadores, estudantes de fotografia, fotógrafo amadores e profissionais ou interessados neste segmento. Não podemos esquecer de um período de ampliadores, câmeras, obturadores, lentes, tripés, balanças, bacias, prensas, lanternas, cortadores, químicas, filmes, chapas de vidro, papéis, fórmulas especiais, álbum, cartões-postais, pass-partouts, produtos para acabamento e apresentação dos trabalhos de um período que ficou para trás. Todas essas variedades de materiais e marcas foram, à época, a consolidação desse importante mercado, tanto profissional quanto amador e que, hoje, estamos na era digital.



A bem da verdade, as obras de George Huebner e de Silvino Santos se destacaram não só pela experiência de uma nova síntese de um período glamouroso, mas pelo congelamento futurista que, somada pela colagem de fragmentos, visões rápidas e múltiplas da arte de fotografar, o nosso cotidiano urbano retrata uma vida moderna daquela época.

     
Aluísio Daou | Foto:Divulgação/Acervo Pessoal
 


É nesse ambiente de oportunidade de significado importante que o senhor Aluísio Daou, no dia 08 de junho de 1973, documentou o ato de assinatura da homologação do canal da TV Rondônia, pertencente ao Grupo Rede Amazônica, no gabinete do Ministro, em Brasília. Estavam presentes, o Diretor Técnico da Embratel, Doutor Rubens Bussaco, o Diretor-presidente do Grupo Rede Amazônica, Jornalista e Empresário das Comunicações, Phelippe Daou, Senador Raimundo Parente, Senador José Lindoso e Deputado Federal Ney Oscar de Lima Rayol. Assim, Aluísio Daou conseguiu inserir, através da lente de sua máquina fotográfica Olimpus Trip 35, esse importante momento, que usando da sensibilidade soube retratar para posteridade a atmosfera desse acontecimento histórico.

     
Máquina fotográfica Olympus 35 usada por Aluísio Daou no momento da assinatura da concessão da TV Rondônia no gabinete do ministro Higino Corsetti, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto:William Costa/Portal Amazônia
 


Trata-se de um fato histórico importante, documentado com a exuberância de sua fotografia. Todo esse fragmento histórico documentou o tempo, as pessoas, com registro do antes e a possibilidade de estudo, depois, com recorte através dos vestígios da imagem iconográfica daquele período.


Registros da assinatura de homologação do canal da TV Rondônia

       
Presidente do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou discursando durante o ato da concessão da TV Rondônia, estando presente o deputado federal Ney Oscar de Lima Rayol, senador Raimundo Parente, deputado federal Belo Ferreira, senador José Lindoso, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto: Acervo Pessoal / Abrahim Baze
   
       
Presidente do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou discursando durante o ato da concessão da TV Rondônia, estando presente o deputado federal Ney Oscar de Lima Rayol, senador Raimundo Parente, deputado federal Belo Ferreira, senador José Lindoso, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto: Acervo Pessoal / Abrahim Baze
     
       
Presidente do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou durante o ato da concessão da TV Rondônia, estando presente o deputado federal Ney Oscar de Lima Rayol, senador Raimundo Parente, deputado federal Belo Ferreira, senador José Lindoso, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto: Acervo Pessoal / Abrahim Baze
       
     
Presidente do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou durante o ato da concessão da TV Rondônia, estando presente o deputado federal Ney Oscar de Lima Rayol, senador Raimundo Parente, deputado federal Belo Ferreira, senador José Lindoso, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto: Acervo Pessoal / Abrahim Baze
       
     
Presidente do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou em reunião durante o ato da concessão da TV Rondônia, estando presente o deputado federal Ney Oscar de Lima Rayol, senador Raimundo Parente, deputado federal Belo Ferreira, senador José Lindoso, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto: Acervo Pessoal / Abrahim Baze
     
       
Presidente do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou discursando durante o ato da concessão da TV Rondônia, estando presente o deputado federal Ney Oscar de Lima Rayol, senador Raimundo Parente, deputado federal Belo Ferreira, senador José Lindoso, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto: Acervo Pessoal / Abrahim Baze
     
Registros de Rondônia
     
Detalhe do pátio da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré | Foto: Revelando Porto Velho/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
     
     
Major Fernando Guapindaia de Souza Brejense | 1º superintendente municipal de Porto Velho | Foto: Achegas para a História de Porto Velho/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
       
     
Carro de linha para transporte de passageiros na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré | Foto: As Ferrovias do Brasil/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
   
   
     
Índio da tribo Caripuna com o engenheiro Rudolf Oscar Qesselring | Foto: As Ferrovias do Brasil/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
     
   
Rede Amazônica Rondônia | Foto: AVG/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
       
Trem da Praça Estrada de Ferro Madeira-Mamoré | Foto: AVG/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
         
As três caixas d'água. Símbolo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré | Foto: AVG/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
       
Panorâmica da cidade de Porto Velho | Foto: Andreia Pinheiro Gonzalez/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
     

Memória Iconográfica do Grupo Rede Amazônica, no Estado de Rondônia

"Aluísio Daou conseguiu inserir, através da lente de sua máquina fotográfica Olimpus Trip 35, esse importante momento, que usando da sensibilidade soube retratar para posteridade a atmosfera desse acontecimento histórico."

Abrahim Baze

literatura@amazonsat.com.br


A velocidade de transformação das cidades da Amazônia é narrada, por um longo período, por Silvino Santos. Sua obra iconográfica destaca-se não só pela experiência da nova síntese de período glamouroso, mas pelo congelamento futurista que, somada a colagem de fragmentos, visões rápidas e múltiplas de nosso cotidiano urbano, aparentam, hoje, uma vida moderna da época em que se instalavam o período do látex.


Dessa forma, nesse ambiente de efervescência cultural, econômica e política, de significados e alterações no espaço urbano e do cotidiano interiorano, que devemos inserir e entender a lente que documentou todo o momento com fotografias e filmes.
     
Foto:Divulgação
 


Silvino Santos, imigrante português, que tem uma importância diferenciada na história iconográfica da Amazônia, como também um dos pioneiros, juntamente com o alemão Huebner, na tentativa de documentar e organizar a memória iconográfica da Amazônica e todo seu entorno.
     
Foto:Divulgação/No Paiz das Amazonas
 



Exímio fotografo e cineasta, como nenhum outro, soube retratar a atmosfera das cidades da Amazônia e seu cotidiano interiorano nas primeiras décadas do século XX. Sua produção retrata tudo aquilo que ele via, ao mesmo tempo, com as novidades que adentravam no espaço urbano, pouco se mostra do seu trabalho e atuação em estúdios, com retratos e crayon, produções praticamente pequenas diante da exuberância de sua fotografia documental urbana. Isso é bastante raro na história da fotografia universal, já que, no período, foram poucas as fotografias que conseguiram escapar da tradição do ateliê.
     
Foto:Divulgação/Site da Revista Studium da Unicamp
 

   
Silvino Santos mergulhou na arte de fotografar, documentarista, cronista, que deu relevância à fotografia com informação na história das representações visuais e foram muitas. A velocidade de transformação de todas as cidades da Amazônia foram narradas por um longo período, por dois fotógrafos: George Huebner que iniciou fotografar a Amazônia, em 1894 e Silvino Santos, no início do século passado, a partir de 1910.

     
Foto:Divulgação/SEC-AM
 

É nessa particularidade que fotógrafos comuns oportunistas recuperam para a história momentos importantes de acontecimentos diversos que marcam para eternidade, com qualidade excepcional à época o fato registrado. Na verdade, este fato que enriquece não apenas o patrimônio e imagético da Amazônia, mas a própria cultura fotográfica de uma empresa em particular e de um período não muito distante, porém, histórico.
     
Autorretrato de George Huebner | Foto: Photographia Allemã
 


Este fotógrafo que encontrava-se no momento exato, nos dá a oportunidade de ampliarmos a investigação e a pesquisa tanto no campo da fotografia quanto da história, do cotidiano urbano e da paisagem humana. Tudo isso garante o acesso irrestrito para pesquisadores, estudantes de fotografia, fotógrafo amadores e profissionais ou interessados neste segmento. Não podemos esquecer de um período de ampliadores, câmeras, obturadores, lentes, tripés, balanças, bacias, prensas, lanternas, cortadores, químicas, filmes, chapas de vidro, papéis, fórmulas especiais, álbum, cartões-postais, pass-partouts, produtos para acabamento e apresentação dos trabalhos de um período que ficou para trás. Todas essas variedades de materiais e marcas foram, à época, a consolidação desse importante mercado, tanto profissional quanto amador e que, hoje, estamos na era digital.



A bem da verdade, as obras de George Huebner e de Silvino Santos se destacaram não só pela experiência de uma nova síntese de um período glamouroso, mas pelo congelamento futurista que, somada pela colagem de fragmentos, visões rápidas e múltiplas da arte de fotografar, o nosso cotidiano urbano retrata uma vida moderna daquela época.

     
Aluísio Daou | Foto:Divulgação/Acervo Pessoal
 


É nesse ambiente de oportunidade de significado importante que o senhor Aluísio Daou, no dia 08 de junho de 1973, documentou o ato de assinatura da homologação do canal da TV Rondônia, pertencente ao Grupo Rede Amazônica, no gabinete do Ministro, em Brasília. Estavam presentes, o Diretor Técnico da Embratel, Doutor Rubens Bussaco, o Diretor-presidente do Grupo Rede Amazônica, Jornalista e Empresário das Comunicações, Phelippe Daou, Senador Raimundo Parente, Senador José Lindoso e Deputado Federal Ney Oscar de Lima Rayol. Assim, Aluísio Daou conseguiu inserir, através da lente de sua máquina fotográfica Olimpus Trip 35, esse importante momento, que usando da sensibilidade soube retratar para posteridade a atmosfera desse acontecimento histórico.

     
Máquina fotográfica Olympus 35 usada por Aluísio Daou no momento da assinatura da concessão da TV Rondônia no gabinete do ministro Higino Corsetti, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto:William Costa/Portal Amazônia
 


Trata-se de um fato histórico importante, documentado com a exuberância de sua fotografia. Todo esse fragmento histórico documentou o tempo, as pessoas, com registro do antes e a possibilidade de estudo, depois, com recorte através dos vestígios da imagem iconográfica daquele período.


Registros da assinatura de homologação do canal da TV Rondônia

       
Presidente do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou discursando durante o ato da concessão da TV Rondônia, estando presente o deputado federal Ney Oscar de Lima Rayol, senador Raimundo Parente, deputado federal Belo Ferreira, senador José Lindoso, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto: Acervo Pessoal / Abrahim Baze
   
       
Presidente do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou discursando durante o ato da concessão da TV Rondônia, estando presente o deputado federal Ney Oscar de Lima Rayol, senador Raimundo Parente, deputado federal Belo Ferreira, senador José Lindoso, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto: Acervo Pessoal / Abrahim Baze
     
       
Presidente do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou durante o ato da concessão da TV Rondônia, estando presente o deputado federal Ney Oscar de Lima Rayol, senador Raimundo Parente, deputado federal Belo Ferreira, senador José Lindoso, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto: Acervo Pessoal / Abrahim Baze
       
     
Presidente do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou durante o ato da concessão da TV Rondônia, estando presente o deputado federal Ney Oscar de Lima Rayol, senador Raimundo Parente, deputado federal Belo Ferreira, senador José Lindoso, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto: Acervo Pessoal / Abrahim Baze
       
     
Presidente do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou em reunião durante o ato da concessão da TV Rondônia, estando presente o deputado federal Ney Oscar de Lima Rayol, senador Raimundo Parente, deputado federal Belo Ferreira, senador José Lindoso, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto: Acervo Pessoal / Abrahim Baze
     
       
Presidente do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou discursando durante o ato da concessão da TV Rondônia, estando presente o deputado federal Ney Oscar de Lima Rayol, senador Raimundo Parente, deputado federal Belo Ferreira, senador José Lindoso, em Brasília – 8 de junho de 1973 | Foto: Acervo Pessoal / Abrahim Baze
     
Registros de Rondônia
     
Detalhe do pátio da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré | Foto: Revelando Porto Velho/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
     
     
Major Fernando Guapindaia de Souza Brejense | 1º superintendente municipal de Porto Velho | Foto: Achegas para a História de Porto Velho/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
       
     
Carro de linha para transporte de passageiros na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré | Foto: As Ferrovias do Brasil/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
   
   
     
Índio da tribo Caripuna com o engenheiro Rudolf Oscar Qesselring | Foto: As Ferrovias do Brasil/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
     
   
Rede Amazônica Rondônia | Foto: AVG/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
       
Trem da Praça Estrada de Ferro Madeira-Mamoré | Foto: AVG/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
         
As três caixas d'água. Símbolo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré | Foto: AVG/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
       
Panorâmica da cidade de Porto Velho | Foto: Andreia Pinheiro Gonzalez/Rede Amazônica: 40 Anos de Comunicação na Amazônia
     

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