Internacional

Venezuela tem 11 novos ministros para combater a crise e garantir a paz

Segundo presidente, ministros devem atuar para libertar o país da criminalidade, consolidar programas assistenciais e recuperar a economia

Portal Amazônia, com informações da Agência Brasil

jornalismo@portalamazonia.com


Foto: Divulgação/Governo da Venezuela

 

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, promoveu nessa quarta-feira (4) uma mudança em seu gabinete, designando 11 novos ministros, que terão como objetivo principal libertar o país da criminalidade, recuperar a economia, consolidar os programas de assistência social e garantir a paz.

"Necessitamos de uma renovação do gabinete executivo e chamar às fileiras do governo um conjunto de companheiros, de forma a combinar a experiência com o compromisso", disse o chefe de Estado.

Nicolás Maduro falou no Quartel da Montanha (onde está enterrado o corpo do ex-presidente Hugo Chávez, que comandou o país entre 1999 e 2013), em Caracas. O pronunciamento, em cadeia de rádio e televisão, foi o primeiro em 2017.
Uma das mudanças principais foi a designação do governador de Arágua, Tarek El Aissami, como vice-presidente, por ser, segundo o Chefe de Estado, "um líder indiscutível", que concentrará a sua gestão na segurança dos cidadãos e na depuração das polícias regionais. "Não me importa o cargo que tenham. Vamos com tudo contra os criminosos, os corruptos e os extremistas", disse Maduro.

O novo vice-presidente da República é socialista, advogado e criminologista e, em 2008, no governo Hugo Chávez, foi ministro de Relações Interiores e Justiça. Durante a sua gestão criou a Polícia Nacional Bolivariana, o Conselho Geral de Polícia e a Universidade Nacional Experimental da Segurança, tendo ainda presidido a Comissão Presidencial para o Controle de Armas, Munições e Desarmamante, além da Comissão Presidencial de Refugiados Dignos.

O deputado Elías Jaua passa a ser o novo ministro de Educação (geral) e vice-presidente das Missões Socialistas (programas de assistência social), enquanto Adán Chávez, irmão do ex-presidente Hugo Chávez e atual governador de Barinas, assumirá o Ministério da Cultura.

O deputado e advogado Hugbel Roa será o novo ministro de Educação Universitária, Ciência e Tecnologia. Francisco Torrealba assumirá o Ministério do Trabalho e a médica Anonieta Caporales, atual diretora do Hospital Universitário de Caracas, ficará com o Ministério da Saúde.

Em seu pronunciamento, Nicolás Maduro anunciou a fusão dos ministérios da área econômica no Ministério de Economia e Finanças. A pasta será dirigida pelo deputado Ramón Lobo, economista com mestrado em gestão empresarial e professor universitário de contabilidade, economia e matemática financeira.

O atual presidente da empresa estatal Petróleos de Venezuela SA (PDVSA), Eulógio del Pino, deixará o Ministério do Petróleo, sendo substituído pelo engenheiro Nelson Martínez, atual presidente da petrolífera Citgo (empresa venezuelana nos Estados Unidos).

A ministra do Gabinete da Presidência, a almirante-chefe Carmen Meléndez (ex-ministra da Defesa), foi designada como vice-presidente de Política e Soberania. Ramón Celestino será o novo ministro de Eco-Socialismo e Água. O almirante César Alberto Salazar Coll assumirá o Ministério das Obras Públicas.

O atual vice-presidente da Venezuela, Aristóbulo Istúriz, passará a gerir o Ministério das Comunas e Trabalho Social, sendo também vice-presidente da pasta Socialismo Territorial. A atual ministra de Comunas, Érika Farias, vai comandar o Ministério de Agricultura Urbana.


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Venezuela tem 11 novos ministros para combater a crise e garantir a paz

Segundo presidente, ministros devem atuar para libertar o país da criminalidade, consolidar programas assistenciais e recuperar a economia

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Foto: Divulgação/Governo da Venezuela

 

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, promoveu nessa quarta-feira (4) uma mudança em seu gabinete, designando 11 novos ministros, que terão como objetivo principal libertar o país da criminalidade, recuperar a economia, consolidar os programas de assistência social e garantir a paz.

"Necessitamos de uma renovação do gabinete executivo e chamar às fileiras do governo um conjunto de companheiros, de forma a combinar a experiência com o compromisso", disse o chefe de Estado.

Nicolás Maduro falou no Quartel da Montanha (onde está enterrado o corpo do ex-presidente Hugo Chávez, que comandou o país entre 1999 e 2013), em Caracas. O pronunciamento, em cadeia de rádio e televisão, foi o primeiro em 2017.
Uma das mudanças principais foi a designação do governador de Arágua, Tarek El Aissami, como vice-presidente, por ser, segundo o Chefe de Estado, "um líder indiscutível", que concentrará a sua gestão na segurança dos cidadãos e na depuração das polícias regionais. "Não me importa o cargo que tenham. Vamos com tudo contra os criminosos, os corruptos e os extremistas", disse Maduro.

O novo vice-presidente da República é socialista, advogado e criminologista e, em 2008, no governo Hugo Chávez, foi ministro de Relações Interiores e Justiça. Durante a sua gestão criou a Polícia Nacional Bolivariana, o Conselho Geral de Polícia e a Universidade Nacional Experimental da Segurança, tendo ainda presidido a Comissão Presidencial para o Controle de Armas, Munições e Desarmamante, além da Comissão Presidencial de Refugiados Dignos.

O deputado Elías Jaua passa a ser o novo ministro de Educação (geral) e vice-presidente das Missões Socialistas (programas de assistência social), enquanto Adán Chávez, irmão do ex-presidente Hugo Chávez e atual governador de Barinas, assumirá o Ministério da Cultura.

O deputado e advogado Hugbel Roa será o novo ministro de Educação Universitária, Ciência e Tecnologia. Francisco Torrealba assumirá o Ministério do Trabalho e a médica Anonieta Caporales, atual diretora do Hospital Universitário de Caracas, ficará com o Ministério da Saúde.

Em seu pronunciamento, Nicolás Maduro anunciou a fusão dos ministérios da área econômica no Ministério de Economia e Finanças. A pasta será dirigida pelo deputado Ramón Lobo, economista com mestrado em gestão empresarial e professor universitário de contabilidade, economia e matemática financeira.

O atual presidente da empresa estatal Petróleos de Venezuela SA (PDVSA), Eulógio del Pino, deixará o Ministério do Petróleo, sendo substituído pelo engenheiro Nelson Martínez, atual presidente da petrolífera Citgo (empresa venezuelana nos Estados Unidos).

A ministra do Gabinete da Presidência, a almirante-chefe Carmen Meléndez (ex-ministra da Defesa), foi designada como vice-presidente de Política e Soberania. Ramón Celestino será o novo ministro de Eco-Socialismo e Água. O almirante César Alberto Salazar Coll assumirá o Ministério das Obras Públicas.

O atual vice-presidente da Venezuela, Aristóbulo Istúriz, passará a gerir o Ministério das Comunas e Trabalho Social, sendo também vice-presidente da pasta Socialismo Territorial. A atual ministra de Comunas, Érika Farias, vai comandar o Ministério de Agricultura Urbana.

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