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Venezuela: Anistia quer investigação de ações do governo de Maduro

Na apresentação de um relatório sobre o país, a Anistia acrescenta que o presidente Nicolas Maduro tem de prestar contas à Justiça internacional.

Portal Amazônia, com informações da Agência Brasil

jornalismo@portalamazonia.com


A Anistia Internacional pede à Organização das Nações Unidas (ONU) que crie uma Comissão que investigue denúncias de violação de direitos humanos e de crimes contra a humanida de na Venezuela. Na apresentação de um relatório sobre o país, a Anistia acrescenta que o presidente Nicolas Maduro tem de prestar contas à Justiça internacional.

Durante encontro com militares, na cidade de Vargas, Maduro apelou à obediência do Exército.
Foto:Divulgação/Onu


Guaidó


O autoproclamado presidente Interino, Juam Guaidó, promete continuar a lutar. Ele destaca que nada vai fazer com que desista da luta política. Nessa terça-feira (14), em mensagem no Twitter, Guaidó disse que dezenas de agentes dos serviços secretos venezuelanos revistaram o gabinete.


Fora do edifício, mais de uma centena de integrantes da Guarda Nacional Bolivariana, da polícia e do Serviço de Inteligência impediram a entrada de deputados no Parlamento. 


A Polícia Nacional Bolivariana justificou o cerco por suspeita da "existência de um engenho explosivo" no local.











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Venezuela: Anistia quer investigação de ações do governo de Maduro

Na apresentação de um relatório sobre o país, a Anistia acrescenta que o presidente Nicolas Maduro tem de prestar contas à Justiça internacional.

Portal Amazônia, com informações da Agência Brasil

jornalismo@portalamazonia.com


A Anistia Internacional pede à Organização das Nações Unidas (ONU) que crie uma Comissão que investigue denúncias de violação de direitos humanos e de crimes contra a humanida de na Venezuela. Na apresentação de um relatório sobre o país, a Anistia acrescenta que o presidente Nicolas Maduro tem de prestar contas à Justiça internacional.

Durante encontro com militares, na cidade de Vargas, Maduro apelou à obediência do Exército.
Foto:Divulgação/Onu


Guaidó


O autoproclamado presidente Interino, Juam Guaidó, promete continuar a lutar. Ele destaca que nada vai fazer com que desista da luta política. Nessa terça-feira (14), em mensagem no Twitter, Guaidó disse que dezenas de agentes dos serviços secretos venezuelanos revistaram o gabinete.


Fora do edifício, mais de uma centena de integrantes da Guarda Nacional Bolivariana, da polícia e do Serviço de Inteligência impediram a entrada de deputados no Parlamento. 


A Polícia Nacional Bolivariana justificou o cerco por suspeita da "existência de um engenho explosivo" no local.












TAG nicolas maduroanistiajustiça internacional venezuela