Política

TSE suspende eleição para prefeito em Rolim de Moura

Prefeito e vice voltam aos cargos depois que o TSE suspendeu a eleição suplementar, em Rondônia.

Portal Amazônia, com informações da Agência Brasil

jornalismo@portalamazonia.com


O Tribunal Superior Eleitoral suspendeu a eleição suplementar que ocorreria no próximo domingo, no município de Rolim de Moura, em Rondônia. Na mesma decisão, mediante tutela de urgência, o ministro Jorge Mussi determinou o retorno de Luiz Ademir Schock, do PSDB, ao cargo de prefeito da cidade.

Ele e seu vice, Fabrício Almeida, tiveram os mandatos cassados sob a acusação de gastos ilegais nas eleições de 2016. Para o ministro do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, deixou de analisar questões apresentadas pela defesa. Essas questões, na visão do ministro Jorge Mussi, poderiam ter alterado o resultado do julgamento e evitado a cassação de mandatos. O TRE-RO não comentou essas afirmações.
 
Foto: Divulgação/Prefeitura de Rolim de Moura
 
Luiz Ademir e Fabrício são acusados de emitir cheques sem fundos, trocados por empresas e pagos pelo comitê financeiro de campanha. Esses cheques não teriam sido reapresentados para a devida compensação ou contabilizados nas contas de campanha.

A defesa do prefeito e do vice-prefeito de Rolim de Moura alega que não houve caixa 2 ou uso de fontes proibidas por lei. As trocas e os descontos dos cheques teriam ocorrido em razão de greve bancária.

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TSE suspende eleição para prefeito em Rolim de Moura

Prefeito e vice voltam aos cargos depois que o TSE suspendeu a eleição suplementar, em Rondônia.

Portal Amazônia, com informações da Agência Brasil

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O Tribunal Superior Eleitoral suspendeu a eleição suplementar que ocorreria no próximo domingo, no município de Rolim de Moura, em Rondônia. Na mesma decisão, mediante tutela de urgência, o ministro Jorge Mussi determinou o retorno de Luiz Ademir Schock, do PSDB, ao cargo de prefeito da cidade.

Ele e seu vice, Fabrício Almeida, tiveram os mandatos cassados sob a acusação de gastos ilegais nas eleições de 2016. Para o ministro do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, deixou de analisar questões apresentadas pela defesa. Essas questões, na visão do ministro Jorge Mussi, poderiam ter alterado o resultado do julgamento e evitado a cassação de mandatos. O TRE-RO não comentou essas afirmações.
 
Foto: Divulgação/Prefeitura de Rolim de Moura
 
Luiz Ademir e Fabrício são acusados de emitir cheques sem fundos, trocados por empresas e pagos pelo comitê financeiro de campanha. Esses cheques não teriam sido reapresentados para a devida compensação ou contabilizados nas contas de campanha.

A defesa do prefeito e do vice-prefeito de Rolim de Moura alega que não houve caixa 2 ou uso de fontes proibidas por lei. As trocas e os descontos dos cheques teriam ocorrido em razão de greve bancária.

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