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Trabalhadores são resgatados em situação de escravidão, no interior do Pará

Situação foi identificada numa propriedade onde ocorre a criação de gado bovino para corte, em Medicilândia

Portal Amazônia, com informações da Radioagência Nacional

jornalismo@portalamazonia.com


Oito trabalhadores foram resgatados de situação análoga à de escravo em Medicilândia, no interior do Pará, numa propriedade onde ocorre a criação de gado bovino para corte. Dois desses trabalhadores são adolescentes.

A operação de resgate, realizada pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel, começou no dia 15 e encerrou nesta sexta-feira.

Uepa divulga listão dos aprovados no Processo Seletivo 2019; confira

De acordo com informações do Grupo de Fiscalização, os trabalhadores eram obrigados a adquirir alimentos e itens básicos de subsistência no estabelecimento comercial do empregador.

Os preços cobrados pelos itens eram muito superiores aos praticados na região, o que acarretou no endividamento dos trabalhadores.

Veja também: Novos vestígios de povos que viveram na Amazônia há 3 mil anos são descobertos

Os auditores-fiscais do Trabalho conduziram o empregador à Delegacia da Polícia Federal em Altamira, no Pará. Ele foi preso em flagrante pelo trabalho escravo, posse ilegal de armas de fogo e ameaças aos trabalhadores.  Durante o caminho até a delegacia, o infrator ainda tentou subornar os auditores-fiscais do Trabalho.

Todos os trabalhadores resgatados receberão parcelas do seguro-desemprego a que têm direito.
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Trabalhadores são resgatados em situação de escravidão, no interior do Pará

Situação foi identificada numa propriedade onde ocorre a criação de gado bovino para corte, em Medicilândia

Portal Amazônia, com informações da Radioagência Nacional

jornalismo@portalamazonia.com


Oito trabalhadores foram resgatados de situação análoga à de escravo em Medicilândia, no interior do Pará, numa propriedade onde ocorre a criação de gado bovino para corte. Dois desses trabalhadores são adolescentes.

A operação de resgate, realizada pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel, começou no dia 15 e encerrou nesta sexta-feira.

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De acordo com informações do Grupo de Fiscalização, os trabalhadores eram obrigados a adquirir alimentos e itens básicos de subsistência no estabelecimento comercial do empregador.

Os preços cobrados pelos itens eram muito superiores aos praticados na região, o que acarretou no endividamento dos trabalhadores.

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Os auditores-fiscais do Trabalho conduziram o empregador à Delegacia da Polícia Federal em Altamira, no Pará. Ele foi preso em flagrante pelo trabalho escravo, posse ilegal de armas de fogo e ameaças aos trabalhadores.  Durante o caminho até a delegacia, o infrator ainda tentou subornar os auditores-fiscais do Trabalho.

Todos os trabalhadores resgatados receberão parcelas do seguro-desemprego a que têm direito.

TAG trabalho escravoparaescravidao